Desmascarando o “batismo no Espírito”

Nos dias atuais, devido à omissão do concílio Vaticano II e de seus seguidores em condenar os erros modernos, as dúvidas geradas pelas mais diversas heresias têm abalado a Fé de muitos. Uma das correntes que causa grandes males à Fé católica é a dita RC”C” – renovação carismática “católica” – que, na realidade, não passa de protestantismo disfarçado de catolicismo.

Os católicos tradicionais têm, por meio de diversos artigos, demonstrado o quanto a RC”C” se afasta da doutrina e da moral católicas, chegando mesmo a lhes constituir verdadeira ameaça, pois infiltra erros protestantes na Igreja de Cristo.

Na intenção de juntar forças aos fiéis católicos que têm combatido a RC”C”, a fim de salvar a nossa amada Igreja, nos lançamos à tarefa de escrever o presente artigo. Com este, pretendemos lançar algumas luzes sobre a questão do “batismo no Espírito”, um dos grande cavalos de batalha do movimento carismático. De fato, um dos pilares do movimento é exatamente esse “batismo”, que, segundo eles, daria àquele que o recebesse, a força e os dons que foram dados aos Apóstolos em Pentecostes.

Dado o caráter extremamente grave dessa prática que foi tomada dos protestantes, e que contraia frontalmente a Fé católica, vemo-nos na obrigação de alertar aos fiéis, que por inocência, tenham sido enganados sobre essa matéria. Para tanto, baseamo-nos na doutrina católica de sempre, materializada no Sagrado Concílio de Trento, no Catecismo Romano e na autoridade dos Padres da Igreja.

Existe um só Batismo

Caso o “batismo no Espírito” fosse realmente uma prática cristã autêntica, ensinada por Cristo Nosso Senhor, haveríamos de ter dois batismos. Um deles seria o batismo que nós conhecemos, ministrado, preferencialmente, aos recém-nascidos para que lhes seja apagado o pecado original. Outro seria o “batismo no Espírito”, defendido pela RC”C”.

A existência de um outro batismo, no entanto, é explicitamente negada pela revelação divina. As Sagradas Escrituras são bastante claras quanto à existência de um único batismo:

“Um só é o Senhor, uma só é a Fé, um só é o Batismo” (Ef 4,5)

Então, não existem dois batismos, mais um só batismo. A existência de um tal “batismo no Espírito”, diverso daquele que todos nós católicos conhecemos, portanto, é explicitamente negada pela própria Bíblia Sagrada.

Dada a importância desse artigo de Fé, a Santa Igreja houve por bem inclui-lo no símbolo niceno-constantinopolitano:

“professo um só batismo para remissão dos pecados”

Além disso, Nosso Senhor, ao enviar Seus apóstolos para pregar o Evangelho, ordenou-lhes batizar “em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo”, e não “batizar no Espírito Santo”, como fazem os carismáticos:

“Ide pelo mundo inteiro, e ensinai todos os povos. Batizai-os em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo, ensinando-os a observarem tudo o que vos tenho mandado” (Mt 28,19)

No mesmo texto citado acima vemos que Nosso Salvador ordenou a seus apóstolos que ensinassem os povos a observar tudo o que Ele havia mandado. Se, em dois mil anos de Cristianismo, somente a partir da segunda metade do século XX, o “batismo no Espírito” teria sido introduzido na Igreja, então podemos concluir que: ou 1) o “batismo no Espírito” não foi ordenado por Cristo; ou 2) os apóstolos não obedeceram às ordens do Mestre.

Se quiséssemos aceitar o segundo caso, estaríamos desdenhando da autoridade das Sagradas Escrituras, pois acima já se provou haver um só bastimo. No entanto, se por absurdo admitíssemos como cristão o tal “batismo no Espírito”, então os apóstolos não teriam cumprido a ordem de Cristo. Admitir-se-ia, então, forçosamente, que a Igreja Católica teria errado durante toda Sua história de dois mil anos. Gerações teriam sido apartadas de uma graça tal grande por desobediência dos apóstolos e seus sucessores, os bispos. Admitida essa ímpia hipótese, estaríamos renegando a nossa Santa Igreja como Mãe e Mestra, instituída por Cristo para santificação e salvação das almas, e mais lhe caberia o nome de madrasta do que de Mãe. Mas, como filhos fiéis, reconhecemos e amamos a Santa Madre Igreja e lhe devotamos filial obediência, e refutamos como sugestão diabólica a hipótese de uma omissão tão grave da Igreja.

