A impossibilidade da evolução

A teoria da evolução das espécies se baseia no princípio da sobrevivência do mais forte. Dentro de uma determinada espécie existem indivíduos mais adaptados para sobreviver do que outros. Esses mais adaptados ao meio sobreviveriam e transmitiriam seus caracteres para seus descendentes, enquanto que os inaptos seriam eliminados e não deixariam descendentes. Dessa forma, haveria como que uma seleção natural que eliminaria os caracteres indesejáveis das espécies, restando apenas aqueles mais adaptados à sobrevivência. O acúmulo de mutações genéticas causaria, ao longo de milhões de anos, o aparecimento de novos caracteres, que seriam sempre purificados pela seleção natural. Dessa forma, ao longo de milhões de anos, surgiriam novas espécies sempre mais adaptadas ao meio do que aquela original.

Se seguirmos esses princípios encontraremos uma grande contradição no evolucionismo. Se os novos indivíduos que sobreviveram à seleção natural são os mais aptos a sobreviver dentro de sua espécie, então sua descendência necessariamente teria de ser mais apta do que os antepassados, cujos indivíduos mais fracos foram sendo eliminados e, junto com eles, os caracteres defeituosos. Mas, segundo o evolucionismo, as mutações acumuladas seriam capazes de formar novas espécies. Então, se a prole é cada vez mais apta a sobreviver, e se essa prole, ao longo de milhões de anos, gera uma nova espécie, então a espécie gerada teria necessariamente de ser mais apta a sobreviver do que a espécie original. Sempre que disséssemos que B evoluiu a partir de A, então B teria necessariamente que ser mais apto a sobreviver do que A.

Essa é a conclusão lógica dos princípios da teoria da evolução. Entretanto, o evolucionismo afirma que o cachorro descende do lobo. Nós, que ainda não viramos zumbis manipulados pela mídia, podemos (e devemos) nos fazer uma pergunta simples: será que o cachorro pode ser considerado mais apto a sobreviver num ambiente selvagem do que o lobo? Não devemos considerar o ambiente urbano, pois a existência do homem sobre a Terra é muito recente, e a teoria da evolução exige milhões e milhões de anos para que uma espécie se transforme em outra através do acúmulo de pequenas mutações. E quando falamos em cachorro, devemos pensar em todas as raças, até mesmo nas mais indefesas, naqueles cãesinhos de estimação que não fazem mal a uma criança. Todos eles seriam descendentes dos lobos e, pela lógica evolucionista, deveriam ser mais aptos a sobreviver num ambiente selvagem, caso contrário os caracteres introduzidos pelas mutações seriam eliminados pela seleção natural e a nova espécie não se formaria. Chegando a este ponto, até o mais fanático defensor do evolucionismo percebe a contradição.

Esse é um raciocínio simples que demonstra a impossibilidade da evolução do cachorro a partir do lobo. Quantas vezes já não ouvimos um evolucionista estufar o peito para afirmar tal evolução? Aqueles que não suportam a verdade, a Verdade que é Deus, criador do mundo, preferem sacrificar tudo, até a lógica, em defesa do seu dogma ateu. A Verdade vos fará livres. O ódio ao Criador vos fará escravos de uma teoria pseudo-científica. De que lado nós estamos?

Quem está em comunhão com o Papa?

A primeira acusação que os modernistas levantam contra os tradicionalistas é a de que estes não estariam em comunhão com o Papa. Vem toda aquela argumentação falaciosa de que somos obrigados a aceitar o Concílio Vaticano II como se esse fosse infalível, quando os próprios papas que o realizaram tiveram o cuidado de dizer que ele era apenas pastoral. Por mais que se demonstre que este concílio, de fato, ensinou o erro – e erros gravíssimos contra a Fé – os modernistas lhe exigem obediência cega. Os “papinhas” do Falsitatis Splendor chegam a “excomungar” quem não aceite os erros do Vaticano II. E dizem que nós temos que aceitar como legítima a protestantizada missa nova de Paulo VI. Os sólidos argumentos apresentados contra a missa nova são simplesmente ignorados pelos modernistas. Em resumo, para os modernistas, quem não aceita os erros do concílio Vaticano II e da missa nova, não estaria em comunhão com o Papa e com a Igreja. A conseqüência (i)lógica (desses argumentos irracionais) seria a de que os que aceitam essas aberrações heréticas estariam em comunhão com o Papa e a Igreja.

