Missa Tridentina

A Missa Tridentina, ou Missa de Sempre, ou ainda Missa de São Pio V, é a verdadeira missa do rito romano da Igreja Católica. A missa nova, ou missa de Paulo VI, é uma corrupção, uma tentativa de destruir aquilo que existe de sagrado e transcendente na Santa Missa.

A Missa Tridentina foi o resultado da Tradição da Igreja desde os seus primórdios até a sua cristalização por obra do grande Santo, o Papa São Pio V. Este Papa determinou, em sua bula intitulada Quo Primum Tempore, que a Missa jamais deveria ser alterada. Com isso, ele pretendia evitar que heresias se infiltrassem na Igreja. E a Missa Tridentina é toda ela uma enorme barreira contra os erros: o sacerdote fica de frente para o altar onde é oferecido o sacrifício; a Missa é rezada em uma língua especial para a liturgia – o latim, que aliás nunca deixou de ser a língua oficial da Igreja; as palavras, os gestos, a seqüência da Missa conduzem a alma para a oração, para o sacrifício da Cruz que está sendo renovado de forma incruenta; o altar do sacrifício e as vestimentas do sacerdote e dos acólitos refletem a solenidade daquele momento; a comunhão é distribuída pelo sacerdote aos fiés que, ajoelhados, a recebem na boca; as mulheres respeitam a ordem de Deus, transmitida pelo grande apóstolo São Paulo, em sua carta aos coríntios, e se cobrem com o véu na Igreja.

E poderíamos nos alongar mais na descrição da Missa Tridentina, mas pelo que já foi dito, uma pessoa que nunca teve a oportunidade de participar desta Santa Missa, pode já compreender a beleza dela e, principalmente, a santidade que ela inspira desde seus mínimos detalhes.

A missa nova de Paulo VI, foi instituída após o Concílo Vaticano II – este mesmo já uma grande apostasia – e não respeitou a ordem de São Pio V de que a Missa não deveria ser alterada jamais. E foram tão grandes as modificações, e atingiram tanto os pontos fundamentais da Missa, que os Cardeais Ottaviani e Bacci, antes mesmo que a nova missa fosse colocada em prática, escreveram uma carta ao papa advertindo sobre a perda do sentido de sacralidade da Missa. O papa ignorou esta carta, e permitiu a aprovação da missa nova. A Missa de Sempre, embora nunca tenha sido oficialmente proibida, ficou, na prática, restrita a pequenos grupos conservadores que tiveram de enfrentar grandes perseguições por parte dos traidores da Igreja, que impiedosamente impunham a missa nova.

O triste resultado, nós já conhecemos: a missa nova se impôs de forma tirânica sobre a Igreja. E, se a missa nova, já era ruim no seu texto original em latim, piores foram as traduções feitas para as línguas dos povos.

E, como se não bastasse a missa nova ser um mal em si mesma desde sua concepção, o tempo só fez aumentarem os erros e abusos: teatrinhos, danças, piadas, “parabéns a você”, a sagrada comunhão entregue por “ministros” e “ministras” da eucaristia, padres fantasiados… a missa se tornou um palco onde cada padre faz o que quiser.

Este tema é bastante longo e complexo, e eu pretendo tratar dele muitas vezes neste blog, porque a restauração e propagação da verdadeira Missa é de fundamental importância para a restaução da própria Igreja Católica. E esta restaução ficou facilitada pelo Motu Proprio Summorum Pontificum do Papa Bento XVI que permitiu a qualquer sacerdote rezar a Missa Tridentina. Este documento, apesar de tímido, por considerar o verdadeiro rito como se fosse o extraordinário e rito falsificado como sendo o ordinário, causou grande incômodo nos hereges modernistas que não querem a restauração da Igreja. Estes tentam impor limites para a celebração desta Missa, como, por exemplo, exigir que os fiéis saibam latim. Estes limites não devem ser exigidos, qualquer fiel católico tem direito a assiti-la. O caminho está aberto, agora é necessário continuar a luta para restaurar plenamente a Santa Missa de Sempre, enfrentando todo tipo de inimigos da Igreja que tentam impedir a sua celebração, bem como aqueles que defendem a legitimidade da missa nova.

Por hora, para os leitores que ainda não têm a felicidade de poder assitir à Santa Missa no rito Tridentino, eu aconselho uma busca na internet. Busquem, por exemplo, nos sites de vídeos por Missa Tridentina, ou, em inglês, Tridentine Mass, que devolve mais resultados para sua busca. Alguns sites de vídeo interessantes são o YouTube (www.youtube.com) e o Google Video (video.google.com) Abaixo, segue um trecho de uma Missa Tridentina celebrada na igreja de St. Nicholas du Chardonnet em Paris, da FSSPX. No futuro, colocarei outros links como este.

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13 comentários em “Missa Tridentina

  1. padreeugenio disse:

    Missa de Sempre?
    Ora, vão estudar melhor a história da Igreja. Esta Missa de SEMPRE começou após o Concílio de Trento, cujo término foi em 1563. Antes disto a tal Missa de SEMPRE não existia desta forma. O Rito era outro. Aliás, tembém existem os FARISEUS de sempre como vocês.

  2. Marcelo José Spina disse:

    Boa noite. Acho que quem não está bem informado é o Pe.Eugênio,o que escreveu o comentário acima. Quando nós usamos o termo : Missa de sempre,queremos dizer que foi a primeira codificação oficial e universal da celebração da Santa Missa,e por um Papa Santo. Sabemos que foi feita após o Concílio de Trento. Mas é que antes não havia um Rito único e universal da Missa. Cada região,ou cada Padre celebrava a seu modo ou gosto,respeitando somente as partes imutáveis,que vem desde os tempos de Cristo,e que nos foram transmitidas pelos Apóstolos,através da Didaqué e de outros escritos dos primeiros Padres da Igreja,tal como Santo irineu,etc. Sei disso porque sou Professor de História e estudioso de Historia da Igreja,de Liturgia,etc.Como o senhor pode ver,Padre Eugênio,não somos tão ignorantes como o senhor afirmou. Acho que o senhor foi infeliz na sua colocação,ou usou de ironia mal disfarçada para defender a Missa Ad experimentum do Papa Paulo VI ,e que resultou nesses abusos litúrgicos que o senhor parece gostar tanto,pelo que pude deduzir de seu comentário infeliz.Quando dizemos “Missa de sempre”,queremos dizer a Missa Sacrifical,ou seja,o Sacrifício de Cristo no Calvário,a Missa que deu tantos Santos para a Igreja,e que estava isenta de erros do modernismo e do protestantismo. Coisa que não acontece com a Missa atual pós-conciliar. O senhor como Padre deveria ser o primeiro a defender a Missa Tridentina,ou seja,a Missa Santa,que faz tremer o inferno.Mas parece que infelizmente o senhor deve ser mais um desses Padres “moderninhos”saído das “fornadas” do Concílio Vaticano II. Aliás,mais “moderninho” do que Padre. Que Deus tenha piedade de sua alma.Vou rezar para o senhor.Para que Deus lhe envie o Espírito Santo para que o senhor possa ver o verdadeiro valor da Santa Missa,e possa enxergá-la como o Sacrifício de Cristo no Calvário,e não um Show de danças,cantos extravagantes,palmas,guitarras,etc,como virou a Missa de Paulo VI. Que Deus o abençõe.

  3. maria da natividade schoffer disse:

    concordo com o que diz o Marcelo José Spina, gostaria tanto de assistir uma missa tridentina para contemplar sua beleza, aqui onde moro não tem nenhum padre que a reza e o mundo virou do avesso por causa dessa nova missa Jesus Cristo como nosso rei mkerece nosso respeito e adoração, mas para o mundo melhorar somente a igreja voltando a rezá-la. Maria da natividade schoffer, agradeço essa relato sobre essa missa maravilhosa do papa Pio V. E gostaria de adquirir uma bíblia editada entes desse concilio que mudou tudo inclusive as palavras da bíblia e Nosso Senhor Jesus Cristo afirmou ai daquele que mudar um só til de suas palavras

  4. Márcio disse:

    Prezada Maria da Natividade, Salve Maria!

    Veja no site http://www.missatridentina.com.br se não há uma missa sendo rezada perto de você.