No primeiro caso, que corresponde à verdade, e isso podemos comprovar com abundância de argumentos, nós perguntamos aos carismáticos de onde pode ter vindo o “batismo no Espírito”, uma vez que não partiu da ordem de Cristo Nosso Senhor. A resposta é simples: o “batismo no Espírito” não passa de mais um equívoco gerado pelo livre exame protestante.

A origem protestante do “batismo no Espírito”

O tal “batismo no Espírito” é tão contrário à Fé católica que não nos surpreende em nada constatar que sua origem é protestante. A rádio Cristandad publicou, em espanhol, um extenso artigo sobre a RC”C”, denunciando os diversos erros da mesma. O mesmo artigo foi traduzido para o português no blog católico Tradição Viva. A leitura do artigo é extremamente recomendada, pois mostra muitos apectos da RC”C” que demonstram sua incoerência com a doutrina católica. Nesse artigo, encontramos, entre outras coisas, a história da RC”C”, que demonstra inequivocamente a sua origem protestante, e sua simples transposição para dentro da Igreja por obra de dois leigos, Ralph Keifer e Patrick Bourgeois. No começo de 1967, os dois receberam o tal “batismo no Espírito” das mãos de protestantes! Essa afronta à Igreja Católica, foi o “nascimento” da RC”C”. Um ato de cisma, um ultraje à autoridade da Igreja, posto que se considera, ao menos implicitamente, nesse ato, que o Espírito Santo devesse ser buscado nas seitas, e não dentro da Igreja Católica.

Qual seria, então, a diferença entre o Batismo de João e o Batismo de Cristo?

Para responder a essa questão, recorreremos a nada menos que a autoridade dos Santos Padres da Igreja. Vejamos o que escreveu santo Agostinho a respeito do Batismo de João:

Por esse motivo, como os Santos Padres deduziram do Evangelho de São João, Judas Iscariotes também batizou muitas pessoas, e não lemos que alguma delas fosse novamente batizada. Santo Agostinho teve, a respeito, estas belas palavras: “Judas batizou, e depois de Judas não se fez novo batismo. João batizou, e depois de João foi rebatizado, porque o Batismo ministrado por Judas era Batismo de Cristo, e o Batismo de João era [simplesmente] Batismo de João. Isso não é preferir Judas a João. Com razão preferimos o Batismo de Cristo – ainda que dado pelas mãos de um Judas – ao Batismo de João, embora seja conferido pelas mãos de um João”.

Catecismo Romano, Parte II, Capítulo I, página 209

O Catecismo Romano, reforçando o que escreveu Santo Agostinho, ensina que o Batismo conferido por Judas, ainda que ministro indigno, é o Batismo de Cristo. O Batismo conferido por João, apesar da dignidade da pessoa do Batista, não era o Batismo de Cristo, mas Batismo de João. Daí, podemos concluir que o Batismo de João era um símbolo do Batismo que Cristo Nosso Senhor haveria de instituir.

Se o Batismo que João Batista ministrava era apenas um sinal do Batismo de Jesus Cristo, então podemos concluir que o termo batismo no Espírito, citado em Lc 3,16, nada mais é do que o Batismo cristão, aquele sacramento que Cristo instituiu para apagar a “mancha” do pecado original, fazendo habitar na alma do batizado a Santíssima Trindade.

O Batismo de João era dito “em água”, porque era apenas um sinal. Mas, ao Batismo instituído por Nosso Senhor, cabe-lhe perfeitamente o termo de batismo no Espírito e no Fogo, porquanto esse realmente confere o Espírito Santo àquele que o recebe. Não era mais um sinal apenas, como o de João Batista, mas sim um sacramento de fato, um meio eficaz de transmissão da graça de Deus ao fiel que o recebe.