Que habilidade têm os hereges em inverter totalmente a verdade! Quem aceita os erros do modernismo está excomungado pela Praestantia Scripturae, do São Pio X. Mas, somente pelas posturas assumidas pelos defensores do vaticano II, já se percebe um cisma silencioso. Aqueles que falsamente juram fidelidade ao Papa são, na realidade, os seus maiores inimigos. Por outro lado, aqueles chamados “tradicionalistas”, ditos “excomungados” (por uma excomunhão sem valor), perseguidos pelos modernistas, esses sim são fiéis ao Papa. Não temos dúvida de que a FSSPX, constituída de verdadeiros católicos, é infinitamente mais fiel ao Papa do que qualquer defensor do Vaticano II. Bastará que o Papa condene os erros do Vaticano II e da missa nova, e faça justiça a Dom Marcel Lefèbvre, que a Fraternidade estará de novo juridicamente inserida na Igreja. Digo juridicamente, porque espiritualmente eles já estão, e sempre estiveram, porque nunca desejaram deixar de ser católicos. O que os porta-vozes do inferno chamam de “cisma” da FSSPX não passou de ato extremamente injusto da parte de João Paulo II, que não perseguia os inimigos da Igreja, mas perseguiu aqueles que desejavam apenas serem fiéis à doutrina de sempre. Os tradicionalistas resistiram e não abandoram a Fé, não fizeram o que queriam os modernistas: que eles aceitassem os erros do vaticano II e da missa nova.

Longe das perseguições sofridas pelos verdadeiros católicos, os hereges modernistas tiveram vida bem fácil dentro da Igreja, proliferando seus erros e causando a grande apostasia que conhecemos em nossos dias. Uma das grande instituições anti-católicas que se desenvolveu no interior da Igreja foi a infame CNBB, responsável pelo PT e por toda crise moral pela qual passa nosso país atualmente. O que não falta no “curriculum” da CNBB são traições à Igreja. Nem passou ainda o escândalo causado pelo DVD da “campanha da fraternidade” que não defendia em nada a vida, a CNBB já aprontou de novo. A última ousadia da organização foi o 12° Encontro Nacional de Presbíteros, um verdadeiro grito de revolta contra o Papa Bento XVI, denunciado pela Montfort, cuja leitura recomendamos.

Deixo aqui uma pergunta aos leitores: de que adianta proclamar-se em comunhão com o Papa e defender tais heresias? Os modernistas somente estão dentro da Igreja para poder destrui-la. São Pio X já declarara, em 1907, que os maiores inimigos da  Igreja estavam infiltrados n’Ela. Foram esses hereges que triunfaram no Vaticano II. Portanto, não sejamos nós inocentes de imaginar que podemos aceitar os erros do clero modernista e da missa nova baseados na idéia de que eles estariam em comunhão com o Papa, porque eles não estão.

O caso comentado pela Montfort (que aliás é outro excelente exemplo de que os tradicionalistas são os maiores defensores do Papa) é apenas mais um no meio de tantas traições à Igreja cometida pelos defensores do concílio Vaticano II. Eu pretendo denunciar aqui neste blog muitos outros casos de traição à Igreja cometidos, sobretudo, pelo clero modernista. Faço isso porque não vejo outra forma de abrir os olhos dos católicos que estão sendo enganados por este clero corrupto, traidor da Igreja e inimigo da Deus. A comunhão deles com o Papa é mera fachada para atrair os católicos desprevenidos. Aliás, como se poderiam dizer defensores do Papa aqueles que defendem o Vaticano II? Não foi justamente esse concílio que tentou abalar o poder papal através da “colegialidade”? Quem defende o vaticano II está contra o poder monárquico do Sumo Pontífice e, portanto, contra a Igreja.

A cegueira do evolucionismo

O evolucionismo se tornou um dos maiores “dogmas” do ateísmo moderno. Não podendo contestar os argumentos criacionistas, os evolucionistas se concentram em uma propaganda intensa das suas idéias, realizando uma verdadeira lavagem cerebral. Desde os bancos escolares, as crianças são ensinadas a repetir que o homem veio do macaco. A mídia também repete a mesma estória “ad nauseam”, formando um verdadeiro exécito de zumbis, que sabem apenas repetir as mesmas fórmulas prontas que ouviram tantas vezes antes. E como se não bastasse a propaganda, sempre que se tenta debater o assunto com um evolucionista, este logo apela para a crítica do criacionismo como sendo “idéias religiosas ultrapassadas” e que “não estão de acordo com a ciência”. No entanto, a verdade passa bem longe disso, pois o evolucionismo também é uma crença religiosa, porém pagã, e a ciência está do lado do criacionismo.