    De preferência, procure assistir a Missa da FSSPX: http://www.fsspx-brasil.com.br

    AMDG,

    Márcio

  5. Girlene Chaves de França disse:

    Olá,Marcelo,paz e bem.Meu nome é Girlene,moro em Brasilia e faço parte de uma fraternidade que se chama Fraternidade Sacrificio Eterno do Preciossissimo Corpo e Sangue de Jesus Eucaristico,e nosso carisma é rezar e zelar pelos sacerdotes e reparar os ultrajes e sacrilégios cometidos contra o Corpo e o Sangue de Nosso Amado Jesus.Gostei muito desse site e gostaria de receber mais coisas sobre a Missa de Sempre e gostaria de saber aonde encontrar essa Biblia editada antes do concilio e do Cartecismo tambem.Santo Anjo de guarde e a Santissima Virgem de proteja.Um abraço!

  6. Marcelo José Spina disse:

    Olá amiga. Não é Bíblia que foi editada antes do Concílo. A Bíblia é sempre a mesma. Somente houve novas traduções. Mas o que você quer mesmo é o Missal Romano de antes do Concílio. Esse,você só vai encontrar em sebos de livros usados,ou então,através de alguma Congregação ou Ordem Religiosa mais tradicional.Basta entrar em algum site dessas Congregações e eles darão maiores informações,ok? Espero ter ajudado. Abraços. Marcelo José Spina.

  7. Márcio disse:

    Prezada Girlene,

    Obrigado pelo apoio. Eu já enviei uma mensagem para o Marcelo (que é leitor e não editor do blog) para pedir mais informações sobre a Bíblia editada antes do concílio. Sobre a Missa de Sempre você pode encontrar mais informações nos links sobre liturgia. O link para download do Catecismo Romano (em espanhol) está na página de Downloads de livros católicos.

    E parabéns pelo trabalho que vocês fazem em Brasília.

    AMDG,

    Márcio

  8. Márcio disse:

    Prezado Marcelo,

    Obrigado pela resposta. Eu também achei estranho, mas agora está bem esclarecido.

    AMDG,

    Márcio

  9. Sra. Girlene, salve Maria!

    O Missal para fiéis pode ser comprado através da livraria on-line do site permanencia.com.br e há a Santa Missa em brasília, veja:

    Brasília

    Capela do Instituto Bíblico de Brasília
    Endereço: 601, L2 norte. Ao lado da Casa do Clero. Abaixo do Centro Cultural dos Jesuítas
    Horários de Missa: Todos os domingos as 17hs

    A partir da próxima segunda-feira, 11 de janeiro, haverá Santa Missa também nas segundas e quartas-feiras às 19:30. No próximo domingo, 10 de janeiro, extraordinariamente, NÃO HAVERÁ a Santa Missa no Instituto Bíblico de Brasília.
    Informações: Cleber Lourenço (61) 9944-2250 –
    Responsáveis: Pe. Sérgio David de Araújo

    Paróquia São Pedro de Alcântara
    Endereço: QI 07 Lote C, Lago Sul (Próximo ao Hospital Brasília)
    Horários de Missa: 4º domingo às 17:00hs
    Informações: (61) 3248 – 0756

    Salve Maria!

  10. Padre Jahnel disse:

    Brasão da Família Jahnel
    Padre Jahnel

    Família Tradicional de Jundiaí vende suas antiguidades e Objetos de Arte

    Prezado(a) Senhor(a)

    Por motivo de mudança, vimos mui respeitosamente através desta informar que a Família de Antônio Rodrigues de Oliveira e do Padre Jahnel colocam a venda objetos antigos, objetos de arte, discos, CDs, LPs raros, Missas cantadas em Latim, música erudita, modinhas brasileiras, saraus, etc.
    Bem como a Biblioteca Particular Escritora Zuleika Azevedo Jahnel com diversos livros sobre literatura, tradição, monarquia, engenhos de açúcar, fazendas de café, livros de Gustavo Barroso, Luiz Edmundo, Viriato Correia e diversos autores semelhantes, bem como devocionários, sacras, missais, ofícios divinos, etc., que pertenceram a Fazenda Mato Negro, em Descalvado – SP.
    Em anexo lista de amostra de objetos antigos da biblioteca e da discoteca.
    Antiguidades, por exemplo, uma cama de casa colonial, uma escrivaninha de abrir, uma mesa de madeira antiga com cadeiras de palhinha, quadros pintados à óleo, bico de pena, lustres, cadeiras, criado mudo, mesa de pinho de riga escura, rendas, toalhas, jogos de xícaras, console trabalhado, relógio de parede, livros raros, coleção de livros de história, crucifixo, anjos barrocos, armário entalhado, discos, fitas, CDs fora de circulação e esgotados, assim como a coleção de livros, vitrola antiga, TV antiga, guarda-roupa estilo “art no vaux” , curiosidade, espelhos, miudezas, etc.
    Fone após as 12 horas : (11) 3964-4037
    (11)7247-7090
    Peço-lhe que divulgue entre seus conhecidos se comprarem VS recebera um brinde.

    BIBLIOTECA PARTICULAR ESCRITORA ZULEIKA AZEVEDO JAHNEL

    Literatura nº 60
    Índice de autores

    IMPORTANTE :
    Coloque o livro sempre no mesmo lugar !

    60 – A – ALFHEU TERSARIOL .

    60 – 1 – A –BERNARDO GUIMARÃES.

    60 – 2 – A INGLES DE SOUZA .

    60 – 4 – A Cervantes .

    60 – 5 – A –DIVERSOS .

    60 – B – OSMAR BARBOSA .

    60 – 1 B – NELSON RODRIGUES .

    60-2-B ALUÍSIO DE AZEVEDO .

    60 – 3 B – RAQUEL DE QUEIROZ .

    60 – 4 – B – HUMBERTO DE CAMPOS.

    60 – 5 – B DIVERSOS .

    60 – C – GERALDO MATTOS .

    60 – 1 – C MANUEL ANTÔNIO DE ALMEIDA .

    60-2-C – MENOTTI DEL PICCHIA.

    60 – 3 – C ALEXANDRE HERCULANO .

    60 – 5 – C DIVERSOS.

    60 – D – ADALBERTO PRADO E SILVA .

    60 – 1 –D JOAQUIM MANUEL DE MACEDO.

    60 – 2 – D – MAURICE DRUON .

    60 – 3 – D – GRAÇA ARANHA .

    60 – 5 – D – DIVERSOS.

    60 – E – CAROLINA MARIA DE JESUS .

    60 – 1 – E – CECÍLIO G. CARNEIRO.

    60 – 2 – E – JORGE MEDAUAR .

    60 – 3 – E – ADOLFO CAMINHA .

    60 – 4 – E – CLARA DOS ANJOS.

    60 – 5 – E – OTONOEL MOTA .

    60 – F – DIVERSOS .

    60 – 2 – F – DOMINGOS OLÍMPIO .

    60 – 3 – F – EUCLIDES DA CUNHA .

    60 – 5 – F – DIVERSOS .

    60 – G – FERNANDO SOARES .

    60 – 1 – G – JOSÉ LINS DO RÊGO.

    60 – 2 – G – JOSUÉ GUIMARÃES.

    60 – 3 – G – MANUEL DE OLIVEIRA PAIVA .

    60 – 4 – G – NAPOLEÃO MENDES DE ALMEIDA .

    60 – H – ÉRICO VERÍSSIMO .

    60 – 1 – H – SÓFOCLES.

    60 2 – H FERNANDO SABINO .

    60 – 3 – H – VISCONDE DE TAUANAY.

    60 – 4 – H – AFRÂNIO PEIXOTO.

    60 – I – DIVERSOS .

    60 – 1 – I – HEURYRJR.

    60 – 3 – I – FIALHO DE ALMEIDA .

    60 – 4 – I – JOSÉ CÂNDIDO DE CARVALHO .

    60 – 5- I – DIVERSOS.

    60 – 1 – J – ARTHUR AZEVEDO .

    60 – 2 – J IVANTE .

    60 – 3 – J JULIO RIBEIRO.

    60 – 4 – J – MARCELO RUBENS PAIVA .

    60 – L- ALEXANDRE DUMAS .

    60- 1 L – MÁRIO DE ANDRADE .

    60 – 2 – L – ALVARES CARDOSO .

    60 – 3 – L – FREDERIC MINISTRAL .

    60 – 4 – L BARROS FERREIRA .

    60 – M – GABRIEL GARCIA MÁRQUEZ .

    60 – 1 – M – JORGE AMADO .

    60 – 2 – M –BÁRBARA DE CARVALHO .