Mais um argumento de autoridade pode ser destacado do Catecismo Romano em favor de nossa argumentação:

Quanto ao primeiro [momento da instituição do Batismo], não resta dúvida que Nosso Senhor instituiu esse Sacramento quando conferiu à água a virtude de santificar, na ocasião que Ele mesmo se fez batizar por São João. Dizem São Gregório de Nazianzo e Santo Agostinho que, naquele instante, a água adquiriu a força de regenerar para a vida espiritual. Noutro lugar, escreve Santo Agostinho: “Desde que Cristo desceu na água, limpa a água todos os pecados”. E noutra parte ainda: “Nosso Senhor recebeu o Batismo, não porque precisasse de purificação, mas para que ao contato com o Seu Corpo puríssimo, as águas se purificassem, e adquirissem a virtude de purificar”.

Catecismo Romano, Parte II, Capítulo II, página 221

Portanto, a água somente adquiriu a virtude de purificar os pecados após o Batismo de Cristo. Por essa razão, o Batismo que João ministrava, antes de Cristo ser batizado, não podia mesmo passar de um sinal daquele Batismo que Nosso Senhor haveria de instituir.

Ainda o Sagrado Concílio de Trento lançou uma excomunhão sobre quem ousasse dizer que o Batismo de João era igual ao de Cristo:

857. Cân. 1. Se alguém disser que o Batismo de S. João [Batista] teve a mesma eficácia que o Batismo de Cristo — seja excomungado.

O que mais uma vez confirma que o Batismo de João era apenas um sinal do Batismo de Cristo, que confere verdadeiramente o Espírito Santo à alma do batizado.

Conclusões sobre o Batismo

Dos argumentos até aqui expostos, podemos concluir:

– existe um só Batismo;

– o Batismo de João era apenas um sinal do Batismo de Cristo;

– ao Batismo instituído por Cristo cabe, muito propriamente, o nome de Batismo no Espírito, uma vez que o Batismo de Cristo, diferente daquele de João Batista, confere, de fato, o Espírito Santo ao fiel que recebe esse sacramento;

– esse Batismo que Cristo instituiu é o Batismo que a Igreja Católica sempre ministrou através de toda sua existência, cumprido a ordem do Mestre de batizar em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo (Mt 28,19);

– o Batismo, obviamente, nada tem a ver com a ilusão carismática de um “batismo no Espírito”;

Não cabe, portanto, dentro da santa doutrina cristã, nenhum espaço para uma segunda “modalidade” de Batismo, diferente daquela instituída por Cristo e ministrada e ensinada pela Igreja Católica. Qualquer tentativa de se criar um “batismo no Espírito” afrontaria, em absoluto, a revelação divina.

Como diferenciar a verdadeira doutrina católica dos erros

O Papa Clemente XIII, já em 1761, publicava sua encíclica “in Dominico Agro”, na qual ele exortava ao estudo do Catecismo Romano como forma de combater as perversas doutrinas semeadas pelo inimigo no meio do povo cristão. Apesar dos dois séculos e meio que nos separam de sua publicação, essa encíclica parece ter sido escrita para a crise atual, em que os obreiros dormem enquanto os campos são sabotados pelo inimigo. A leitura completa da carta é altamente recomendada. Aqui, limitar-me-ei a transcrever alguns trechos em que o Santo Padre mostra como combater o erro e defender a verdade.

Inicialmente, chamamos a atenção para o ponto em que o Papa mostra a forma de se reconhecer a verdadeira doutrina católica:

Devemos, pois, afastar os fiéis, mormente os que forem de engenho mais rude ou simples, destes escabrosos e apertados atalhos, por onde mal se pode firmar pé, nem andar sem perigo de queda.
Não devem as ovelhas ser levadas às pastagens por caminhos não trilhados. Por isso, não devemos expor-lhes opiniões singulares de doutores embora católicos, mas unicamente aquilo que tenha o sinal inequívoco e certo da verdadeira doutrina católica, a saber: universalidade, antigüidade, consenso doutrinário.