A figura abaixo foi retirda do Novo Atlas Universal, publicado pela DCL – Difusão Cultural do Livro. Ele representa o surgimento dos primeiros seres vivos. Nele podemos perceber claramente a assim chamada “explosão de vida do Cambriano”, que foi o surgimento de diversos seres vivos, muitíssimo complexos, sem que houvesse qualquer mudança gradual dos seres vivos extremamente simples que existiam anteriormente. Essa é uma das maiores provas do Criacionismo: a vida surgiu de repente na Terra. Não houve mudança gradual como exigiria a teoria da evolução, mas houve sim o aparecimento de seres vivos complexos, alguns dos quais existem até hoje.

Origem da vida

Apesar de ter exibido esse gráfico que ilustra a verdade, o texto abaixo do mesmo conta a mesma mentira evolucionista de sempre.

A vida não se iniciou na Terra, de repente, no começo da Era Paleozóica. Porém, em virtude da escassez de fósseis, os cientistas sabem muito menos a respeito da vida nos períodos que precederam a Era Paleozóica.

O leitor que ainda não virou zumbi e tem capacidade de questionar vai se perguntar: o quadro não foi feito a partir dos fósseis encontrados? E ele não demonstra claramente que a vida surgiu de repente na Terra? Por que o texto diz o contrário? Claramente estamos diante de mais uma tentativa frustrada de se defender o evolucionismo. O texto tenta argumentar que há poucos fósseis nas eras anteriores à Paleozóica, por isso pouco se sabe da vida nas mesmas. Mas, se são exatamente através dos fósseis que nós sabemos existiu vida no passado, como podemos garantir que havia vida antes do Palezóico se não encontramos os fósseis? Na realidade o que havia eram apenas fósseis de seres vivos muito simples, e não se encontrou nenhuma transição gradual para os seres complexos do Cambriano.

O gráfico representa o testemunho dos fósseis e, portanto, a verdade científica. O texto, infelizmente, representa a doutrinação evolucionista, contrária à ciência e ao bom senso. O evolucionismo zomba da incapacidade de raciocinar à qual as pessoas foram levadas desdes os primeiros anos de escola. Tudo isso por ódio a Deus, porque não querem admitir que houve uma criação e, portanto, um Criador. Por isso, doentes de um ateísmo profundo, os “defensores da ciência” acabam por destruí-la, impondo uma interpretração que não está de acordo com os fatos observados.

A propósito do desarmamento

A questão do desarmamento está sendo trazida de novo à tona com o anúncio de que será retomada a campanha que tanta polêmica causou.

Que um governo comunista tente desarmar a população, isto é mais do esperado, dado o caráter totalitário assumido por todos os que defendem essas teorias anacrônicas, que já demonstraram sua incoerência e sua incompetência através de inúmeros desastres históricos.

O que jamais se deveria esperar é que homens da Igreja se metessem a defender uma campanha absurda que visa a desarmar o cidadão, e não o bandido.  A que nível chegou o clero pós-conciliar! A CNBB, que recentemente deu mais um escândalo com seu DVD da “campanha da fraternidade”, também se sujou, e muito, na campanha do desarmamento. Aliás, para a CNBB sobram campanhas e falta evangelização. Pois se os eminentíssimos bispos do Brasil ainda pregassem o Evangelho, estariam do lado oposto da famigerada campanha, uma vez que foi Nosso Senhor que nos mandou possuir armas:

“(…) aquele que não tiver uma espada, venda sua capa para comprar uma. ” (Lc 22, 36)

 E o  Catecismo Romano esclarece bem:

f) matar em defesa própria [8]  pela razão alegada, é de toda evidência que não transgride este Preceito [i.e, o quinto mandamento], quem mata outra pessoa em defesa de sua própria vida, se tiver usado todas as precauções necessárias. (Catecismo Romano, Parte segunda, Capítulo sexto)

A CNBB e todo o clero modernista preferem ficar do lado do PT, das ONGs, dos artitas de televisão, a defender a Verdade do Evangelho. A triste cena de eclesiásticos apoiando uma campanha movida pela esquerda e que contraria abertamente os ensinamentos de Cristo e de sua Igreja é um claro sinal da apostasia em que cairam os seguidores do Concílio Vaticano II.