Magia é coisa inocente, segundo Felipe Aquino

Será que o prof. Felipe Aquino lê as matérias antes de publicá-las em seu site? Às vezes dá a impressão que não, tamanha a contradição delas com a Fé Católica que o “carismático” professor diz professar. Leiam, por exemplo, esta:

O que é o Eneagrama?

O eneagrama é um curso que mistura concepções deiversas podendo levar ao penateísmo, a reencarnação e a magia. Como tal é inocente, más sugere coisas erradas em matéria de doutrina.

Pe. Estêvão

Data Publicação: 16/01/2008

http://www.cleofas.com.br/virtual/texto.php?doc=PERGUNTA_RESPOSTA&id=prs0147

Não parece, mas a “resposta” foi publicada na íntegra. Assinada por um padre (modernista, certamente), na realidade ela não responde nada. Isso qualquer pessoa alfabetizada percebe. Seria mais útil pesquisar na internet utilizando qualquer motor de busca do que perguntar para o tal “professor” Felipe Aquino e receber uma resposta ridícula e evasiva como essa.

Mas o pior não é isso. Segundo a resposta do tal padre, que o Felipe Aquino aprovou e indicou em seu site, o panteísmo (ou panenteísmo, não dá para saber porque ele escreveu um termo que não existe mas que se assemelha a ambos), a reencarnação e até a magia seriam coisas inocentes! Mas ele adverte sobre coisas erradas em matéria de doutrina, que não incluiriam as precedentes, uma vez que elas foram consideradas inocentes…

Quanta confusão Felipe Aquino!!! É assim que você quer ensinar a doutrina católica?

É bem verdade que, em outro artigo, sobre medicina alternativa, publicado nove dias antes desse que estamos comentando, o Felipe Aquino condenou a magia.

São Pio X, na sua encíclica Pascendi, denunciou que os modernistas defendem em uma página o que negam em outra:

É por isto que nos seus livros muitas coisas se encontram das aceitas pelo católicos; mas, ao virar a página, outras se vêem que pareceriam ditadas por um racionalista. Escrevendo, pois, história, nenhuma menção fazem da divindade de Cristo; ao passo que, pregando nas igrejas, com firmeza a professam. Da mesma sorte, na história não fazem o menor caso dos Padres nem dos Concílios; nas instruções catequéticas, porém, citam-nos com respeito. Distinguem, portanto, outrossim a exegese teológica e pastoral da exegese científica histórica.

(São Pio X, Pascendi Dominici Gregis, 1907)

Será que o Felipe Aquino usa essa estratégia do modernismo?

Na melhor das hipóteses, ele é apenas um trapalhão que não presta atenção no que escreve. Mas então, nós lhe perguntaríamos onde está a responsabilidade do professor que “ensina” de modo tão confuso, afirmando uma coisa em um lugar e a contradizendo em outro?

Por que você, Felipe Aquino, ensina as pessoas a se afastarem da Tradição Católica contrária ao Vaticano II? Será que é porque nós denunciamos os erros enormes que você e os demais carismáticos cometem?

Cristo ressuscitou!!!

O maior acontecimento deste mundo se passou neste dia feliz! O Filho de Deus, que sofreu sua Paixão e Morte, agora ressuscitou e vive para sempre. Ele venceu a morte pela morte. Quando, aos olhos do “mundo” tudo parecia perdido, Deus demonstrou seu poder. Depois da humilhação da Cruz, veio a maior glória da Ressurreição.

Este é o dia para nos alegrarmos, porque Ele pagou o preço de nossa salvação. Para muitas pessoas, como também para mim, há um novo motivo para se comemorar, pois é a primeira Semana Santa que podemos assistir ao rito Tridentino, graças ao Santo Padre Bento XVI. Rezemos para que ele possa continuar firme no combate ao modernismo e realizar a plena restauração da Santa Igreja Católica. Cristo venceu a morte. A Igreja de Cristo vencerá a heresia modernista, da mesma forma como já venceu todas as outras heresias e perseguições.

Para mim, há uma alegria a mais, a de saber que entre os leitores do blog já se encontram nossos irmãos portugueses. Muitíssimo me honra saber que estamos sendo lidos em Portugal, nação à qual devemos o bem inestimável da Fé Católica, além desta tão bela língua portuguesa.

Agradeço a todos que nos lêem e espero corresponder à confiança depositada em nosso humilde trabalho em defesa da Santa Igreja Católica.

Felipe Aquino ensina a desobedecer mandamento da Igreja

Felipe Aquino, um dos professores de heresia da Canção Nova, não é um bom católico. Isso porque uma das condições de se merecer tão sublime nome é a de ser obediente à Igreja Católica. Ele até se diz muito obediente, mas sua obediência se resume ao herético e desobediente Concílio Vaticano II. Quando se trata de verdadeiros preceitos da Igreja, o professor se excusa de obedecer, e pior, ensina outros a fazer o mesmo. Pensa o leitor que isso é perseguição e exagero da minha parte? Então, por favor, tenha a bondade de ler o trecho a seguir, destacado de um texto publicado no site do professor de heresias:

Por que a Igreja Católica proíbe o consumo de carne vermelha na Semana Santa?