Nenhum dos atributos elencados pelo Sumo Pontífice é verificado no caso do teoria pentecostal do “batismo no Espírito”. Primeiro, ela não tem tem qualquer antigüidade. Começou com os protestantes, no final do século XIX. Dentro da Igreja Católica, ele foi “introduzido” na segunda metade do século XX. Consenso doutrinário, então, não existe nenhum. Somente a contaminação protestante faz alastrar essas opiniões, sem que haja consenso com a totalidade da Igreja. Finalmente, universalidade é o que a teoria do tal “batismo no Espírito” menos possui. Não houve, em toda a história da Igreja, qualquer menção a ela. Não houve um Papa que o ensinasse, nem um santo que o defendesse, e nem houve menção alguma a esse “batismo” em qualquer concílio. Das três características da verdadeira doutrina católica, nenhuma é satisfeita pela teoria do “batismo no Espírito”. O que nos demonstra, uma vez mais, o quanto ela não passa de heresia.

Mais adiante, o Papa Clemente XIII escreve:

Possuídos desta convicção, os Pontífices Romanos, Nossos Predecessores, empregaram toda a energia não só para cortar, com o gládio da excomunhão, os venenosos germes do erro que às ocultas iam vingando; mas também para cercear a expansão de algumas opiniões que, pela sua redundância, impediam o povo cristão de tirar da fé frutos mais copiosos; ou que, pela parentela com o erro, podiam ser nocivas às almas dos fiéis.

A simples parentela com o erro, já pode tornar uma opinião nociva às almas dos fiéis. O que dizer, então, de uma opinião que não somente se assemelha ao erro protestante do “batismo no Espírito”, mas que é idêntica a ele e tem nela sua própria origem? E poderíamos ser mais claros, dizendo que essa heresia foi apenas transportada de fora para dentro da Igreja, através de leigos que consideravam melhor buscar as novidades das seitas do que perseverar na Fé católica de sempre.

Os efeitos do sacremento da Confirmação

Já tratamos longamente do equívoco que se faz ao apresentar o “batismo no Espírito” como se fosse doutrina católica. E já discutimos como ele não passa de uma interpretação errada do verdadeiro Batismo de Cristo, gerada pelo livre exame protestante.

Mas a perversidade da heresia do “batismo no Espírito” não termina com sua afronta à doutrina do verdadeiro Batismo instituído por Nosso Senhor. Também a doutrina do sacramento da Confirmação é frontalmente insultada por essa teoria protestante. Vejamos o que o Catecismo Romano ensina sobre o sacramento da Confirmação (o destaque é meu):

Os que devem ainda crescer na vida espiritual, até se tornarem perfeitos seguidores da religião cristã, precisam para isso receber a força que advém da unção com o Sagrado Crisma. Ora, nessa grande necessidade se acham todos os cristãos.

Assim como é lei da natureza que os homens cresçam desde o nascimento até chegarem à idade perfeita, embora não o consigam às vezes na devida proporção; assim também a Santa Igreja Católica, nossa mãe comum, deseja ardentemente levar ao estado de cristãos perfeitos aqueles que ela regenerou pelo Batismo.

Esse efeito, porém, é operado pelo Sacramento da unção mística. Logo, torna-se evidente que a Crisma diz respeito a todos os fiéis sem distinção.

Catecismo Romano, Parte III, Capítulo III, página 253

E mais adiante:

Pelo contrário, a origem dessa denominação [Confirmação] está no fato de que Deus, pela virtude do Sacramento, confirma em nós o que começou a operar no Batismo, conduzindo-nos a uma sólida perfeição da vida cristã.

Catecismo Romano, Parte III, Capítulo III, página 255

Portanto, é o sacramento da Confirmação que nos conduz a uma sólida perfeição da vida cristã, e não o “batismo no Espírito”, como dizem os hereges carismáticos. A esta altura julgamos interessante que se assista ao vídeo em que o conhecido carismático Mons. Jonas Abib prega o “batismo no Espírito”.

