Ipse venena bibas

Parace que o Falsitatis Splendor bebeu do próprio veneno: segundo um artigo do site deles, um dos membros teria tido seus argumentos deturpados. Que coincidência, não? Já faz mais de um mês que eles publicaram um artigo que desfigurava os argumentos tradicionalistas sobre o Vaticano II. A nossa resposta foi quase imediata, descrevendo com clareza quais são realmente os nossos argumentos e onde estavam as deturpações do Falsitatis. Até agora, no entanto, não ouvi nenhuma retratação da parte deles.

Que engraçado, não? Será que a faca somente dói quando está na nossa carne e não na dos outros? Quando eles se sentem ofendidos por seus argumentos terem sido deturpados, eles se manifestam prontamente para se defender. Mas quando eles criam argumentos falsos e atribuem aos outros, nem depois de terem sido publicamente desmascarados eles se dão ao mínimo trabalho de se retratar.

Por que será que somente eles têm o direito de não terem seus argumentos deturpados?

Poder alterar os argumentos dos outros é um “privilégio” que cabe exclusivamente a eles?

Por que eles não se retratam pelos falsos argumentos sobre o Vaticano II que eles imputaram a nós?

Publicado em: on Março 30, 2009 at 10:42 pm Deixe um comentário
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Mais reações ao pronunciamento do papa

Tomando parte na sátira que circula pela internet, acrescentamos mais algumas “reações” ao pronunciamento fictício do Santo Padre sobre o dia ensolarado:

Reação da CNBB:

Nenhuma. A CNBB finge que o Papa não existe. Do contrário, certamente os bispos brasileiros acolheriam Sua autoridade com a Summorum Pontificum e permitiriam a missa de sempre.

Reação da pastoral da terra da CNBB:

“Ao ouvirmos as palavras do papa, devemos lembrar de que não importa fazer sol ou chuva enquanto as terras estão nas mãos dos latifundiários, que as mantêm improdutivas. Somente com a reforma agrária conseguiremos superar as estruturas imperialistas de dominação e exploração que corrompem a nossa sociedade desde os tempos coloniais e que tornam a classe trabalhadora escrava do neo-liberalismo e dos interesseres capitalistas dos países desenvolvidos e das elites corrompidas do nosso país. As palavras do papa somente atingirão toda sua dimensão política, econômica e social quando as terras estiverem nas mãos do povo.”

Reportagem no programa mais sensacionalista da TV brasileira:

“Vejam só esta reportagem exclusiva: O papa agora quer dar uma de meteorologista! Me ajuda aí! Eu sou católico mas não posso concordar com isso. A igreja não pode se meter em assuntos que não são da sua competência. Que absurdo! O papa vem dizer que o tempo está bom. Ele “tá” é de brincadeira comigo! Com toda essa enchente em São Paulo, os políticos não fazem nada pelo povão, e vem o papa me dizer que o tempo está bom! Tá bom uma ova! Me ajuda aí! Vamos ver a reportagem. Põe na tela!”

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O essencial para superarmos a crise atual é a oração e a vivência correta da nossa santa religião, mas acho que um pouco de humor não faz mal e a ironia ajuda a por em evidência a irracionalidade da perseguição, de dentro e de fora da Igreja, contra Sua Santidade, o Papa Bento XVI.

Oremus pro pontifice nostro Benedicto!

Publicado em: on Março 27, 2009 at 10:39 pm Comentários (2)
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Dois pesos, duas medidas

Neste final de semana, chegou às minhas mãos um jornal da Arquidiocese de São Paulo denominado “O São Paulo“. O jornal é relativamente antigo, do dia 29 de maio de 2007, mas o seu (assustador) conteúdo é extremamente atual. Eis a notícia que aparece em sua última folha:

Como o faz todos os anos, a Região Episcopal Santana, através da Comissão de Ecumenismo e Diálogo Interreligioso, promove a Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos, com destaque para o culto ecumênico.

O texto segue com a lista de todos os representantes católicos e das diversas “igrejas”, anglicana, metodista, presbiteriana e luterana, contando até mesmo com a presença de “pastoras”! Se o bom católico já ficou assustado com isso, qual não é a nossa indignação ao avançarmos um pouco mais no texto e lermos a seguinte confissão:

Não se trata de conversão com absorção de umas Igrejas por outras, mas da purificação de todas e de sua conversão ao Senhor da Unidade.

Quanto blasfêmia! A arquidiocese de São Paulo declara publicamente, em um semanário oficial, que não deseja a conversão à Igreja Católica daqueles que estão fora d’Ela! Certamente eles já não crêem no dogma “fora da Igreja não há salvação”. E não acreditam também que a Igreja Católica seja santa, pois pregam a “purificação de todas e de sua conversão ao Senhor da Unidade”! Como se a Igreja Católica já não fosse a Igreja de Cristo, precisando de purificação e conversão! E isto, claro, através do contato com as seitas de todos os tipos.