Atualmente a Igreja Católica evita as palavras obrigação e proibição. Ela apenas aconselha a abstinência de carne vermelha como gesto de conversão. (…)

Com o passar dos séculos, a carne deixou de estar presente somente nos banquetes e perdeu seu caráter simbólico de pecado. A orientação atual é que os católicos que desejarem se abstenham na Quarta-Feira de Cinzas, nas sextas-feiras da Quaresma e na Sexta-Feira Santa. Pessoas enfermas, idosas e crianças são isentas dessa orientação.

Fontes: Irmã Maria Inês Carniato, da Editora Paulinas

Data Publicação: 15/02/2008

http://www.cleofas.com.br/virtual/texto.php?doc=PERGUNTA_RESPOSTA&id=prs0160

O que o Felipe Aquino está dizendo, através de artigo de outrem, é que não é obrigatório fazer o jejum na Quarta-feira de Cinza e na Sexta-feira Santa, contrariando um dos mandamentos da Igreja. É isso que faz a diabólica RC”C”: confundir os católicos e ensinar-lhes a desobedecer a Santa Madre Igreja. Vamos ler o que escreveu um verdadeiro católico a respeito do jejum e da abstinência:

A Igreja, cumprindo a sua obrigação de ser guia e mestra, fixou um mínimo para todos, uma penitência que todos – com certos limites – devemos fazer. Este mínimo estabelece uns dias de abstinência (em que não podemos comer carne) e outros de jejum e abstinência (em que devemos abster-nos de carne e tomar uma só refeição completa).

Como Cristo Nosso Senhor morreu numa Sexta-feira, a Igreja estabeleceu todas as sextas-feiras do ano – e também a Quarta-feira de Cinzas – como dias obrigatórios de penitência. O preceito geral da Igreja obriga a abster-se de carne todas as sextas-feiras do ano. Mas o Papa Paulo VI, na constituição Paenitermini, deu às conferências episcopais dos diversos países a faculdade de trocar a abstinência de carne por outras práticas de penitência cristã, como a oração a esmola, outras mortificações, etc. De acordo com essa faculdade, os bispos do Brasil determinaram que nas sextas-feiras do ano, inclusive da Quaresma – exceto a Sexta-feira Santa – a abstinência de carne podia ser substituída, à escolha de cada um, por outras formas de penitência, principalmente por obras de caridade e exercícios de piedade, isto é, por algumas orações.

Mas na Quarta-feira de Cinzas e na Sexta-feira Santa fica de pé a obrigação de fazer jejum e abstinência. Nesses dias, só se pode fazer uma refeição completa, podendo tomar-se alimento duas vezes mais no dia desde que, juntas, não formem uma refeição completa. Nenhuma dessas refeições pode incluir carne.

Trese, Leo J.; A Fé Explicada, 5a edição, editora Quadrante, 1990

Antes de tudo vemos como o papa Paulo VI afrouxou os costumes dando liberdade às conferências episcopais (que não têm instituição divina) para diminuir os dias de jejum e abstinência. Apesar desse “aggiornamento”, a Quarta-feira de Cinzas e a Sexta-feira Santa continuam sendo dias de preceito, nos quais se deve fazer jejum e abstinência, e isto é um dos Mandamentos da Igreja, jamais revogado. O que o Felipe Aquino disse que seria opcional, na realidade é obrigatório. Mais uma das mentiras do “carismático” professor…

Interessante, também, notar que o texto publicado no site do professor, usa os termos atual e atualmente para descrever a situação. Sinal de que ele aceita o “aggiornamento” do Vaticano II, como se os mandamentos de hoje fossem diferentes dos de ontem. E resaltamos mais ainda o que eles dizem sobre a Igreja, que hoje “evita as palavras obrigação e proibição. Ela apenas aconselha”. Isso é o que o Vaticano II quis da Igreja, que Ela fosse submissa ao homem. Mas o texto do recomendável livro A Fé Explicada, supracitado, destaca: ” A Igreja, cumprindo a sua obrigação de ser guia e mestra, fixou um mínimo para todos, uma penitência que todos – com certos limites – devemos fazer“. A Igreja não tem que ser submissa ao homem, e sim o homem submisso à Igreja. Ela não deve apenas aconselhar pois, se Ela é Mãe e Mestra – Mater et Magistra – Ela tem a obrigação de impor limites e deveres aos homens que deseja educar na Fé e no Amor de Deus.

Felipe Aquino segue o diabólico Vaticano II que almejou tirar da Igreja seu poder de corrigir os homens e de lhes impor santos e piedosos deveres. Felipe Aquino quer a Igreja como Paulo VI a confessou no Vaticano II, quase como escrava da humanidade. Por não ser obediente à Igreja, esse professor, e os outros membros da RC”C”, decididamente não podem ser considerados exemplos para os católicos.

Livro escrito por comunista busca manipulação das massas

A reportagem abaixo foi extraída do jornal Folha de São Paulo. É extremamente esclarecedora e interessante porque demonstra a forma desavergonhada com que mentem os defensores de certas ideologias. Quando se fala de subversão, poucos nos levam a sério. As grandes massas já estão de tal forma sedadas pela propaganda que pensam ser o comunismo algo do passado. Isso, quando já não o vêem com bons olhos. A maneira insidiosa de transmitir as ideologias, infiltrando o veneno nas massas sem que elas se dêem conta disso, não é coisa do tempo da Guerra Fria, mas matéria atualíssima.