As palavras do infeliz sacerdote são bastante claras. Para ele, como para todos os que caíram na heresia carismática, o “batismo no Espírito” é essencial para o cristão. Destacaremos abaixo algumas das palavras do monsenhor no vídeo citado (os destaques são meus):

“Eu preciso ser batizado no Espírito Santo, você precisa ser batizado no Espírito Santo, todo cristão precisa ser batizado no Espírito Santo, para ter a força dos Apóstolos, para ter a coragem dos evangelizadores que o Senhor precisa ter. Se nós não temos a graça do batismo no Espírito acabamos sendo cristãos sim, mas sem força, sem poder, sem coragem, sem alegria.” (0’17” – 0’47”)

“E como é que o poder de Jesus é transmitido para nós para vivermos a vida cristã com pujança, para sermos cristão verdadeiramente? Como é que o Senhor vai passar seu poder para sermos evangelizadores? (..) E Ele faz isso com aquilo que Ele mesmo chamou de ser batizado no Espírito Santo” (1’26” – 1’40”; 2’16” – 2’21”)

Portanto, nas palavras de um dos maiores representantes dos carismáticos, temos a negação implícita dos frutos do sacramento da Confirmação. O padre diz que sem o “batismo no Espírito” não seríamos perfeitos cristãos. Isso é uma afronta à doutrina católica, que ensina que somos conduzidos à perfeição da vida cristã através do sacramento da Crisma. Além disso, segundo o monsenhor, seria o tal “batismo” que nos transmitiria a força dos Apóstolos e nos tornaria evangelizadores. Novamente temos uma afronta à doutrina católica que ensina ser a Crisma o sacramento que nos confere a força para sermos evangelizadores. O Catecismo Romano, ao nos ensinar sobre a Crisma, conferida aos Apóstolos no dia de Pentecostes, ensina que esse sacramento é que os tornara fortes e corajosos para evangelizar:

Mas, no dia de Pentecostes, receberam todos o Espírito Santo, em tal plenitude que logo se puseram, com arrojada coragem, a espalhar o Evangelho, não só no país dos Judeus, mas também pelo mundo inteiro, como lhes havia sido ordenado; sentiam até um gozo inexprimível, por serem julgados dignos de sofrer, pelo Nome de Cristo, afrontras, tormentos e crucificações.

Catecismo Romano, Parte III, Capítulo III, página 256

Mais explicitamente, podemos ler no livro a Fé Explicada como a Crisma nos torna evangelizadores:

Agora [depois de termos recebido a Crisma] compartilhamos com Cristo a sua missão de estender o Reino, de adicionar novas almas ao Corpo Místico de Cristo. As nossas palavras e atos já não se dirigem meramente à santificação pessoal, mas vão, além disso, fazer com que a verdade de Cristo se torne real e viva para aqueles que nos rodeiam.

TRESE, LEO J.; A Fé Explicada; Ed. Quadrante; São Paulo; 1990; Capítulo XXV – A Confirmação; pag 251

Podemos compreender claramente que, caso os efeitos do tal “batismo no Espírito” fossem mesmo aqueles indicados pelos carismáticos, o sacramento da Confirmação seria inútil. De fato, podemos perceber que os efeitos do Crisma são atribuídos pelos carismáticos ao tal “batismo no Espírito”. E mais do que isso, o “batismo no Espírito” seria, segundo os mesmos, algo imprescindível para que tivéssemos a força dos Apóstolos e nos tornássemos evangelizadors. Essas heresias acabam por negar todo o valor da Crisma.

Como se já não fosse suficiente substituir a Crisma, o tal “batismo no Espírito” conferiria dons ainda maiores do que aqueles conferidos pelo sacramento da Confirmação. Receberíamos, invariavelmente, além da graça invisível, vários dons extraordinários, como falar em línguas, profetizar, curar os doentes. O que não deixa de ser o grande “atrativo” do tal “batismo”: fazer as pessoas acreditarem que receberão grandes dons miraculosos. Com isso, se inflama o orgulho e a cupidez de dons que aparecem aos olhos do mundo, mas que ignoram os dons sobrenaturais da graça divina e a verdadeira piedade cristã.