Acho que já li maus conselhos semelhantes a este em algum lugar… Claro! Na Unitatis Redintegratio, o documento do nosso velho “amigo”, o concílio Vaticano II, sobre a união dos cristãos. A diferença é que a UR omitia completamente o termo conversão, enquanto que o jornal da diocese de São Paulo fala explicitamente que não deseja conversão. De resto a proximidade com os hereges, até mesmo com orações conjuntas (UR n. 8), já era pregada pela anticatólica declaração UR. Não é sem razão que o mesmo jornal diocesano, na página A4, elogia a UR ao apresentar a notícia de uma nova tradução do documento, feita por um padre responsável pelo movimento ecumênico da diocese de São Paulo. Traição contra a doutrina de sempre da Igreja e elogios ao Vaticano II andam sempre juntos, como neste jornal.

Voltando agora ao culto ecumênico, como poderia ele terminar? Claro, com a “benção” conjunta dos representantes de todas as “igrejas” presentes:

O culto ecumênico de Santana foi encerrado com uma apresentação do coral Amici de Casalbuono e pela benção dada pelos bispos, padres, diáconos e pastores presentes.

A foto da esquerda é do culto ecumênico em questão. A da direita é de outro culto, realizado na mesma diocese de São Paulo.

Ao ler esse texto, começamos a nos perguntar:

O cardeal arcebispo de São Paulo, Dom Odilo Scherer, quando do levantamento das injustas excomunhões dos bispos da FSSPX, emitiu uma entrevista na qual ele repetia o preconceito pós-conciliar contra a Tradição católica. Entre outras coisas, Dom Scherer criticava os bispos da FSSPX por não aceitar o Concílio Vaticano II e a “autoridade dos papas eleitos de modo legítimo” [o que, diga-se de passagem, não é verdade].

Eis uma outra pergunta a que dom Scherer respondeu e que merece ser destacada:

P. Quando pode acontecer a comunhão plena dos 4 bispos em questão?

R. Quando eles aceitarem publicamente e integralmente o Concílio Vaticano II e a legitimidade do Magistério dos papas João XXIII, Paulo VI, João Paulo I, João Paulo II e Bento XVI. Isso também requer a adesão pública à fé da Igreja católica, o quê ainda não aconteceu; mas existe o diálogo com os interessados sobre as questões ainda abertas, na esperança de que se chegue à superação de todas as dificuldades e à adesão plena à Igreja católica.

Dom Scherer se cerca de cuidados para deixar bem claro sua posição (absurda) quanto aos bispos da FSSPX. Eles são tratados como leprosos, dos quais se deve manter distância, enquanto não aceitarem o pastoral e falível Vaticano II. Por que o cardeal permite, então, cultos ecumênicos em sua diocese? Será que algum herege foi convidado a aceitar o concílio de Trento ou do Vaticano I antes de serem recebidos de braços abertos no culto ecumênico? Será que algum herege foi convidado a aceitar a autoridade de algum papa? Ora, nem o papado eles aceitam… Não seria interessante avisar o povo católico sobre os riscos para sua fé ao estarem em contanto com as doutrinas pregadas pelas seitas protestantes? Contra a “terrível heresia” de não se aceitar os erros do Vaticano II os católicos são admoestados, mas contra a verdadeira heresia protestante, nenhuma palavra. Pelo contrário. O que um pobre fiel pensaria após assistir a um culto ecumênico como o que se passou na diocese de São Paulo? Se até “benção” conjunta eles receberam de padres e pastores!

Engraçado, não? Dom Scherer permite cultos ecumênicos mas não dá nenhum apoio aos católicos que desejam a Missa de Sempre. E são vários fiés, no Estado de São Paulo, que desejam a Missa de Sempre e não a têm por má vontade dos bispos. Além disso, lembram-se do IBP, que partiu de São Paulo sem que a diocese movesse uma palha para ajudá-los a manter o apostolado,que vinha crescendo? Alguém consegue entender isso, presumindo boa vontade nos defensores do Vaticano II?

Em resumo: contra a Tradição católica, toda espécie de barreira e preconceito são levantados, mas em relação às heresias protestantes, elas são tacitamente aprovadas pelos nossos queridos bispos modernistas.

Há, sem dúvida, dois pesos e duas medidas, como se diz na linguagem popular.

Tenho vergonha da CNBB.

Ab insidiis CNBB, libera nos Domine!

Publicado em: on Março 23, 2009 at 11:20 pm Comentários (8)
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Como podemos nos organizar para ter a Missa Tridentina?