Abaixo, segue a reportagem (os destaques são nossos):

Novas lições do Paraguai” – Historiadores revêem a tese de que o país de Solano Lopez teria sido uma Cuba do século 19 derrotada pela alianca militar do Brasil com a Argentina e o Uruguai.

O Brasil sofreu um rolo compressor ideológico nos ultimos anos do regime de 64, principalmente graças a dois best sellers desse nacional-populismo revisionista, “As veias abertas da América Latina”, do uruguaio Eduardo Galeano, publicado pela Paz e Terra em 1978, e “Genocídio Americano – A Guerra do Paraguai”, do brasileiro Júlio José Chiavenatto (Brasiliense, 1979).

Os dois livros apelam para a emotividade e para uma seletiva utilização das fontes. “Até sua destruição, o Paraguai se erguia como uma exceção na América Latina: a única nação que o capital estrangeiro não tinha deformado”, escreveu Galeano, que começa a falar da guerra descrevendo primeiro uma viagem de ônibus ao lado de um camponês guarani que “articulou algumas palavras tristes em castelhano: nós paraguaios somos pobres e poucos.”

Para Chiavenatto, a ditadura de Francia era exercida “em favor do povo”, e o Paraguai era “o mais progressita país da América do Sul.”

Um bom exemplo da técnica desse autor pode ser vista na descrição da polêmica batalha de Campo Grande ou Acosta-Nu, para qual Lopez conseguiu reunir um maltrapilho exército de velhos e crianças depois de desbaratadas suas forças em embates anteriores.

Os brasileiros eram liderados pelo Conde d`Eu (1842-1922), genro de D. Pedro 2o . A batalha entre os veteranos brasileiros bem armados e os adolescentes paraguaios durou oito horas. Eram 20 mil aliados e 4.500 paraguaios. Morreram 2.000 paraguaios e 1.300 foram aprisionados; as perdas aliadas foram de apenas 45 mortos e 431 feridos. Foi parecido com o que os norte-americanos fizeram na Gerra do Golfo. O heroísmo suicida dos adolescentes é cultuado no Paraguai, que deu o nome da batalha a seu liceu militar.

Chiavenatto acusa o conde de ter deliberademente assassinado os adolescentes feridos paraguaios ao mandar incendiar o capim seco do local e cita como fonte as memórias do Visconde de Taunay (1843-1899), autor de “A Retirada da Laguna”.

O especialista em história militar Reginaldo Bacchi não entendia a menção. E foi fazer o que poucos leitores fazem: foi à fonte. E Taunay diz o exato oposto: havia balas que ainda explodiam no campo por causa “incêndio da macega ateado, no princípio da ação, pelos paraguaios, para ocultarem o seu movimento tático”.

Ainda mais curioso, percebe-se de Taunay que antes de ser um sanguinário matador de crianças, o conde era uma pessoal (sic) sensível. Como escreveu Doratioto em sua dissertação: “Depois da batalha de Campo Grande, talvez impressionado com a morte, na batalha, de tantos adolescentes que lutavam nas fileiras paraguaias, o Conde d`Eu mudou de postura. Segundo o Visconde de Taunay, que fez parte do Estado-Maior do comandante das forças imperiais, o Conde deixou de ser ativo e tornou-se `displicente e caprichoso, falando de contínuo na necessidade de regressar ao Rio de Janeiro`, afirmando a cada instante: `Não tenho mais nada que fazer aqui!` ” .

Folha de São Paulo, caderno Mais!, domingo, 9 de novembro de 1997, pag 5

 

O autor, Chiavenatto, tenta transformar Lopez em um “herói comunista” que teria lutado bravamente contra as potências extrangeiras. E, como é da praxe comunista, tenta denegrir a imagem dos adversários, principalmente dos nobres. Para isso, ela tenta atacar o Conde d’Eu, citando contra ele o que teria escrito o Visconde de Taunay, conhecido escritor brasileiro e testemunha ocular da guerra. E, confiante de que as massas não têm espírito crítico nenhum, distorce completamente as palavras de Taunay. Isso é típico das ideologias. Basta caluniar o adversário, inventar histórias horrendas a seu respeito. E depois sair espalhando-as por aí, porque sabem que a maioria dos ignorantes vão repeti-las sem nem raciocinar. É o que fazem constantemente todas as ideologias e seitas contra a Santa Igreja Católica. Inventam toda sorte de mentiras, de calúnias contra a Igreja de Deus. É a mesma estratégia dos grandes cínicos e impostores da história, como Voltaire e Hitler. A mentira era a arma de Voltaire: “Mentez, mentez toujours, il en restera quelque chose“, ou seja, “minta, minta sempre, alguma coisa ficará”.
Hitler lhe foi bom discípulo: “As grandes massas acreditarão mais facilmente numa grande mentira do que numa mentirinha”.
E como nós vemos essa estratégia aplicada hoje em dia! De políticos às seitas, de desarmamento civil a aquecimento global, sem esquecer, é claro, da maior mentira “científica” de todos os tempos, o evolucionismo.

Mas a mentira não é a única arma dos farsantes. Dois outros métodos bastante utilizados para transmitir as mais absurdas ideologias também foram destacados na reportagem:

Os dois livros apelam para a emotividade e para uma seletiva utilização das fontes.