Excomunhão

O concílio de Trento excomungou quem defendesse que havia mais ou menos do que sete sacramentos, ou que eles fossem diferentes daqueles instituídos por Cristo e que a Igreja sempre ensinou:

844. Cân. 1. Se alguém disser que os sacramentos da Nova Lei não foram todos instituídos por Jesus Cristo Nosso Senhor, ou que são mais ou menos que sete, a saber: Batismo, Confirmação, Eucaristia, Penitência, Extrema-Unção, Ordem e Matrimônio; ou que algum destes sete não é verdadeira e propriamente sacramento — seja excomungado.

O tal “batismo no Espírito” não é apresentado pelos carimáticos como sendo um sacramento. Mas, pela definição que eles mesmos apresentam, não há como negar que lhe sejam atribuídos os mesmos efeitos do sacramento do Crisma, além de outros, como ficou demonstrado acima. Portanto, mesmo que não lhe seja expressamente atribuído o nome de sacramento, o “batismo no Espírito”, caso fosse legítimo, seria, essencialmente, um sacramento. Logo, quem o defende cai no anátema de Trento.

Conclusão

Os carismáticos costumam citar vários trechos da Sagrada Escritura que dizem respeito ao Espírito Santo, na tentativa de nos convencer da veracidade das doutrinas pentecostais. No entanto, o que eles propõem é uma maneira errada de se interpretar a doutrina sobre o Espírito Santo. Não deve haver dúvidas, entre nós cristãos, sobre a importância da Terceira Pessoa da Santíssima Trindade. Mas nós devemos cultivar a verdadeira devoção ao Espírito Santo, e não as extravagâncias carismáticas.

O mesmo devemos dizer a respeito dos sacramentos. Devemos ter enorme consideração pelo valor dos verdadeiros sacramentos, instituídos por Cristo Nosso Senhor para serem um meio eficaz de transmissão de sua graça santificante. No entanto, não é aceitando um falso sacramento que estaremos nos beneficiando dos dons do Espírito Santo. Muito pelo contrário, cairíamos em excomunhão se defendêssemos uma teoria como a do “batismo no Espírito”, que, se fosse verdadeiro, inutilizaria o sacramento da Confirmação.

Nós, como bons católicos que desejamos ser, devemos nos esforçar para termos uma santa devoção para com o Espírito Santo da forma como a Santa Igreja Católica sempre nos ensinou. E devemos ter especial solicitude para participarmos dignamente dos sete sacramentos que Cristo legou à Sua Igreja. É através desses santos sacramentos que nós recebemos a graça santificante que Deus nos envia.

44 comentários em “Desmascarando o “batismo no Espírito”

  1. icaro disse:

    Voces deviam ter vergonha na cara de escrever uma be4steira dessa,,, ou naum sabem vcs que a blasfemia contra o espirito santo é um pecado que naum tem perdão??? vão se converter deixar de servi ao homen e servir A Deus e tambem deixar os ídolos de lado!!!!
    È muita falta de sabedoria mesmo escrever uma bobagem dessa!!!!

  2. Márcio disse:

    Icaro,

    Salve Maria!

    Em primeiro lugar, os pecados contra o Espírito Santo são os seguintes:

    1. desesperar da salvação
    2. ter a pretensão de se salvar sem obras, sem méritos
    3. negar a verdade conhecida
    4. invejar os bens espirituais dos outros
    5. obstinação no pecado
    6. impenitência final

    Você deve ser protestante, logo deve acreditar que a salvação vem EXCLUSIVAMENTE pela Fé. Portanto, você cai na 2a. situação acima descrita. Para nos salvarmos, precisamos de Fé e de boas obras. As Sagradas Escrituras possuem inúmeras provas disso, e se você quiser, existem vários sites católicos que explicam essa questão detalhadamente.

    Além disso, você disse que eu escrevi bobagens. Ora, você me responder uma coisa? Se a Bíblia Sagrada afirma que existe um só batismo (Ef 4,5), como é que você pode aceitar a existência de um segundo batismo, que seria o tal “batismo no Espírito”? Se você continua a aceitar essa heresia, você está caindo, também na 3a. situação de pecado contra o Espírito: negar a verdade conhecida. Você não pode negar a verdade revelada: existe UM SÓ BATISMO.