    60 – 3- M – RUDYARD.

    60 – 4 – M –RIBEIRO COUTO .

    60 – N – HÉLCIO CARVALHO .

    60 – 2 – N – LUIZ VILELA .

    60 – 3 – N – GIOSUÉ C.

    60 – 4 – N – JOSEPH ROTH .

    60 – O – ALMEIDA GARRET.

    60 – 1 – O – MÁRIO GRACIOTTI.

    60 -2 – O – MÁRIO VARGAS .

    60 – 2 – O – BYORNTFERNE.

    60 – 4 – O – HUMBERTO DE OLIVEIRA G.

    60 – P – ÁLVARES DE AZEVEDO.

    60 – 1 – P- HARREIET.

    60 – 2 – P –RAUL POMPÉIA .

    60 – 3 – P – DIVERSOS.

    60 – 4 – P – HISTÓRIA DA LITERATURA.

    60 – Q – CASTRO ALVES.

    60- 1- Q – OLVAVO BILAC E MAGALHÃES DE AZEVEDO.

    60 – 3 – Q – MARIA LUIZA BOMBAL.

    60 – 4 –Q – DIVERSOS.

    60 – R – DICIONÁRIO DE SINÔNIMOS E ANTÔNIMOS .

    60 – 1 – R MARIA JOSÉ DUPRAT.

    60 – 2 – R – ANTÕNIO JOSE DE MOURO.
    60 – 3 – R – LITERATURA PORTUGUESA ATRAVÉS DE TEXTOS .

    60 – S – - FERENC MOLNAR .

    60- 1 – S – TÂNIA G. F.

    60 – 2 –S – DINAH SILVEIRA DE QUEIRÓS .

    60 – 3 – S – JOÃO GUIMARÃES ROSA .

    60- 4 – S – DIVERSOS.

    60 – T – LÍGIA FAGUNDES TELES .

    60 – 1- T SOMMER T.

    60- 2 – T – HENRY MORTON ROBSON .

    60 – 3 – T – GRACILIANO RAMOS .

    60 – 4 – T – GONÇALVES DIAS E ÁLVARES DE AZEVEDO.

    60 – U – JOSÉ MAURO VASCONCELLOS.

    60 – 2 – U MAURICE M.

    60 – 3 – U CYRO DOS ANJOS .

    60 – 4 – U – DIVERSOS.

    60 – V – ÁGATA CHISTIE.

    60 – 1 – V – JOSÉ PAULO P.

    60 – 2 – V – PAUL H .

    60 – 3 – V – ANDREW M.G.

    60 – X – JULIO DINIS.

    60 – 1 – X – DOMÍCIO PROENÇA FILHO .

    60 – 2 – X –THEODOR M .

    60 – 3 – X – MÍRIAN P.

    60 – Y – CAMILO CASTELO BRANCO.

    60 – 1 – Y –JEAN J. ROSSEAU .

    60 – 2 – Y – DIVERSOS .

    60 – 3- Y CONTOS ARÁBES .

    60 – Z – ANTÔNIO OLAVO PEREIRA .

    60 – 1 – Z – LIMA BARRETO .

    60- 2 – Z FRANCKLIN TÁVORA.

    60- 3 – Z ROSEANA MURRAY .

    Biblioteca Particular Escritora Zuleika Azevedo Jahnel

    1. Índice de Assuntos e Arquivo do Vereador Júlio César Calegari.
    2. História do Brasil e Aspectos Gerais.
    3. Monarquia e Imposto de Renda.
    4. Tradição.
    5. Revista catolicismo e Dr. Plínio.
    6. Revista permanência.
    7. Padre Cícero, Norte, Nordeste, Cangaço, Canudos, Conselheiro, Beatos, Cordel, Lampião, e Contestado.
    8. Povos indígenas.
    9. Índice a parte.
    10. Dom João VI, Dona Carlota Joaquina, A corte no Brasil.
    11. O estado do Rio de Janeiro.
    12. O estado da Bahia.
    13. Raça Negra, Escravidão, Abolição, Princesa Isabel, Quilombo, Zumbi, Revolta da Chibata, João Cândido, carnaval, Morro, Favela, Umbanda, Cachaça, Candomblé e afins, Samba.
    14. Dom Pedro I, Independência, Marquesa de Santos, Chalaça.
    15. Antigos Viajantes, Bandeirantes, Expedições, Brasil Colônia, Pintores, Debret.
    16. Jundiaí, Sua história, Escritores jundiaienses, Academia de Letras, Publicação, Guias de licença, Escritos do Profº Jahnel, holerites, prontuários, documentos originais e cópias, a saga do professor Jahnel.
    17. Imperatriz Dona Leopoldina e a Independência do Brasil
    18. Dona Amélia
    19.
    20. Biografias.
    21. Literatura histórica e Batistério.
    22. A margem e nos bastidores da História e anedotário, feitos históricos e pitorescos.
    23. Imperador Dom Pedro II, II reinado, Golpe republicano, Governo Lula e a república.
    24. Imigrantes e Migrantes.
    25. Estado de São Paulo, Capital, Litoral e Interior.
    26. Estado de Minas Gerais.
    27. Assuntos Diversos e Variados da história do Brasil.
    28. Livros de Heitor Moniz.
    29. Livros de Assis Cintra.
    30. Livros de Viriato Corrêa.
    31. Livros de Gustavo Barroso.
    32. Livros de Paulo Setubal.
    33. Livros de Gilberto Freyre.
    34. Livros de Rocha Pombo.
    35. Livros de Pedro Calmon.
    36. Monumentos históricos, Igrejas Antigas, Praças, Museus, o barroco do Brasil, Aleijadinho, Aquarelas, Imagens, Azulejaria, Barroco Mineiro.
    37. Genealogia, numismática, nobreza, famílias antigas e tradicionais, bandeiras, protocolos e boas maneiras, etiqueta.
    38. Dicionários da História do Brasil.
    39. Geografia humana, da natureza e política.
    40. Livros didáticos de história do Brasil, OSPB e Educação Moral e Cívica.
    41. Forças Armadas, militarismo, guerra, revoluções, golpe, bandeira, armas, códigos militares, constituição, democracia, ditadura.
    42. Fazendas antigas de café e engenhos de açúcar.
    43. A música no Brasil e afins.
    44. Filosofia pura e afins.
    45. A Igreja Católica e sua história.
    46. História Geral, antiga, medieval, moderna, contemporânea e parte médica.
    47. Livros didáticos de História Geral. Contas pagas.
    48. Folclore, tradição, lendas, festas populares, ferrovias, Mazaropi.
    49. Religiões e artigos religiosos.
    50. Revistas em geral e banco.
    51. Artes, Artesanato, antiguidades, sebos de livros antigos, lojas afins, bibliotecas, brechós, livrarias, instituições culturais, pesquisas, gráficas, móveis.
    52. Turismo.
    53. Direito Geral e Econômico.
    54. Aparições, mensagens, fenômenos religiosos.
    55. Parapsicologia, psicologia, astrologia, medicina, homeopatia, anjos, espiritismo, assombrações, sinais físicos e biológicos, esoterismo, farmácia, saúde, otimismo, demonologia.
    56. Subsídios em geral.
    57. Matemática e Física.
    58. Liturgia, missões, devocionários, anuários e afins.
    59. Ensino religioso, catequese, Sagrada Escritura, pastoral educacional.
    60. Educação, pedagogia, sociologia geral e da educação, psicologia da educação, secretaria, história e filosofia da educação e cultura.
    61. Oratória, Português, Latim, Francês, Alemão, Inglês e afins. Pesquisa lideranças, expressões pitorescas, vidas de santos.
    62. Buscar na letra própria.
    63. Livros de Eça de Queiroz.
    64. Livros de Monteiro Lobato e Literatura infantil.
    65. Dicionários e almanaques.
    66. Arte culinária.
    67. Enciclopédia e coleções.
    68. Etiqueta, garantia manuais, convênios, serviços e estatutos.
    69. Revista Pergunte e Responderemos.
    70. Revista de diocese de Bragança Paulista e afins.
    71. Animais e plantas do Brasil, regiões do Brasil, ecologia.
    72. Livros de Luiz Edmundo.
    73. Internet e Informática.
    74. Capela das Almas, Projeto Luz e Paz.
    75. INSS e IPTU.
    76. Correspondência da parte de baixo.
    77. Correspondência da parte de cima.
    78. Padre Vieira.
    79. Oliveira – Minas – Turismo.
    80. Rio – Turismo.
    81. Parapsicologia e Psicologia, casos de assombração e do alem.
    82. Aluguel da Prefeitura.
    83. Imposto de Renda.
    84. Turismo BH e região.
    85. Família Jahnel.
    86. Psiquiatria.
    87. Álbum.
    88. Inventário familiar.
    89. Umbanda Site.
    90. Minas Turismo.
    91. Site do Professor Jahnel.
    92. Banda de música.
    93. Santinhos.
    94. Papel timbrado e sem título.