A emotividade faz parte de toda campanha que tenta empurrar uma idéia ridícula. Na falta de argumentos, procura-se mexer com os sentimentos. Exemplo típico são as passeatas a favor do desarmamento que saem pelas ruas pedindo ‘Paz’, como se os bandidos fossem ficar comovidos. A emoção é a forma mais fácil de levar uma multidão a fazer o que um minoria quer, sem nem sequer ponderar com calma sobre o assunto. Quando as multidões faziam a saudação nazista e gritavam ‘Heil Hitler, que lugar havia para a razão? Era pura manipulação emocional aliada à instensa propaganda, da mesma forma como faz atualmente. A razão é definitivamente inimiga dos manipuladores das massas. Ela nos livra da manipulação da mídia, da política e das seitas.

E por falar em seita, como não nos lembrarmos da RC”C”? A emotividade é um dos caminhos mais curtos para levar as pessoas ao erro. Colocar a emoção acima da razão é a receita infalível para criar uma massa de fanáticos, prontos a seguir um líder enlouquecido sem sequer ponderar o que se está defendendo. Por isso, a RC”C”, como toda seita, usa e abusa do sentimentalismo. E ai de quem lhes tenta apresentar argumentos racionais… Ou mesmo argumentos de Fé, pois eles já não aceitam a autoridade quando ela lhes é desfavorável.

 

A seletiva utilização das fontes não necessita de muitos comentários. Quem quer esconder a verdade não pode expor os argumentos que a revelam. Os modernistas, por exemplo, procuram esconder as fontes da Tradição porque eles revelam a verdadeira doutrina. Por isso, foi necessário inovar o catecismo, o código de direito canônico, etc. Os artigos modernistas buscam referências apenas nos novos documentos, relegando os velhos ao esquecimento. Prometo para breve um artigo extremamente esclarecedor a esse respeito.

Falsitatis diz que se pode participar do Halloween

Os conhecidos inimigos da Tradição, “doutor” Rafael e companhia., do Falsitatis Splendor, conseguem defender as opiniões mais absurda como se fossem legítima doutrina católica. Eles promovem uma verdadeira guerra contra nós que queremos apenas ser católicos da única maneira possível – professando e defendendo a doutrina de sempre. Os artigos mentirosos do Falsitatis criam um verdadeiro preconceito contra os “tradicionalistas”. Uma pessoa que leia as mentiras do Falsitatis e acredite nelas, fica com uma impressão totalmente invertida sobre a situação da Igreja. É por isso que nós nos sentimos na obrigação de denunciar os erros do Falsitatis Splendor, para que todos saibam que eles não defendem a doutrina católica, e sim suas próprias idéias, que, diga-se de passagem, não são nem um pouco louváveis.

Explicado o motivo de nossa indignação contra esses pseudo-católicos, vamos ao artigo de hoje. Eu não tenho nenhum costume de freqüentar certos locais da internet mas, para conhecer um pouco mais do “pensamento” do Falsitatis, resolvi entrar no perfil deles no Orkut. Além de alguns artigos que não merecem sequer ser citados (e nem visitados) pelo baixo nível moral, encontrei uma discussão entre o “doutor” Rafael e alguns internautas sobre o Halloween. Tudo se iniciou com uma pergunta sobre a possibilidade de um católico participar de tal festa. E qual foi a resposta do “doutor” que se diz católico? Pois bem, ele defendeu o Halloween:

Rafael

A festa de Halloween é um deboche no diabo, originariamente! Nada a ver com cultuar bruxas e demônios, e sim como uma atitude bem católica (e irlandesa, povo catolicíssimo) de saber tirar o bem do mal e de não dar bola para a força do demônio quando se vive na graça!

Pecado é ser bruxa, não se fantasiar de uma!

Quanta besteira partindo de alguém que se autodenomina “doutor”! Desde quando o ato de se vestir como demônios significa debochar deles? E frase sensacionalista do “doutor”: “Pecado é ser bruxa, não se fantasiar de uma!”. Será que no carnaval ele veste uma fantasia bem esdrúxula e depois diz triunfante: “Pecado é ser tal coisa, e não se vestir como um!”. Sinceramente, isso já passou há muito do limite do ridículo.

Não foi à toa que os leitores (nenhum dos quais se proclamava “doutor”) se assustaram com a resposta do “doutor” Rafael e o questionaram. Mas ele não se corrigiu, senão piorou a situação prosseguindo com mais besteiras:

A Igreja Católica não tem posição sobre tudo. Ainda bem! A moral não se estabelece com listas do que pode e do que não pode, e sim com princípios universais que devem ser aplicados caso a caso.

Pois bem, a festa de Halloween é neutra. Depende, pois, sua licitude, da finalidade com que se vai, e das circunstâncias que a cercam. Ela, em si mesma, não cultua bruxas. Pelo contrário: é um deboche e tem origem cristã. Todavia, se uma festa específica não for isso, mas desculpa para o paganismo, então devemos evitá-la.

O site da Quadrante está perfeito! Ele confirma o que venho dizendo: a festa, em si mesma, não é imoral, e sim algumas delas que, nos dias de hoje, assumiram contornos neo-pagãos.

