A questão do desarmamento está sendo trazida de novo à tona com o anúncio de que será retomada a campanha que tanta polêmica causou.
Que um governo comunista tente desarmar a população, isto é mais do esperado, dado o caráter totalitário assumido por todos os que defendem essas teorias anacrônicas, que já demonstraram sua incoerência e sua incompetência através de inúmeros desastres históricos.
O que jamais se deveria esperar é que homens da Igreja se metessem a defender uma campanha absurda que visa a desarmar o cidadão, e não o bandido. A que nível chegou o clero pós-conciliar! A CNBB, que recentemente deu mais um escândalo com seu DVD da “campanha da fraternidade”, também se sujou, e muito, na campanha do desarmamento. Aliás, para a CNBB sobram campanhas e falta evangelização. Pois se os eminentíssimos bispos do Brasil ainda pregassem o Evangelho, estariam do lado oposto da famigerada campanha, uma vez que foi Nosso Senhor que nos mandou possuir armas:
“(…) aquele que não tiver uma espada, venda sua capa para comprar uma. ” (Lc 22, 36)
E o Catecismo Romano esclarece bem:
f) matar em defesa própria [8] pela razão alegada, é de toda evidência que não transgride este Preceito [i.e, o quinto mandamento], quem mata outra pessoa em defesa de sua própria vida, se tiver usado todas as precauções necessárias. (Catecismo Romano, Parte segunda, Capítulo sexto)
A CNBB e todo o clero modernista preferem ficar do lado do PT, das ONGs, dos artitas de televisão, a defender a Verdade do Evangelho. A triste cena de eclesiásticos apoiando uma campanha movida pela esquerda e que contraria abertamente os ensinamentos de Cristo e de sua Igreja é um claro sinal da apostasia em que cairam os seguidores do Concílio Vaticano II.