    Relação do número oito

    8A – Direitos Humanos.
    8B – Discriminação
    8C – Prostituição em geral.
    8D – Violência, poder, criminologia, violência escolar.
    8E – Prisão, pastoral carcerária, Tortura, manicômio judiciário.
    8F – Trotes.
    8G – Exploração de crime sexual.
    8H – Masturbação e seus malefícios a saúde mental e física.
    8I – Abusos da Imprensa.
    8J – O perigo e malefícios das drogas, o terror do trafico, esquizofrenia, todos os tipos de drogas, inclusive álcool, cigarro e medicamentos controlados.
    8K – Justiça e Ministério Público.
    8L – Pena de morte, morte natural e eutanásia.
    8M – Mulher, prostituição feminina, aborto.
    8N – Meninas marginalizadas, desemprego e discriminação.
    8O – Favela, morro, cortiço, moradores de rua e de lixo.
    8P – MST, sem teto, reforma agrária, TFP, CPT, CEBS, desemprego, teologia da libertação.
    8Q – Sociedade alternativa.
    8R – Movimento hip-hop, reggae, black, funk.
    8S – Fetiches, bizarro, forçado, aberrações, anomalias, transtornos, desvios da sexualidade e educação sexual.
    8T – Exclusão, literatura marginal, poesia marginal, quer dizer, do povo, que esta à margem.
    8U – Estudos e problemas com os pés, ditadura, Glauco Mattoso.
    8V – Rock, punk, baladas.
    8X – Esportes diversos.
    8Y – Artes marciais e vale tudo.
    8Z – Jovem, adolescentes, juventude escolar, escolaridade, FEBEM, ECA, criança de rua, maioridade penal, prostituição infantil, crimes parecidos.

    8 A1 –Natalidade, doenças.

    8 B2 – Gangues de jovens , violência de massa, linchamento, torcidas organizadas, ódio, galeras, góticos.
    8 C3 – Violência e corrupção policial.
    8 C4 – Aids, doenças sexualmente transmissíveis.
    8 C5 – Comportamentos.
    8C6 – tatuagens.
    8 C7 – Grafite e pichação.
    8 C8 – Skate, surf e bicicleta.
    1- 8 C9 – Modelagem física, fisiculturismo.
    8 C10 – Capoeira.
    8 C11 – Religiões em geral.
    8 C12 – Efeitos maléficos para o espírito de coisas chulas.
    8 C13 – Massagem terapêutica.
    8 C14 – Cultura e Educação Democrática.
    8 C15 – Movimento Negro, Racismo, Africanismo.
    8 C16 – Parapsicologia e Espiritismo.
    8 C17 – História Nova.
    8 C18 – Tradição e Monarquia.
    8 C19 – Editoras, livros, discos, jornais, associação de escritores, Academia de Letras.
    8 C20 – Sebos e brechós.
    8 C21 – Sites da imprensa.
    8 C22 – Terreiros de umbanda, quimbanda, candomblé, demônio, feitiço, bruxaria.
    8 C23 – música sacra e clássica.
    8 C24 – Site de turismo.
    8 C25 – Sites de História do Brasil.
    8 C26 – Sites da OSHO, do Santo Daime.
    8 C 27 – Sites do barroco no Brasil.
    8 C 28 – Igreja Católica, problemas internos.
    8 C 29 – Esquerdas.

    OBS: Alem desses volumes, temos outros livros, cd’s de música barroca e clássica, discos de vinil, rotação 78, fitas K7 e VHS.
    Este material exposto de livros e discos são de edições antigas e que não são mais encontrados nas lojas.
    Se desejar encomendar, o faça por e-mail, telefone ou carta.

    Parte da relação de fitas de Vídeo cassete, CD, DVD e Discos da biblioteca e discoteca da Escritora Dona Zuleika de Assis Azevedo Jahnel

    1- Abertura do Ano Jubilar
    2- Concerto da T. F. P.
    3- Comemoração dos 800 anos da morte de Santo Antônio
    4- Câmara da Orquestra Lira Sanjoanense
    5- Concerto pelo Centenário do Colégio Nossa Senhora das Dores
    6- Posse de D. Waldemar na Diocese e na Catedral de São João del-Rei – MG
    7- Encomendação de Almas
    8- Missa em Gregoriano
    9- Novena – Missa – Procissão de N. Senhora da Boa Morte e Pontifical e Procissão de Nossa Senhora da Glória (1995)
    10- Comemoração dos 200 anos de N. Senhora do Carmo
    11- Festa Nossa Senhora da Boa Morte (1998)
    12- Presbiterato e 1ª Missa de Frei César Cardoso
    13- Procissão N. Senhora das Mercês – de São Miguel – de Nossa Senhora do Rosário – Anjo da Guarda – Nossa Senhora do Pilar (1995)
    14- Relíquia de Santa Terezinha (chegada em S. João del Rei)
    15- Festa de Passos: Depósito – Rasoura – Procissão do Encontro
    16- Domingo de Ramos – Bênção dos Ramos – Solene Via Sacra – Bênção ao Altar-Sacrário
    17- Ofício de Trevas
    18- 5ª Feira Santa – Bênção dos Santo Óleos, Missa da Ceia do Senhor, Lava Pés, Capela do SS. Sacramento
    19- Ofício de Trevas (6ª feira Santa)
    20- Adoração da Cruz, Descendimento da Cruz, Procissão do Enterro
    21- Sábado Santo: Ofício de Trevas
    22- Sábado Santo: Bênção do Fogo e Círio Pascal – Missa da Vigília
    23- Semana Santa: Domingo de Ramos ao Lava Pés (1996)
    24- Semana Santa: 6ª feira Santa e Sábado Santo (1996)
    25- Semana Santa: Domingo da Ressurreição: Missa – Procissão do Santíssimo Sacramento e Coroação de Nossa Senhora – Te Deum
    26- Semana Santa em 2003 (Completa)
    27- Transladação da Imagem da Imaculada Conceição (da Igreja D. Bosco a Igreja de São José, no Tijuco) em São João del Rei – Minas Gerais
    28- Chiquinha Gonzaga
    29- Ernesto Nazareth
    30- Compositores do Barroco Mineiro
    31- Padre José Maurício Nunes Garcia
    32- Marchas Imperiais
    33- Marchas Fúnebres
    34- Marcha de Passos
    35- Dobrados
    36- Missas em Latim
    37- Novenas em Latim
    38- Te Deum
    39- Ladainhas
    40- Antífonas
    41- Motetos
    42- Marchas de Procissão
    43- Ofícios Divinos
    44- Ofício de Trevas
    45- Missa Pontificalis
    46- Missa Gregoriana

    Parte ínfima dos discos e fitas não encontrados mais a venda! Tem muito mais
    Aguardamos sua consulta e sua visita.

    Antiguidades
    Desconto grande à vista ou parcelamento a vontade.

    1. Um armário ricamente trabalhado, com entalhe de madeira.
    2. Magnífico quadro medalhão, moldura em estilo rococó, pintura a óleo, deslumbrantes copos de leite. Acentuada influência Lusitana, pertenceu ao Doutor Francisco de Paula de Oliveira Borges, escravagista, latifundiário, amante das artes, mesmo muito endividado deixou consignado em seu inventário e seu espólio, peças de extremo bom gosto.

    3. Um outro quadro do mesmo espólio, trazido a lume, graças a grandes esforços, desta vez, uma maravilhoso, sentimental, significativo, evocativo ramalhete de rosas. Sempre a magnífica moldura.

    4. Um par de xícaras brasonadas com pires e com colheres pequenas e antiga bandejas (Brasão do Império) Raríssimas! Propriedade da Dona Silvéria Inocência de Gusmão. Diz –se que servia café com broa a todas as visitas que recebia com estas xícaras, como foram sumindo e se quebrando com o passar do tempo.Chegaram até nós somente estas duas!

