Permitam-me compartilhar a minha alegria. Hoje faz um ano que eu não assisto mais a missa nova. Parece que faz já tanto tempo. Estou tão acostumado com a paz, a reflexão, a espiritualidade da Missa Tridentina, que já nem me lembro da barulheira, da gritaria, das danças, dos teatrinhos da missa nova. É tão bom ouvir o canto gregoriano, em vez das músicas protestantizadas e sentimentalistas.
É tão bom não ter que ficar procurando uma missa decente, fugindo da baderna modernista. Nos tempos de novus ordo, eu precisava procurar um padre que rezasse a missa com o mínimo de respeito. Muitas pessoas faziam (e ainda fazem) isso, fugindo da avalanche carismática. Estes não perguntam se as pessoas gostam da barulheira. Simplesmente começam a fazê-la, e os incomodados que se retirem. Eu também já sofri bastante com isso.
Aliás, por falar em influência carismática, lembram-se da enquete promovida pelos melquitas a respeito da mudança para o “rito carismático”? Pois já saiu o resultado da pesquisa:
Você concorda com a mudança do rito Greco Melquita para Carismatico ?
| Sim |
1% |
8 votos |
| Não |
43% |
526 votos |
| Jamais |
56% |
681 votos |
Portanto foi rejeitado por 99% dos paroquianos legitimos a ideia de algums Padres de mudar o nosso Rito Greco-Melquita para Carismatico
http://www.melquitas.com.br/paginas.php?cod_pagina=247&tipo=dep&cod_sub_area=110
Os fiéis melquitas, portanto, não querem a mudança de um rito tradicional, piedoso e teologicamente riquíssimo para a barulheira carismática. Isso é muito natural. Se fizéssemos a mesma pesquisa entre nós, do rito latino, não obteríamos o mesmo resultado? Mas a igreja “democrática” do Vaticano II somente o é quando de seu interesse.
Mas, voltando ao texto do site melquita, tivemos a surpreendente notícia de a desgraçada idéia de introduzir um rito carismático partiu de padres!!! Da mesma forma que a missa nova foi introduzida pelo clero corrompido do Vaticano II, alguns padres tiveram a infeliz idéia de destruir também o rito bizantino. Mas, graças a Deus, os fiéis melquitas o rejeitaram com um tremendo não, do tamanho que os modernistas amantes de novidades merecem.
E que os melquitas estão determinados a não permitir a influência protestante, podemos ver pelo seguinte atigo:
Lutemos nós também, do rito latino, pela preservação de nossas riquíssimas tradições e pela plena restauração da Missa Tridentina. Se ficarmos de braços cruzados, a minoria barulhenta vai continuar afugentando a maioria piedosa, porém tímida, que deseja uma missa cheia de paz, de reverência e de respeito pelo Nosso Salvador. Nós temos a obrigação de lutar pelo retorno pleno da Missa de Sempre, pois quem prefere o barulho ao silêncio, na hora da missa, não tem a menor idéia do que é religião, do que é paz, do que é adorar ao Deus Altíssimo no Santo Sacrifício da Missa, renovação incruenta do Calvário.
“Se inveja matasse”…
Desgraçadamente em minha diocese (Sobral-CE) não há nenhuma paróquia que celebre a Missa “de sempre”, e foi o próprio bispo que me disse.
Enquanto isso vou me contentando com os altos trinados de voz, em musiquinhas protestante-carismatóides e comunista-libertárias.
Te felicito muito por este privilégio, enquanto que eu aqui vou rezando pelo clero local.
Fique com DEUS e Nossa Senhora.
Prezado Evandro,
Salve Maria!
Eu também sofri bastante com a missa nova, antes de conhecer e poder assistir a Missa Tridentina. Mas não se preocupe, a Missa de Sempre há de recuperar seu lugar. Enquanto não passa este tempo de provação, mantenha-se perseverante na oração, que Deus há de premiar você e todos os outros católicos sinceros com a Santa Missa no rito Tridentino.
Fique com Deus e com Sua Santíssima Mãe,
Márcio
Infelizmente aqui por Portugal,reina uma vil tristeza.
Há alguns sacerdotes que tentam remar contra a maré,mas é muito díficil.
As altas esferas nem sequer questionam a oportunidade de se celebrar a Missa Tridentina.
Um abraço e Deus o abençoe!
Prezado Dr. Régio Moura,
As coisas aqui no Brasil também não estão nada boas. A graça de se poder assistir à Missa Tridentina ainda é reservada a poucas cidades. As nossas autoridades eclesiásticas somente querer saber de “campanhas da fraternidade” absolutamente naturalistas, e se esforçam por manter o mais completo silêncio a respeito da Missa de Sempre.
Por isso nossa luta é tão importante!
Ad majorem gloriam Dei,
Márcio
Estou acompanhando agora, esta questão da Missa tridentina. E estou mais perdida do que nunca é como se tirassem o chão debaixo de meus pés. Descobri que participo de uma Missa que na verdade foi formulada por protestantes, diferente de tudo que creio e luto. Infelizmente aqui em BH onde moro não acho que exista Missa assim, e gostaria muito de participar. Mas o que tem aqui em minha paróquia é algo novo e diferente, chamado caminho neo-catecumenal, do qual não participo e ressito a duaras penas em não particpar, pois acho que não é algo bom e aceitável, também não me sinto bem entre os carismáticos, e pensava que estava seguindo o rito tradicional, mas acabo de ver que estou muito longe disto. Espero que Maria orinte o clero, e dê forças ao Papa para que retorne ao sagrado de fato.
Prezada Monica,
Salve Maria!
A respeito do Caminho Neo-catecumenal, eu não o conheço, mas no site da Montfort há várias denúncias da heterodoxia do movimento.
Quanto ao fato de o clero modernista impedir a Missa Tridentina, isso somente será superado quando um número grande de pessoas conhecer a verdadeira história do concílio Vaticano II e da missa nova.
Em Belo Horizonte pode não haver a Missa Tridentina com freqüência, mas há missões da FSSPX. Consulte o site da FSSPX, no qual há, inclusive, telefone de contato:
http://www.fsspx-brasil.com.br/page%2002.htm
Continuemos perseverantes na luta contra o modernismo.
Ad majorem Dei gloriam,
Márcio