O blog Igreja Una fez uma excelente observação a respeito da carta escrita por Dom Vilson Dias de Oliveira, bispo de Limeira. O bispo escreveu, dentre outras coisas, o seguinte:

4 – Na Diocese de Limeira jamais se negou o direito dos fiéis leigos à Missa nos termos do Missal Romano anterior à reforma de 1970, mas sempre se exigiu que o direito fosse efetivo consoante as exigências litúrgicas e jurídicas ditadas pela própria Igreja. Por isso, o Bispo Diocesano, seguindo as orientações do Núncio Apostólico no Brasil não permitiu que essa Missa fosse realizada, porque não foram encontradas totais condições para sua efetivação.

O blog Igreja Una, percebeu muito bem o deslize do bispo: Dom Vilson falou demais e acabou “entregando” o Núncio Apostólico no Brasil. As tais “exigências” ou “condições” para se celebrar a Missa Tridentina, que não constam de forma alguma do Motu Proprio Summorum Pontificum, não nascem apenas das cabeças dos bispos modernistas isoladamente, mas, pelo que se pode ver, partem do próprio núncio Apostólico no Brasil!

Ora, se os inimigos do Rito Tridentino estão organizados, por que nós não deveríamos nos organizar para defender o nosso legítimo direito de assistir a este rito?

O próprio blog Igreja Una já se iniciou a mobilização pelo Missa de Sempre na diocese de Piracicaba:

Missa Tridentina em Piracicaba
http://igrejauna.blogspot.com/2009/03/missa-tridentina-em-piracicaba.html

Os católicos da diocese de Limeira também estão organizados:

Católicos da Diocese de Limeira apóiam o Papa
http://www.catolicoslimeira.com.br/

Para o Estado do Espírito Santo, há o site:

Missa Tridentina no Espírito Santo
http://br.geocities.com/missatridentinaes/

Creio que muitas outras iniciativas como esta podem surgir. Poderíamos, talvez, nos organizarmos por dioceses, reunindo as pessoas que desejam a Missa de Sempre. Certamente há muitas pessoas que desejam a Missa de Sempre e nem sabem que há, em sua cidade, outros interessados.

Além disso, podemos divulgar todos os sites e blogs que se dispõe a tal trabalho. Creio que esta é uma idéia que deve ser amadurecida. Da minha parte, já começarei, a partir de agora, a divulgar todos os sites que reúnem os interessados na Missa Tridentina.

Presidente da CNBB: “o reconhecimento do Estado laico é um valor” !!!

Por que a Igreja vive uma crise tão grande hoje em dia? Esta é a pergunta que muitos católicos se fazem sem, no entanto, encontrar resposta. Podemos dizer que uma boa parte da culpa por este estado de coisas é a traição interna.

Em novembro de 2008, o Vaticano assinou um acordo com o estado brasileiro. Destaco, abaixo, o trecho da matéria publicada no site da CNBB onde seu presidente, dom Geraldo Lyrio Rocha, comenta o acordo:

Acordo assinado hoje no Vaticano reconhece personalidade jurídica da Igreja Católica no Brasil

“O grande elemento do acordo é o reconhecimento da personalidade jurídica da Igreja Católica no Brasil”, ressalta dom Geraldo. O presidente da CNBB enfatiza ainda que o acordo não traz privilégios para a Igreja Católica e nem discrimina outras confissões, que perante as leis brasileiras têm os mesmos direitos. “Aliás, as outras confissões podem até pleitear seus convênios com o governo”, acrescenta.

Dom Geraldo explica ainda que não há nenhum indício de a Igreja querer ocupar espaços que são do Estado, muito menos se colocar numa atitude como se pretendesse atrelar o Estado a ela. “O reconhecimento do Estado laico é um valor. A Igreja reafirma a importância do Estado laico, porque luta pela liberdade religiosa de todos. É um direito da pessoa humana que precisa ser respeitado. Então, esse aspecto da laicidade do Estado não é de forma alguma ferido pelo acordo, pelo contrário é reafirmado”, diz.

http://www.cnbb.org.br/ns/modules/news/article.php?storyid=546

Inicialmente, notamos que, no primeiro parágrafo citado, dom Geraldo toma todas as precauções para não “ofender” os “irmãos separados”. Parece até que se ele tem vergonha de defender os direitos da Igreja Católica de ser protegida pelo Estado. Imagine só, se alguma seita não poderia pleitear os mesmos direitos da única Igreja de Cristo! Este é o pensamento de ninguém menos que o presidente da CNBB…

Mas o segundo parágrafo citado é ainda pior. Dom Geraldo ensina exatamente o contrário do que a Igreja sempre ensinou. Para o bispo, o reconhecimento do Estado laico seria um valor, cuja importância a própria Igreja afirma! O parágrafo todo é uma “profissão de fé” anti-católica.