    5. Conjunto de azulejos, no total de oito, que guarneciam a capela da Nossa Senhora da Glória da Fazenda “Três Rios” em Barra da Piray – RJ.

    6. Riquíssima capa de asperges totalmente bordada à mão, procedência Portuguesa, por isso sua forte aparência Lusitana.Pertenceu a capela da Fazenda “Água Comprida” em Piray – RJ. Diz-se que sua proprietária não permitia que os escravos lavasse os sagrados paramentos da capela, ela mesma o fazia pessoalmente, contava-nos o Padre Reynato Frazão de Souza Breves Filho, talvez por isso tenha chegado em tão bom estado de conservação até nós!

    7. Belíssimo e riquíssimo paramento gótico da Santa Madre Igreja Católica Apostólica Romana, tem este nome porque era o modelo, digamos assim, utilizado na Idade Média pelo Clero. Peça de origem Italiana finamente trabalhada à mão.

    8. Graciosa pia de água benta em pedra – sabão de São João Del Rey – Minas Gerais. Excelente para se aspergir antes de sair de casa para as diversas atividades dia-a-dia, rogando a Deus Nosso Senhor proteção.

    9. Três imponentes Faisões. O faisão era assim comum em toda casa de bom tom e toda casa grande fazenda, onde se conservava o bom gosto.Símbolo, grandeza, nobreza. Dois deles formam um par. Procedência Família Queiroz Telles. Itu – SP

    10. Um guarda roupa de madeira escura com vidro .

    11. Delicado par de Jarros “Bicos de Jaca” Procedência “Engenho Conceição” “Barra do Piray” RJ – Padre Reynato Frazão de Sousa Breves Filho quem informou a época.

    12. Belíssima Tapeçaria retratando a Corte Francesa com sua opulência, sua arte, seu bom gosto, seu modo de bem viver, como o gosto pelas artes. A Monarquia, Os fidalgos,a Corte, a nobreza reunida, tempos que não voltam mais…
    a. Nota interessante: Fidalgos quer dizer filhos de algo…

    13. Par de candelabros com três bicos sustentados por anjos sem asas.Peça raríssima

    14. Par de quadros com desenho em relevo, estilo barroco, lembrando as flor de Liz, guarneciam a sala da “Fazenda Nova Aliança” em Cachoeira Dourada – Minas Gerais.

    15. Artística, convidativa e maravilhosa namoradeira
    16. Fruteira bem antiga. Diz –se que era o “chodó” da escrava Vicência no “ Engenho Conceição”
    17. Esplendoroso, charmoso jogo de café com xícaras, pires, colherinhas antigas e bonita bandeja antiga .

    18. Caixa delicadamente marchetada para depositar Jóias.
    19. Prato de parede artisticamente pintado na borda, a tinta – ouro, formando-se flores.

    20. Porta – Guardanapo em prata, rendilhado.

    21. 1 Resplendor pequeno

    22. Pequeno jarrinho de enfeite

    23. Um barrete (Chapéu eclesiástico para o sacerdote usar na cabeça)

    24. Quadro, pintura feita à óleo retratando a cidade de Paris, França , ínicio do século XIX, arrabaldes. Anônimo

    25. Quadro feito a Bico de Pena. Igreja de São Sebastião, de João Fernandes.
    26. Escova para roupa antiga

    27. Uma namoradeira de madeira clara.Peça singular.

    28. Jarra esplêndida, não tão grande, em pé, até simples demais, mais sua haste é soberba, rica, finamente trabalhada,estilo rococó, rebuscada.
    29. Antiga, bela, soberba, imponente cadeira de espaldar que fazia parte da mesa de jantar do Coronel Chiquito, cadeira de cabeceira, nota-se o entalhe, todo ele feito à mão, riquíssimo trabalho! Doação Dona Wilma Hemings Silva

    30. Solene e rica almofada de damasco vermelha utilizada somente em grandes ocasiões no Solar da Família Queirós Telles em Jundiaí SP

    31. Peça de real valor, impressionante por sua beleza, seu espelho bizotado Belga, tudo em perfeitissímo estado, a madeira de lei, a pintura certamente de alguém de fama por sua delicadeza e formosura, o entalhe é rico, é cheio, é clássico, mas não é exagerado. Trata-se de peça de difícil avaliação. Ela fala por si mesma!

    32. Soberbo, artístico, rebuscado aparador, com os pés totalmente detalhados à mão, Século XIX, provavelmente. Procedência: Fazenda “Mato Negro”. Descalvado.SP. Propriedade do Coronel da Guarda Nacional Francisco de Assis Azevedo.

    33. Antiga, Histórica e em perfeito estado, cadeira do escritório particular do Doutor Paulo Affonso Orosimbo de Azevedo.

    34. Singelo e velho quadro de um dos últimos Papas que fizeram história na Santa Madre Igreja Católica Apostólica Romana, o Príncipe da Igreja, o Papa Pio XII.

    35. Quadro de Maria Quitéria de Jesus Medeiros. Grande heroína de nossa pátria. Depois vêem estas mulheres de hoje dizendo que estão fazendo isto e aquilo e são as rainhas da “cocada preta” e esquecem que tivemos uma Maria Quitéria, uma Princesa Isabel, uma Sóror Joana Angélica na Bahia, uma Madre Paulina e tantas outras!

    36. Quadro da escrava Anastácia pequeno. Muito Raro. Faz milagres, por tudo o que sofreu, com a máscara no rosto, máscara de flandres, para não comer doces e salgados, ficou sentada no formigueiro até morrer, é símbolo do cativeiro. Peça que alcança graça. No Rio, na Igreja do Rosário há sua devoção.

    37. Missal Romano Antigo com ordo antigo. Segundo o Rito de São Pio V.

    38. Quadro em relevo da Princesa Dona Isabel, a Redentora, filha de Dom Pedro II e Dona Thereza Cristina, Imperador e Imperatriz do Brasil, respectivamente.
    Ela herdeira do trono, libertando os cativos, foi banida com sua família em um golpe de Estado.

    39. Quadro de sua Alteza Imperial e Real o Senhor Dom Luiz de Orleans e Bragança, Herdeiro Presuntivo do trono e da Coroa do Brasil. Assim que for restaurada a ordem, a moral e a dignidade do Brasil, ou seja, a monarquia, D. Luiz assume. Quadro Raro. Moldura Antiga.

    40. Bonita gravura do inesquecível e compositor, tão jovem, Mozart.

    41. Imponente, impressionante, belíssimo e raríssimo Brasão do Império do Brasil. Sob a égide dos Soberanos Dom Pedro I e Dom Pedro II. Experimentou o Brasil nesses séculos, o período de seu maior progresso, triunfo e soberania. Em forma retangular. A coisa mais difícil do mundo é achar esse brasão para vender!

    42. Brasão de Armas da Família Jahnel. A águia simboliza a nobreza de espírito.

    43. Graciosa mesinha alta com vidro.

    44. Delicada e discreta mesinha mais baixa com vidro

    45. Mesinha com duas gavetas, com pés finos, madeira escura, de primeira.

    46. Mesinha de madeira lisa em cima, mas com o pé trabalhado duma forma exageramente e artisticamente esculpida, em estilo barroco com acentuada influência Portuguesa e até Árabe, trabalho árduo e minucioso, que deve ser reconhecido. Esta mesa deve ser colocada em local privilegiado onde se possa contemplar o pé torneado em toda sua profusão e formosura. Levando-se o par então, nem se diga!

    47. Mesinha de madeira lisa em cima, com o pé trabalhado duma forma exageramente e artisticamente esculpida, em estilo barroco com acentuada influência Portuguesa e até Árabe, trabalho árduo e minucioso, que deve ser reconhecido. Esta mesa deve ser colocada em local privilegiado onde se passa contemplar o pé torneado em toda sua profusão e formosura. Levando-se o par então, nem se diga!

    48. Porta rapé. Peça dificílima de se achar. Vejamos porque.O Rapé pode-se ainda comprar, mas seu uso é pequeno. Pode-se usar para levar cravos da Índia para mascar e trazer um bom hálito, balinhas, etc. O mais importe nele é o Brasão do Império que o enobrece de tal maneira que mais seria próprio para guardar um anel precioso! Aquisição excelente!