Vejam só a opinião do “doutor”: “A Igreja Católica não tem posição sobre tudo. Ainda bem!”. A Santíssima Igreja tem sim uma moral bem definida, e tem o direito, aliás, a obrigação, de proibir certas atitudes contrárias à Fé e à Moral. Mas o “doutor” exclama o seu “Ainda bem!” porque pensa que pode aplicar seus “princípios universais” por sua própria conta. E podemos ver por esta e outras situações, que a mentalidade do “doutor” é aberta ao mundo, “aggiornata”, o que permite que os tais “princípios universais” sejam entendidos da maneira mais frouxa possível, em desobediência aberta contra os veneráveis ensinamentos da Igreja. É porque o Rafael não é obediente à Moral da Igreja, que ele pôde afirmar, em outro artigo, que católicos podem participar de noitadas em boates. Que grande moral a do “pensador católico”! Se não me falhe a memória, era ele mesmo que reclamava “obediência” dos tradicionalistas aos erros do concílio vaticano II.

Voltando ao texto, o Rafael ainda acha que foram os pagãos que perverteram um costume legítimo dos cristãos e que foi nos dias de hoje que a festa assumiu “contornos” neo-pagãos! Na verdade, a festa original era pagã, e cultuava os mortos. Os cristãos transformaram a festa dos mortos na festa dos vivos: dos santos, daqueles alcançaram a vida plena, a salvação eterna, e estão na amizade do Deus Altíssimo e O adoram perpetuamente. Se nós quisermos ser católicos, devemos festejar os santos, através do culto católico. Se participamos do Halloween, estamos retrocedendo ao paganismo, àquilo que os celtas cultuavam antes de se tornarem um povo catolicíssimo, e não depois, como disse o “doutor” Rafael. Se seguíssemos o mau conselho do “doutor” Rafael, estaríamos cultuando a morte, e o príncipe das trevas, aquele deseja a morte eterna das almas.

O sr. Luís Dufaur, do blog Luz de Cristo, publicou um artigo que expressa a doutrina católica sobre o assunto, diametralmente oposta aos delírios do “doutor” Rafael:

Numa janela da movimentada rua Hudson Street, em West Village, bairro de New York freqüentado por homossexuais, pendia o corpo de um infeliz suicida. O enforcado colgava de um colar de cachorros e levava botas de couro. Sua cabeça estava envolta numa máscara de couro. Porém, vizinhos e passantes que viram o corpo enganaram-se achando mais uma montagem do Halloween, embora um pouco prematura. Depois sentiram-se envergonhados pela própria insensibilidade moral ante o drama. Mas, não é para insensibilidades dessas que as encenações monstruosas do Halloween predispõem os homens?

Fica aqui o nosso alerta sobre o perigo que é para a Fé a leitura dos textos do “doutor” Rafael e sua turma do Falsitatis Splendor, os mesmos que procuram difamar de toda forma os verdadeiros católicos, aqueles que não caíram na apostasia do vaticano II e da missa nova.

Finalmente ele saiu do armário!

Está certo, eu sei que já foi bastante noticiado pelos blogs católicos, e eu não gosto de transcrever notícias, tanto por não ficar “colando” artigos dos outros como para não tornar enfadonho, com a repetição, o trabalho daqueles que, como eu, acessam vários blogs. Mas esta aqui eu não posso deixar passar sem pelo menos um comentário meu.

Mons. Jonas Abib sempre defendeu doutrinas protestantes, sempre deu à Canção Nova um ar todo pentecostal, sentimentalista, contratrou protestantes para trabalhar lá, etc, etc. Mas agora ele assumiu de vez sua admiração pelos protestantes:

A nova vitalidade divina na Igreja
Segunda-Feira, 25 de fevereiro 2008

http://www.cancaonova.com/portal/canais/pejonas/pejonas_msg_dia.php?id=16111

O Papa Leão XIII consagrou o século 20 ao Espírito Santo, mas, infelizmente, nós, Igreja, não estávamos prontos. Depois na tarde do outro dia, um grupo de evangélicos pentecostais, em sua maioria negros, receberam os Pentecostes, e a partir daí começaram os Cenáculos. Houve falhas, mas os pentecostais são lindos e santos. Isso não só gerou homens santos, como também retornaram o Pentecostes e os Cenáculos. Essa graça aconteceu, mas por quantos preconceitos e por quantas lutas – até por parte de nós católicos – os pentecostais passaram.

O Papa João XXIII mal tinha acabado o Concílio de 1965, e em 1966 já aconteceu o derramamento do Espírito Santo. E daí começaram a surgir grupos de oração nos finais de semana. A Renovação Carismática Católica é a efusão do Espírito; depois do Concílio, Deus viu que o “odre” estava novo e colocou o “vinho novo”, que é o Espírito Santo. A partir de Pentecostes a Igreja expressa a vitalidade divina, que se manifesta com os dons dos carismas. E nós precisamos dessa vitalidade.

Seu irmão,

Monsenhor Jonas Abib

 A primeira coisa que a gente faz depois que lê um texto desses é soltar um longo suspiro. Depois, vem a pergunta: como é que deixaram esse padre chegar ao ponto onde chegou? Claro, a resposta a essa aberração só poderia estar no Concílio Vaticano II, que se recusou a condenar o erros dos tempos modernos. A Igreja tem a obrigação de corrigir quem erra. Caso Ela não o faça, espalham-se os erros, como o desse padre infeliz que admira os hereges pentecostais -lindos e santos !!! E foram eles que, fora da Igreja Católica, receberam o Espírito Santo, e depois ensinaram para nós, católicos, o que deveríamos fazer! E o desditoso padre ainda se lamenta porque eles sofreram preconceitos (sic!!!) e lutas!