Será que dom Geraldo nunca leu a encíclica Vehementer Nos, do papa São Pio X. onde o pontífice, de venerabilíssima memória, ensina com todas as letras:

6. Que seja preciso separar o Estado da Igreja, é esta uma tese absolutamente falsa, um erro perniciosíssimo. Com efeito, baseada nesse princípio de que o Estado não deve reconhecer nenhum culto religioso ela é, em primeiro lugar, em alto grau injuriosa para com Deus; porquanto o Criador do homem também é o Fundador das sociedades humanas, e conserva-as na existência como nos sustenta nelas. Devemos-lhe, pois, não somente um culto privado, mas um culto público e social para honrá-lo.
http://www.fsspx-brasil.com.br/page%2006-7-Vehementer-Nos.htm

Mais claro do que isso, impossível. O Estado laico, isto é, aquele Estado separado da Igreja, é veementemente condenado por SS. São Pio X. O presidente da CNBB, então, contraria frontalmente o ensinamento de uma Papa Santo. Engraçado, não? Estes mesmos que atacam os católicos tradicionais por não aceitarem o pastoral e discutível Vaticano II, na hora de respeitarem o magistério pré-conciliar, esquecem totalmente o dever de obediência que tanto pregam. Coisas de CNBB…

E São Pio X não está sozinho em seus ensinamentos. Leão XIII, além de outras intervenções, relembra, em sua encíclica Immortale Dei, o ensinamento unânime de vários papas a este respeito. O Papa Pio IX, em seu memorável Syllabus, também condena a proposição segundo a qual “é preciso separar a Igreja do Estado e o Estado da Igreja” (no. 55).

E, se não bastasse o ensinamento da Igreja, a História está aí para provar o quanto o Estado laico representou, na prática, uma perseguição à Igreja. Muito longe de respeitar todas as crenças, o laicismo é, na realidade, instrumento para perseguir a Verdadeira Religião e privar a Igreja de seus direitos.

Mas não precisamos falar somente de história. Quais são as consequências do Estado laico hoje em dia? Querem tirar os crucifixos dos lugares públicos, não permitem o ensino da religião nas escolas, o Estado patrocina a imoralidade sexual, o aborto, a Igreja é publicamente atacada…

Por falar nisso, por que Dom José Cardoso Sobrinho, arcebispo metropolitano de Olinda e Recife, é massacrado pela mídia e pelos políticos que reclamam da “atitude conservadora da Igreja Católica”? Não é justamente este Estado laico que permite esta aberração? No maior país católico do mundo, a Igreja é publicamente perseguida por aplicar suas leis em defesa da vida! Estes são os frutos do Estado laico, que o presidente da CNBB, em oposição aos ensinamentos da Igreja, defende.

Como é que podemos ter esperanças de melhoras enquanto aqueles que deveriam ser os guardiões da Fé são os primeiros a negá-la? Neste mundo dessacralizado, qualquer um que defenda a Fé é perseguido, como Dom José Cardoso Sobrinho está sendo. Por isso mesmo, é preciso defender a Fé com todas as nossas forças, sem ambiguidades. A perspectiva, falsificada pelo concílio Vaticano II, de que a Igreja deve se abrir ao mundo moderno consegue apenas causar confusão e negações da Fé covardes e lamentáveis como esta do presidente da CNBB.

Se as coisas vão tão mal para a Igreja no Brasil, podemos exclamar em tom de ironia: Obrigado CNBB!

Marketing político também faz parte dos “carismas”?

Não faz muito tempo, a Canção Nova recebeu com festa a provável candidata do PT para as próximas eleições. Agora é a vez do Pe. Marcelo Rossi:

Padre Marcelo reabre igreja para o “Satanás Vermelho”
http://brasilacimadetudo.lpchat.com/index.php?option=com_content&task=view&id=6239&Itemid=140

Será que estes “carismáticos” não conhecem nem o passado nem as idéias atuais do PT e de seus membros mais influentes? Será que eles são mesmo tão alienados? Ou será que os “carimas” que eles possuem os fazem enxergar muito além do que um pobre miserável como eu que não sou da RC”C”?…

Católicos parem de ser enganar: a RC”C” não respeita nem a liturgia, nem a doutrina, nem a moral católicas. Eles profanam a missa com algazarras, ensinam doutrinas protestantes e, agora, fazem campanha para comunistas, manifestamente pró-aborto, contra tudo o que a Igreja Católica sempre ensinou.

Publicado em: on Março 8, 2009 at 11:10 pm Comentários (2)
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