    49. Impressionante, belíssima, expressiva, cativante, artisticamente e interessante, além de santíssima imagem de Nosso Senhor Jesus Cristo Crucificado com rico resplendor na cabeça. Imagem antiga, bem feita, traços fisionômicos bem comoventes, o todo chama atenção por sua dor, sua dolorosa paixão, seu sofrimento, mas também pela imensa paz e tranqüilidade que transmite. Tão bom para um oratório particular.

    50. Prato do Império do Brasil datado de 1.887 com o sempre belo e imponente Brasão do Império do Brasil. Note-se que 2 anos depois era dado o golpe mortal na monarquia, 1 ano depois a Redentora, redimiu uma raça da senzala e a trazia para a liberdade. A lei áurea que lhe custou o Trono! Vovó contava que não sabia ao certo o que era este prato. Podia ser uma escarradeira, em prato de enfeite, um tipo de Brasão? O certo é que, é histórico, é original.
    51. Licoreira com sua meia dúzia de copinhos e bonita bandeja onde eram servidos os variados licores: de cacau, caju, de ovos, manga, goiaba, uva, pitanga, fruta do conde…

    52. Par de peanhas com dois anjos barrocos sustentando-os, muito interessante. Os anjos são obesos, bochechudos, robustos, fazem esforços para segurar aquilo que você colocará em cima para eles carregarem. Veja lá heim?! No Estado!

    53. Sapatinho antigo: Bebelô. Enfeite para cômoda, muito bonito e conservado.

    54. Genuflexório antigo caseiro, século XIX. Nota-se que a parte onde se ajoelha é tão alta que dá a impressão aos modernos que é para se sentar. Era para ajoelhar e ficar com os pés suspensos e assim fazer mais penitência! Tão diferente dos dias hodiernos em que até nas Igrejas os genuflexórios foram abolidos, ou então são estofados. Nosso Senhor não quer isso, Ele quer penitência, sacrifício, oração, conversão do nosso coração, oração sincera, silenciosa e humilde

    55. Conopeu verde antigo de damasco, muito bem conservado, boa aquisição, serve para colocar na porta do sacrário.

    56. Antigo Aparador para se colocar um vaso, uma estatueta, um retrato…Coisas do velho arcaz! Do tempo de dantes. De São Paulo de Dona Viridiana, da São Paulo do bonde, da São Paulo em que se ouvia os sinos das igrejas tocarem…

    57. Aconchegante namoradeira, atraente por seu colorido, pelo tamanho, só cabem o casal de namorados, daí seu nome, marcadamente mineira, por isso de influência Portuguesa, com seus retalhos, retábulos, recortes, vai e vem, curvas e mistérios. Peça bonita e curiosa. Pensa que acabou? Não. Levanta o assento e pode-se encontrar aí muita coisa, muitos segredinhos, coisas ligeiras, de uso do dia-a-dia, uma espécie de baú.

    58. Baú colonial Canastra, onde outrora guardava-se a seda fina, o linhão, o damasco, o chamalote, rendas de todos os tipos e tamanhos, a linha, o retróz, tudo do bom e do melhor que era trazido da Europa, centro luzidio de cultura e progresso da época. Tudo isto era trazido na casa grande de modo impecável pelas mucamas engomadeiras.

    59. Quadro de São Pedro Arrependido. Trata-se de gravura muito rara do Apóstolo de Nosso Senhor nesta posição. O primeiro Papa da Santa Madre Igreja Católica Apostólica Romana, segurando as chaves do Reino dos Céus que Nosso Senhor que havia entregue, este fato se deu mesmo mediante São Pedro ter negado Jesus três vezes antes que o galo cantasse o que deixou o Primeiro Papa profundamente arrependido, daí o nome do quadro. O grande pregador Padre Vieira fez um Sermão com o título “São Pedro Arrependido”.

    60. Quadro imitando pintura de Debret, evocando um escravo “bosteiro”, os famosos “tigres” que levaram à noite os dejetos (fezes e urina) para o mar e para o rio. A máscara de flandres era para ele não comer terra e morrer, por tristeza por causa do banzo ou então não comer daquilo de que estava proibido! Doces e salgados.

    61. Vaso antigo

    62. Vaso antigo bojudo

    63. Cama de casal estilo colonial

    64. Uma escrivaninha de abrir

    65. Uma escrivaninha mais recente

    66. Quadro Medalhão, moldura estilo barroco, rococó, puxado para o Lusitano, curvas acentuadas, pintura belíssima, um mavioso e caprichoso ramalhete de violetas, trazendo no seu bojo toda aquela recordação e saudade dos tempos de antanho, das modinhas Imperiais, da Guarda Nacional de Dom Pedro II, do saboroso e fumegante, do café colhido na fazenda, da rapadura, dos namoros, valsinhas, da locomotiva a vapor, do padre de batina, da missa em latim.Tempos curiosos.

    67. Quadro do casamento de Sua Alteza Imperial e Real o Senhor Dom Pedro I com Sua Alteza Imperial e Real a Imperatriz Dona Leopoldina na capela Real, registrado por Jean Batista Debret. Note-se a pompa, a realeza, a nobreza, mesmo considerando-se a época tão remota como aquela.Ali havia tudo do bom e do melhor do Brasil da época!

    68. Quadro do Padre José Maurício Nunes Garcia, o maior expoente da música sacra do Brasil no século XVIII e XIX, Mestre de capela do Regente Dom João VI e depois de Dom Pedro I, autor de várias missas, dentre elas a famosa missa de “Santa Cecília”.

    69. Quadro do Rei Dom João VI. Vindo para o Brasil com toda a corte em 1.808, com sua adorada mãe Dona Maria I, sua esposa Dona Carlota Joaquina, os filhos, os fidalgos e mais 15 mil pessoas fizeram a Grandeza do Brasil! Foi um grande Rei!

    70. A Princesa Isabel, a Redentora, casada com o Príncipe, Conde D’Eu , assinou a Lei Áurea no dia 13 de maio de 1.888 libertando todos os cativos do território Brasileiro. Era uma santa! Esposa exemplar, mãe ardorosa e dedicada, filha obediente, governante nas regências, sábia e lúcida, católica fervorosa, odiada pelos maçons que não a queriam no 3º Reinado e fizeram a República a força!

    71. Quadro com moldura super antiga do Coronel Francisco Assis Azevedo (Coronel Chiquito) da extinta Guarda Nacional de D. Pedro II .

    72. Imperador Dom Pedro I, Proclamador da Independência do Brasil, muito jovem, com alegorias da Independência, dizeres, símbolos, animais, etc. Matéria para historiadores. (quadro menor).

    73. Magnífica, grande, esplendorosa, caprichosa, bonita, minuciosa toalha branca, muito ampla, tem renda feita à mão, com todo capricho, engomada, com cruz e outros detalhes, teve muito para altar, em oratórios, capelas, casamentos e batizados em fazendas, chácaras e sítios. Raridade

    74. Quadro de D. Pedro I – Quando maior, figura da Independência, mais velho, mais compenetrado, mais seguro de si, tendo composto o Hino da Independência, Magnífico!

    75. Quadro do Rei Dom João VI com todas as suas comendas, prebendas, medalhas honoríficas, etc na lapela e no peito. Aqui foi Regente e Rei de verdade, após o falecimento de Dona Maria I a rainha louca! Muitos o chamam de Rei Fujão. Sua esposa Dona Carlota Joaquina o execrou por causa disso!

    76. Quadro do Imperador Dom Pedro II com as vestes solenes, o manto e a coroa de ouro, usada raríssimas vezes que a usou, era avesso a estas solenidades. Governou o Brasil durante 50 anos! O rei Filósofo. Grande Homem!

    77. Quadro do Arcanjo São Miguel em cusquenho, magnífica obra, toda delicadeza, toda ternura, ao mesmo tempo, a bravura do arcanjo, com seus poderes conferidos por Deus. Quadro excelente!

    78. Quadro pequeno do Doutor Manuel Ferraz de Campos Salles, 3º Presidente Eleito da República do Brasil. Trabalho realizado por parente do mesmo com tintas diversas .

    79. Quadro grande do Doutor Manuel Ferraz de Campos Salles, 3º Presidente Eleito da República Federativa do Brasil. Trabalho realizado por parente do mesmo com lápis e doado às Santas Missões e Obras Pias.

    80. Quadro do Reverendíssimo Senhor Padre Diogo Antônio Feijó, fez grande parte da Regência, homem de grande envergadura, mas de idéias liberais. Merece ser estudado com mais apuro.