 Mas texto que segue mostra bem porque os carismáticos são obrigados a defender o Concílio Vaticano II: foi esse concílio pastoral e falível que fez triunfar na Igreja a mentalidade modernista, que era um câncer que crescia desde que São Pio X faleceu. E o heresiarca Jonas Abib diz com todas as letras que foi depois do Concílio Vaticano II que houve a “efusão do Espírito Santo”. E antes do concílio, o Espírito Santo não santificava a Igreja? Então o monsenhor acha que a Igreja estava errada antes do concílio? Essa heresia não é nem um pouco nova.

Apesar de todos esses absurdos do Mons. Jonas Abib, o prof. Felipe Aquino publicou em seu site uma carta do ENGENHEIRO Wagner Zucchi (escrevi em maiúscula porque o pessoal do Falsitatis Splendor nunca esquece de destacar qualquer título que eles possuam [ou não] pouco importando o quanto isso tenha relação com o conteúdo do que estão escrevendo) afirmando que a Montfort está fazendo mal às almas. Afinal de contas, prof. Felipe Aquino, você pode me dizer, sinceramente, quem é que está fazendo mal às almas? Não precisa se apressar em responder, pois eu estou preparando uma carta aberta com essa e muitas outras perguntas. Hasta la vista.

A história sem “maquiagem”

Os textos dos livros didáticos de história de nossos dias estão repletos de preconceitos e mentiras contra a Igreja Católica e tudo o que se refira a Ela, como, por exemplo, a Idade Média, época do auge da Cristandade. No entanto, vez ou outra encontramos textos sem “maquiagem”, que nos mostram uma realidade bem diferente. Leiamos o texto a seguir, retirado de um curso de francês:

Dès le onzième siècle, Philippe-Auguste fait paver les rues de la capitale en prenant soin d’aménager une rigole pour l’évacuation des eaux usées. Vers 1370, le prévôt de Paris, Hugues Aubriot, décide la construction du premier égout voûté et maçonné, rue Montmartre. Le réseau qui se développe trop lentement est insuffisant, cinq siècles plus tard, pour traiter les cent mille mètres cubes d’eaux usées et rejetées quotidiennement par les Parisiens. Cette lacune dans l’assainissement aura une grande part de responsabilité dans l’épidémie de choléra de 1832. Vingt ans plus tard, le baron Haussmann et l’ingénieur Eugène Belgrand entreprennent la construction du réseau que nous connaissons aujourd’hui.
(fonte: http://french.about.com/library/listening/blce-egouts-transcript.htm)

Abaixo, a tradução, de nossa responsabilidade:

Desde o século onze, Filipe Augusto mandou pavimentar as ruas da capital tomando o cuidado de providenciar uma vala para a evacuação das águas utilizadas. Por volta de 1370, o preboste* de Paris, Hugo Aubriot, decide construir o primeiro esgoto em arco [abóbada] e alvenaria, na rua Montmartre. A rede que se desenvolve muito lentamente é insuficiente, cinco séculos mais tarde, para tratar os cem mil metros cúbicos de águas utilizadas e despejadas quotidianamente pelos parisienses. Esta lacuna no sistema de saneamento terá uma grande parte de responsabilidade na epidemia de cólera de 1832. Vinte anos depois, o barão Haussmann e o engenheiro Eugênio Belgrand empreendem a construção da rede que nós conhecemos hoje.

* magistrado militar

Esse texto, escrito com intenções puramente didáticas demonstra o contrário do que a propaganda anti-católica nos diz sobre a Idade Média. O textos “históricos”, escritos por marxistas preconceitusos e mentirosos, tentam a todo custo nos convencer de que a Idade Média era suja, sem higiene. Mas o texto sem “maquiagem” que nós lemos acima mostra como foi exatamente na Idade Média que foram feitas obras de urbanização e saneamento público. Passou-se, no entanto, a Idade Moderna inteira e boa parte da Idade Contemporânea sem grandes obras. Na época de grande aumento populacional, o governo da França não se preocupou com a higiene até que estourasse o surto de cólera. Mas, como o objetivo dos livros didáticos (marxistas) é atacar a Igreja, somente lhes interessa criar uma lengenda negra contra a Idade Média, época do esplendor da Civilização Cristã.

O objetivo do texto era ensinar francês e, portanto, não recebeu a “maquiagem” que costuman receber os textos voltados para o ensino de história. Ou seria melhor dizer, os textos que visam encobrir a história, desvirtuando-a para difamar a Igreja Católica e tudo aquilo que tenha relação com Ela.

PS: Quando eu já havia escrito o texto, percebi mais um detalhe: o texto nos informa que Haussmann, o grande reurbanizador de Paris, era barão. Eu já havia lido sobre ele outras vezes, mas nunca vi mencionado seu título nobiliárquico. Esta é mais uma estratégia dos inimigos da Civilização Ocidental: apagar qualquer vestígio da nobreza, para pregar o igualitarismo democrático e anti-cristão.

Dia internacional da mulher

No dia 8 de março se comemora o dia internacional da mulher. Nestes nossos tempos díficeis em que a maravilhosa civilização construída pela Igreja está em ruínas, apartada de Deus, mergulhada no orgulho, entorpecida pela busca desenfreada do prazer, enlameada na imoralidade, qual modelo de mulher é exaltado nesse dia? Nós todos sabemos que, infelizmente, o “mundo” exalta a mulher emancipada, “livre”, liberal, a mulher de calça de jeans, artista, política, militante, imoral, mundana… E sem falar nas mulheres que são obrigadas a trabalhar para completar a renda familiar. Por vaidade ou por necessidade, a mulher abandona o lar.
De quantas ilusões perigosas o nosso tempo está abarrotado! Quanta soberba, de mulheres que, de tanto querer conquistar o “mundo”, já não lhes sobra mais tempo para o amor da casa, do marido, dos filhos. Quanta vaidade, de mulheres que se matam para ter corpos e rostos e peles mais bonitos, mas se esquecem das almas. Quanta lascívia, de mulheres que buscam o prazer a qualquer custo, mas sufocam o instinto materno, a beleza da família, o culto dos bons valores familiares. Não se busca mais a beleza d’alma, mas do corpo, e a qualquer custo. E, em tudo, nós homens somos seus cúmplices.Que geração ingrata a nossa! A Roma antiga pagou o preço de sua imoralidade. Quanto mais nós, sobreviventes da Civilização Cristã, que contas não temos com Deus!

Oliveira Lima, em História da Civilização, descreve a valorização da família quando das invasões germânicas e da vitória do Cristianismo sobre a Roma pagã:

“Tácito, no intuito de estabelecer um contraste que impressionasse seus concidadãos, descreveu para os romanos de seus tempo a sólida organização da família teutônica, a virtude inabalável das mulheres germânicas, verdadeiras companheiras sustentando o ânimo de seus maridos, quando por acaso abatidos pelas vicissitudes das lutas. Nestas condições, deixa a família de representar uma simples conjugação sexual, para se tornar uma expressão moral. Ora, a influência da família é tão poderosa sobre a sociedade, a qual se compõe de famílias, que fomenta o progresso toda vez que a época corresponde à dignidade da esposa e ao respeito do lar. O professor português Consiglieri Pedroso recorda que a Roma de Júlia e de Messalina não era mais a de Vetúria e de Lucrécia, quando prevalecia o pudor que volveu a predominar com o espírito cristão.” (LIMA, OLIVEIRA; História da Civilização; Ed. Melhoramentos, 1962, pág. 166)

É de um semelhante reavivamento do valor da família que nós necessitamos nestes nossos dias terríveis.

O “mundo” dá valor àquilo que aparece, que inebria os sentidos, ao poder, à fama, à beleza exterior. Mas tudo isso é vaidade, é sem valor. Uma família bem formada, pelo contrário, é algo sólido, durável, que dá frutos não somente para este mundo, mas para a vida eterna. Que maravilha poder criar os filhos não somente para serem justos neste mundo, mas também com a intenção de que sejam filhos do Deus Altíssimo, que Lhe glorificarão eternamente no Paraíso. Somente na santidade de uma família constituída sob a benção de Deus se podem criar os filhos que tanto construírão um futuro melhor, quanto terão os olhos elevados para a eternidade.

Que nós, homens, aprendamos a reconhecer o sacrifício silencioso e anônimo das mulheres verdadeiramente valorosas. Às santas mulheres (as honradas mães de família, e aquelas que escolheram o caminho mais perfeito dos conselhos evangélicos) a nossa homenagem, e, aos homens, um trecho das Sagradas Escrituras, que nos relembram o nosso dever de fidelidade:

Bebe a água do teu poço e das correntes de tua cisterna. Derramar-se-ão tuas fontes por fora e teus arroios nas ruas? Sejam eles para ti só, sem que os estranhos neles tomem parte. Seja bendita a tua fonte! Regozija-te com a mulher de tua juventude, corça de amor, serva encantadora. Que sejas sempre embriagado com seus encantos e que seus amores te embriaguem sem cessar! Por que hás de te enamorar de uma alheia e abraçar o seio de uma estranha? (Pr 5,15-20)

Resposta aos comentários do leitor “carismático”

Recebi recentemente dois comentários de um leitor “carismático” um pouco nervoso. Entre outras coisas, ele me mandava tirar do meu site os textos que, segundo ele, seriam capiciosos. Engraçado, não? Logo os defensores do concílio vaticano II, que deveriam ser totalmente abertos ao “diálogo fraterno”, despejam ódio contra quem quer defender a doutrina de sempre da Igreja Católica. Infelizmente, ele parecia tão nervoso que seus escritos não tinham muito sentido. Assim, o primeiro comentário foi tão mal escrito que eu não pude compreender muita coisa do que ele queria dizer. Mas vamos tentar respondê-lo.

Com respeito às críticas aos papas pós-conciliares, os erros cometidos por eles são evidentes. Admitir isso não significa negar a infalibilidade, que é assegurada pelo auxílio do Espírito Santo quando o Papa se pronuncia ex cathedra. Os absurdos cometidos por esses papas são de conhecimento público. O site Tradition in action possui um grande acervo de fotos, dentre as quais se pode ver, por exemplo, João Paulo II entregando a Sagrada Eucaristia a uma índia semi-nua, profanando assim o Santíssimo Sacramento. Contra factum non esse argumentum – contra fato não há argumento. Estou apenas começando meu blog, e lhes garanto há muito o que ser postado aqui para denunciar os erros do concílio vaticano II e de todos os seus defensores.

No final, o “carismático” solta uma confissão de heresia. Eis o que ele escreveu:

Viva o Papa Bento XVI. Joao Paulo II, João Paulo I, Paulo IV e João XXIII.
Defendam estes 4 que são os ultimos.