    81. Visconde de Cairú José da Silva Lisboa Homem de projeção no tempo do Império, como eram bonitos os títulos de nobreza: barão, marquês, conde, visconde e todos eles. Havia critério, não só pela riqueza, mais pela cultura, pela religião, pela ciência, dedicações, humildade. Os tempos eram outros.

    82. Magnífico quadro, medalhão, moldura, estilo barroco, puxando para o rococó, com forte influência Lusitânia, com expressiva e belíssima pintura à óleo, em grande ramalhete de rosas, por miúdas flores do campo coloridas.

    83. Mesa, console ou credencia, de entalhe riquíssimo, de extremo bom gosto, chama a atenção por si mesma, pela elegância, firmeza, primazia, nobreza, distinção, trabalho minucioso, de grande valor.

    84. Saco de cetim adamascado para presente.

    85. Toalhinha de veludo com friso amarelo.

    86. Vidro para lavanda com desenho de um casal (francês) antigo.

    87. Interessante vidro para perfume antigo (do Brasil) – Engenho perfumado. Raro do tempo do onça…

    88. Fruteira amarela com pequenos desenhos de ramalhetes de rosas na parte superior. Muito bonita!

    89. Segurador de papéis simples e curioso, ótimo para lembretes.

    90. Prancha Colonial, estilo barroco baiano, serve para colocar imagem de santo em cima ou um vasinho de flores.

    91. Toalha de renda, chamada “renda queimada” cor de ouro.

    92. Gravura feita a bico de pena da velha Ouro Preto, antiga Vila Rica.

    93. Quadro do inesquecível poeta Álvares de Azevedo.

    94. Quadro “Profetas do Aleijadinho em pedra-sabão” – Mariana – Minas Gerais.

    95. Crucifixo peitoral, foi abençoado pelo Padre Pio ( São Pio) em viagem de peregrinação.

    96. Carrinho de bar inteiramente trabalhado, entalhado artesanalmente interessantíssimo!

    97. Porta Bíblia de madeira de lei, escura.

    98. Paliteiro antigo.

    99. Porta óleo antigo.

    100. Par de escovas de roupa, uma masculina outra feminina, antigos.

    101. Antiga Tapeçaria retratando uma amiga defensora dos animais. No Estado!

    102. Par de galhetas com saleiro.

    103. Vaso antigo, flores em relevo e furo para alças.

    104. Bandeja antiga pequena com lateral alto.

    105. Relógio de parede que bate horas inteiras e meias.

    106. Quadro com a Igreja de Nossa Senhora dos Prazeres.

    107. Álbum com discos raros rotação 78 e um porta discos.

    108. Vasinho antigo, casal de namorados, ele aos pés dela, volta cor de ouro.

    109. Livro italiano raríssimo com a história de todos os Santos, os Papas da Santa Madre Igreja Católica Apostólica Romana.

    110. Bombonieri antiga.

    111. Quadro em vertical para se pendurar, com três gravuras redondas austríacas, retratando cenas de namoros antigos. No tempo do onça.

    112. Bandeja antiga contendo (meia dúzia) curioso joguinho de facas imitando cabos de banana! Procedência Rio de Janeiro. Piray.

    113. Uma belíssima bandeira do Brasil, o Pavilhão Nacional, em ótimo tecido.

    114. Fita de vídeo com a celebração da Santa Missa promovida pela fraternidade São Pedro, da “Eclésia Dei” criada pelo Santo Padre o Papa João Paulo II, no rito de São Pio V ; Tradicional.

    115. Sobrepeliz rendada muito fina, muito bonita, muito sóbria, utilizada por cima da batina.

    116. Capa dura com cantoneiras escuras que pertenceu ao reverendíssimo SR. Monsenhor Benigno de Brito Costa, de Itu-SP.

    117. Caixa de louça austríaca, par de jovens conversando, estampado na tampa, dentro uma antiga pulseira e um par de brincos imitando coroas reais.

    118. Solene caderneta vermelha, cor da nobreza, com maravilhosos cartões dentro. Ela é antiga e a capa é todinha rebuscada, em relevo.

    119. Quadro grande mostrando o casario, as ruas tortuosas, as torres das numerosas Igrejas da Antiga Vila Rica, Ouro Preto, fundo da Igreja Nossa Senhora do Pilar.

    120. Sólido jarrinho de estanho, procedência: Diamantina, Minas Gerais.

    121. Bandeja com açucareiro, bule e café, bule de chá, bule, bule de leite, leiterinha.

    122. Bandeja com licoreira e três copinhos de metal.

    123. Bolsinha antiga feminina.

    124. Distribuidor de Tira-Gosto com pé alto.

    125. Paramento Romano que pertenceu a Capela da Fazenda Mato Negro Descalvado SP.

    126. Bandeja Japonesa da Imigração no início do século passado. Redonda.

    127. Bandeja Japonesa trazida por Imigrantes daquela Colônia, radicados em Jundiaí – SP. Forma Oval.

    128. Espelho de moldura de gesso estilo barroco colonial grande. Precisa ser restaurada.

    129. Espelho grande Oval

    130. Brasão do Império do Brasil. Em forma diagonal, representa as cores tanto da Pátria como da Família dos Bragança, do lado do Imperador Dom Pedro I como Sua Majestade a Imperatriz Dona Leopoldina. Este brasão durante a campanha do plebiscito que ocorreu em 1993 aqui no Brasil esteve na cabeceira da cadeira onde se sentou sua Alteza o Príncipe Dom Luiz de Orleans e Bragança, tanto em SP, como em Jundiaí, em Nazaré, Francisco Morato, Franco da Rocha, Aparecida do Norte, Lorena, etc.
    131. Banqueta com estofo marrom acompanhada de belíssima mesa branca, comprida de pouca largura, muito fina, frisos cor de ouro, muito antiga e graciosa. Excelente aquisição.

    132. Maravilhosa e rara coleção de livros de História do Brasil do inigualável historiador Pedro Calmon. Sua escrita é escorreita, clara, agradável de se ler, parece que está contando a nós a história da nossa gente, da nossa Pátria, de modo claro e preciso! Rara! Preciosa! Linda

    133. Quadro grande da Escrava Anastácia. Trata-se de uma devoção católica da Igreja de Nossa Senhora do Rosário e São Benedito no centro do Rio de Janeiro. Diz-se que ela sofreu muito. Era princesa na África, foi capturada e trazida como cativa, muito formosa foi perseguida por seu proprietário. Não se entregando sofreu todo tipo de humilhação até a morte, sentada num formigueiro e sem comer a máscara de flandres e a chibata no lombo até sucumbir. É muito poderosa junto de DEUS. Nosso Senhor! Coisas vergonhosas da escravidão.

    134. Escapulário que pertenceu ao Monge Beneditino Dom Amaro, do Mosteiro de São Bento, que faleceu com odor de santidade, verdadeira relíquia!

    135. Um lustre antigo.

    136. Escapulário que pertenceu ao Santo Frei Cristóvão Pirolli, da Ordem Carmelitana Descalça, Faleceu em fama de santidade. Escritor, pregador, apegou-se até a morte o fim a Santa Missa tradicional. O escapulário é novo, pois foi presente de fiéis. Pouco usou, mas o curto tempo em que ficou o virtuoso frade foi o suficiente para ele subtrair-lhe o poder e a virtude. Esta, pois cheio dela, o rico escapulário da Ordem da Senhora do Carmo.

    137. Chave de São Valentim. Devoção antiga de grande valia. Muito poderosa devoção.

    138. Bandeja com prata Chinês antiga.

    139. Jogo de suporte de porta-copo Espanhóis num total de meia dúzia.

    140. Escova de roupa com cabo.

    141. Cinzeiro em forma de coruja.

    142. Aparador de Lixo.

    143. Frigideira Antiga

    144. Abridor de Latas Antigos.
    .

    145. Peça interessante. Simboliza vida, a alegria, o anúncio.Trata-se de peça de Portugal do Vizeu, diz-se que é muito bom por atrás da porta, traz bom agouro, dizem os mais antigos.

    146. Tira gosto também Português, do Vizeu, trazido por Gonçalo Corrêa, trata-se de tira gosto em forma de uma folha esparramada, aberta no fecho, onde se segura, o cabo uma folha, 4 dimensões Peça interessante.