Acho que o “carismático” estava tão tomado pelo ódio que nem percebeu que citou o nome de cinco Papas, mas se referiu a eles como sendo quatro. Até aí se compreende, pois sempre que são contrariados em suas idéias, os “carismáticos” ficam ainda mais desconcertados e fora da realidade.

O que não se pode compreender, e muito menos aceitar, é que se diga categoricamente que esses são os últimos Papas. Quem revelou a esse “carismático” que estamos nos últimos dias? Será que foi Espírito Santo? Não disse Nosso Senhor que ninguém, a não ser o Pai, sabe quando será o fim dos tempos? A seita dos “carismático”, assim como muitas outras seitas, são especialistas em marcar o fim dos tempos.

Com isso, eles mantêm aterrorizados os seus seguidores, controlando-os pelo medo. Mas disse também Nosso Senhor “qualquer um que escandalizar um destes pequeninos que crêem em mim, melhor se lhe pendurassem uma pedra ao pescoço, e que fosse lançado no mar.” (Mc 9 ,42). Vocês, “carísmáticos”, levam o escândalo aos inocentes. Veja o exemplo de algumas seitas. Cada vez que se marca o fim dos tempos, e ele não vem, cria-se uma situação de vergonha e de descrédito naqueles que creram em suas afirmações. Com isso, vai-se minando nas bases a fé dos simples. Somente os fanáticos enlouquecidos continuam a acreditar na seita. Os simples, os inocentes, vão perdendo a fé. E como vocês “carismáticos” se apresentam como sendo católicos, embora nem de longe o sejam, é a Fé Católica que vocês estão apagando nos pequeninos.

E o que eu falei sobre o fim dos tempos que vocês estão sempre marcando, vale para outras coisas. O “dom de línguas”, por exemplo, é um verdadeiro escândalo. Imagine alguém que não seja católico e que lhe digam que aquilo é uma prática legítima da Igreja Católica. Essa pessoa vai se manter afastada da Igreja, por julgar loucos os que supostamente pertenceriam a Ela. E as orações de “cura e libertação”? Depois da morte do Pe. Léo, um dos membros da Canção Nova (se não me engano um tal de Eto) se demonstrou indignado com as pessoas que escreviam para eles perguntando por que o referido padre não foi curado do seu câncer. Ora, o que queria esse membro da CN? Se eles pregam tanto o poder de cura, porque não conseguem curar nem mesmo os seus membros mais destacados, os que deveriam estar mais habilitados a conseguir tais curas? Por que nas orações carismáticas, a exemplo das seitas protestantes pentecostais, várias pessoas são “curadas”, levantam-se no meio da multidão e dão seu “testemunho”? Essa encenação toda não levar os simples a acreditar que serão curados de todas suas doenças se participarem dos encontros “carismáticos”? Isso também é um enorme escândalo, com o qual vocês destroem a Fé dos pequeninos.

Com respeito ao tal “batismo no espírito”, podemos dizer primeiro que ele foi trazido diretamente de seitas protestantes pentecostais, e que não passa de mais um erro proveniente do livre exame. Os textos bíblicos se referem a dois sacramentos: o Batismo e a Confirmação. Uma excelente refutação dos erros da RC”C” pode ser encontrada no blog Tradição Viva, tag RCC. Dê uma lida com calma e você vai perceber como é enganadora essa pestilenta heresia da RC”C”.

Finalmente, o “carismático”, sem me conhecer, faz um juízo temerário sobre mim e me chama de falso, e supõe que eu iria apagar a sua mensagem:

Este Texto pode até ser apagado como é o costume de “Nicodemos” esconder a verdade e enterrar Jesus com uma imensa pedra por cima, MAS JAMAIS… JAMAIS… Irão consequir impedir a tranformação realizada atravez do ESPÍRITO SANTO DE DEUS NESTE MUNDO

Pois lhe digo que não é do feitio dos católicos esconder a verdade, mas sim dos hereges “carismáticos”. E ainda mais uma mensagem como a sua, que demonstra com clareza todos os equívocos da heresia “carimática” e de como vocês são presunçosos, acreditam que sabem a época do fim do mundo, talvez por revelação direta do Espírito Santo. Sua mensagem é um alerta a todos de como a heresia da RC”C” deixa as pessoas enlouquecidas.

Além do mais, quem tem o costume de esconder a verdade são os “carismáticos”. O prof. Felipe Aquino, por exemplo, divulgou em seu site um monte de mentiras quando da criação do Insituto do Bom Pastor. Eu lhe escrevi um e-mail, mas ele não respondeu. Quando eu o denunciei publicamente, informando a Montfort, ele retirou do seu site as mentiras, mas nem se deu ao trabalho de se desculpar com seus leitores de tão graves erros. Pelo contrário, muito covardemente publicou um artigo do falsistatis splendor, que tentava justificá-lo. E o site da Canção Nova, certa vez, ao traduzir um texto sobre a RC”C”, saltou a parte que confessava que a mesma possuía origens protestantes.

Quem vive na luz da Igreja de Cristo não precisa esconder nada, mas sim aqueles que vivem nas trevas da RC”C”.

Quanto aos “carismáticos”, espero que vocês reflitam bem e abandonem a heresia da RC”C”, pela sorte eterna de suas almas,

Pax Domini sit semper vobiscum.