    147. Coleção de Piedosos cânticos católicos da Pia União das Filhas de Maria da Arquidiocese de Niterói – Rio de Janeiro. Do grande odor sacro Dom Antonio de Almeida Moraes Júnior, Diocese Limítrofe com a Diocese de Campos, onde se era Bispo, Sua Excelência Reverendíssima, o Senhor Dom Antonio de Castro Mayer.

    148. CD – concerto na capela Magdalena.

    149. Coleção preciosa dos sermões do Padre Vieira .

    150. Vasinho Antigo

    151. Antiga pintura a mão figura japonesa.

    152. Bandeja com pé de louça, pintada.

    153. Porta-Jóias de metal vazado.

    154. Cabide com armadura medieval.

    155. Belíssima Alva – Paramento Sagrado da Ordenação do Padre Jahnel.

    156. Vaso Grande de Louça. No Estado

    157. Jesus, pintura à óleo, “Jesus Misericordioso”, muito raro, do qual se desprende raios poderosos de luz, pintura de muito bom gosto e muito bem feita!

    158. Chaveiro de suas majestades os Reis da Espanha Dom Juan Carlos e Dona Sofia.

    159. Quadro-Pombinho na janela

    160. Quadro – Girassol

    161. Quadro – gravura “Mercado de Escravos” – Jean Batista Debret, Rio de Janeiro. Escravos trazidos da África nos navios tumbeiros aguardam senhores que os venham arrematar, triste quadro!

    162. Quadro “A Lavoura”

    163. Arredores do Rio Colonial do tempo de D. João VI. Debret.

    164. Belíssimo quadro da Igreja Matriz de Santo Antonio de Caraguatatuba – São Paulo. Em bico de pena.

    165. Quadro” Por de Sol”

    166. Porta-Pão

    167. Porta Jóias pequenas, como anéis. Toda Florida.

    168. Interessante e ao mesmo tempo triste quadro de açoite de cativo no tronco por outro negro, na praça do Rio de Janeiro, Corte, época do Rei D. João VI, gravura de Debret. Origem Petrópolis.

    169. Um quadro do inigualável pintor Rugendas, da heróica cidade de Campos dos Goytacazes, hoje Campos, do Estado do Rio. Velhos Tempos!

    170. Bonito prato trabalhado, da Europa. Bem Antigo!

    171. Bandeja com dois bules-Império, um de Leite, outro de café. Banho de Prata. Antigos. Bem Antigos!

    172. Cd de Música antiga. Raridade. Barroco nos Países vizinhos do Brasil.

    173. Quadro de pintura feita à óleo de pintor desconhecido, mas sabe-se que pela descrição deve tratar-se de Diamantina – Minas Gerais, no século XVIII.
    174. Quadro “Paraty! Bico de pena.
    175. Quadro mui interessante. Trata-se de gravura de Debret. Sempre retratando usos e costumes do Brasil, sobretudo da Corte do Rio de Janeiro, da Colônia e Império. Desta vez, a escrava quituteira, o vendedor de frutas… Os famosos “escravos de ganho”

    176. A Rainha Dona Carlota Joaquina a Princesa do Brasil, mui digna esposa do Rei do Dom João VI.

    177. Quadro também de muito interesse histórico! Cenas e mais cenas do cotidiano do Rio Antigo! O Dono chicoteando seu escravo que lhe implora que pare, escravos lavando roupa com o filho nas costas, escravos de ganho vendendo doces, outras de cativos, dama (mas amulatada) e por aí vai. Acho que é de Debret. É demais!

    178. Dizem que este quadro foi pintado por Chico Xavier. Nunca soubemos que ele pintava, que escrevia sim. De qualquer forma, é lindo, um pobre, um mendigo, as Torres da Velha Matriz, os quintais grandes, as ruas abandonadas, no que pensou seu autor?
    179. Uma vitrola antiga para discos de rotação setenta e oito e outras.

    180. Par de Almofadas com motivo Flor de Liz – Símbolo Da Nobreza.

    181. Belíssimo quadro, bico de pena, retratando a Rua Marechal Deodoro da Fonseca em Paraty – Estado do Rio de Janeiro, onde reside o Príncipe Dom João de Orleans e Bragança.

    182. Maravilhoso jogo de toalhas imperiais, composto de duas toalhas de rosto e duas toalhas de banho.

    183. Eglise Saint Nicolau Chardonet Paris France – Igreja de São Nicolau de Chardonet – Paris – França. A Igreja tomada de modo interessantíssimo no centro da “cidade luz” pelos tradicionalistas católicos.

    184. Quadro também Paris – França, século XIX, arredores, provavelmente, nos campos.

    185. Três “Tigelinhas” muito engraçadinhas, todas pintadas em ouro, com vasos de flores, bem antiga, perfeitíssimo estado.

    186. A Tradicionalíssima Igreja Matriz de Santo Antônio em Caraguatatuba, Estado de São Paulo. Bico de Pena.

    187. Prato de Parede, com dois anjos cantando e dançando festivamente entre flores e ramos, tocando instrumentos musicais.

    188. Lendária Igreja de São Sebastião, localizada na Praça Major João Fernando, desconhecemos o município. Bico de pena.

    189. Caixa Azul contendo três objetos que segundo, Sr Sérgio Campos Bocchino eram guardados por sua saudosa mãe que faleceu com 95 anos de idade, a qual tinha tradicional sangue Paulista e Indígena, afirmando que era de seu esposo. Parece ser uma medalha da Federação Brasileira de Homeopatia – Honra ao Mérito, um Escudo Inglês e uma moeda da “Casa da Moeda do Brasil, com cartões Monárquicos”.

    190. Espelho Sol.

    191. Sino de Metal para chamar a criadagem.

    192. Baú pequeno.

    193. Caixa de Rapé caseira, com rapé de São João Del Rey – Minas Gerais.

    194. Porta Guardanapo Individual.

    195. Maravilhosa Bandeja de Madeira, Marchetada, Trabalhada, Policromada , com pintura em relevo, belíssima, Porto- Portugal.

    196. Soleníssimo Brasão com duas flores de Liz de Santa Joana D’ARC. Porte France, França. A filha primogênita da Santa Madre Igreja. A Cruz e a Espada. A Nobreza e a Padroado.

    197. Coleção (Famosa) Prática Jackson 13 volumes ricamente encadernados. Todos ricamente ilustrados!

    198. Conjunto de porta algodão e produtos de beleza de cerâmica azul.

    199. Uma coleção antiga dos livros de Eça de Queiroz.

    200. Livros da Tradição Católica (manuais, Doutrina, a Missa segundo o rito Romano, etc).

    LEMBRETE

    1- Como sempre continuamos com a venda do “Vinho do Papa”. Trata se na verdade de vinho canônico utilizado pelo Santo Padre, o Papa Bento XVI, em sua viagem ao Brasil, de excelente paladar serve para a mesa.
    2- Também vendemos Hóstias feitas debaixo de muita oração, Hóstia para santa Missa e partículas para os fieis com excelentes desenhos tradicionais em relevo.

    Padre Jahnel
    Endereço para correspondência:
    Rua Rangel Pestana, 1111 – Centro
    Jundiaí – SP Brasil
    CEP: 13.201-000
    Fone (11) 3964-4037 ou 72479070
    padrejahnel@gmail.com

  11. Márcio disse:

    Prezado e Reverendo Padre Jahnel, Salve Maria!

    Talvez fosse interessante criar um blog para divulgar. É gratuito, fácil e permite muitos recursos, inclusive colocar fotos de alguns objetos à venda. O senhor poderia dar uma lida nos termos de uso dos hospedeiros de blog, mas acho que não tem problema.

    De qualquer forma, já estamos divulgado as informações que recebemos.

    Invocando sua benção,

    AMDG,

    Márcio

  12. Padre Jahnel disse:

    Prezado Márcio,
    Agradeço a atenção dispensada divulgando meus dados e o texto, agora estou enviando meu novo site:
    http://www.tradicaoantiguidades.com.br
    para divulgação, assim que houver retorno entrei em contato para enviar-lhe uma lembrança.
    Deixo-lhe minha benção e subscrevo-me com a mais alta estima, consideração e respeito, estando as suas ordens.
    Atenciosamente, Padre Jahnel

  13. Márcio disse:

    Prezado e Reverendo Pe. Jahnel, Salve Maria!

    Já estamos divulgando. Mas o senhor não precisa se preocupar com nada material. Peço apenas suas orações, na Santa Missa Tridentina, e o bom combate pela Igreja Católica.

    Invocando sua benção,

    AMDG,

    Márcio

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