    Em vez de atacar com raiva a Igreja, por que você não estuda com calma a sua doutrina? Você verá que na doutrina católica não existem as contradições como este “batismo no Espírito”, inventado quase dois mil anos depois de Cristo. Eu o convido: estude a doutrina católica! E tenha certeza de que será bem recebido.

    In corde Jesu, semper

    Márcio

  3. Juliana disse:

    ow besteira…
    a RCC deu um novo ânimoa à Igreja…
    serápossível q uma pessoa sem nenhum conhecimento tem a essa coragem de cometer tantas blasfemeas?
    ninguém nunk disse q o BATISMO NO ESPÍRITO SANTO eh uma segundo batismo!!… o espírito santo nós jah recebemos ao sermos batizados qdo crinança… a prática do batismo no espírito santo eh um revivamento dele em nós!! e não um NOVO BATISMO eh uma RENOVAÇÃO!!

    vai procurar saber das coisas antes de ta flando oq não deve!!!!!!!!!!!!!!!

  4. Márcio disse:

    Você disse que eu não tenho nenhum conhecimento? Então demonstre o seu e refute os meus argumentos.

    Você carismáticos fazem uma confusão enorme. Se você tivesse lido com atenção o meu artigo, teria sabido – não por mim, mas pelas autoridades que eu citei – que a renovação do Sacramento do Batismo é o Sacramento da Crisma. Não existe, na doutrina católica, lugar para o “batismo no Espírito” ensinado pela RC”C”. Isso é invenção herética dos pentecostais, que foi trazida para dentro da Igreja na segunda metade do século XX.

    Finalmente, eu não estou falando o que não devo. Estou cumprido o meu direito, aliás, a minha obrigação de defender a Igreja contra as inovações que os carismáticos tentam trazer para dentro d’Ela, sem perguntar a ninguém se aprovam a barulheira e a falta de piedade cristã da RC”C”.

  5. luciene disse:

    Vocês deveriam procurar a se humilhar mais diante do unico digno de receber toda honra e toda gloria, o Deus criador dos ceus e da terra, que tem o controle do universo nas mãos, que tem poder de salvar e de lançar os que o rejeitam no inferno; deveriam diante desse Deus maravilhoso que deu o seu filho para resgatar o homem da perdição, se prostrarem e o reconhecerem como o único mediador entre vc e Deus. Sabe, ao invés de estarem se preocupando em defender leis criadas por homens como vc se preocupe em ler os mandamentos da palavra de Deus e peça ao Espirito Santo que lhe ajude na interpretação. Não se deixe enganar, essa vida passa rápido a qualquer momento podemos deixá-la, aí sim teremos que prestar conta a Deus e isto ninguem poderá fazer por vc, nem através de reza, nem missa, nem velas, somente vc… cada um prestará conta de si a Deus. Espero um dia estar com Cristo na Gloria e lá encontrá-lo, assim como a todos aos que amo e tenho falado do amor de Deus, que Deus ilimine o meu, o seu e o coração de todos os que tem dado credito a sua palavra. Que satanás caia por terra com todo a sua mentira e engano. A Vitória pertence aos que confiam no Senhor e guardam os seus mandamentos, aos que o adoram em espírito e em verdade. Pense nisto e faça o bem 1ºc, depois aos outros encinando a eles a verdade da palavra e não heresias.

  6. Felipe disse:

    Meu nome é Felipe, tenho 22 anos e pertenço a uma igreja batista. Concordo que só há um batismo, como vc disse com base em efésios 4:5 (um dos unicos textos bíblicos utilizados nesse monte de parágrafos como argumento), porem discordo dos argumentos que vc usa. A única forma de se afirmar que algo esta certo, é se baseando na palavra de Deus, na bíblia. Vc deveria citar tambem textos como efésios 1:13 onde paulo afirma que recebemos Espírito Santo quando CREMOS e que ele nos é dado como penhor até o dia da volta de cristo, Romanos 8:9, Galatas 3:2 a 14, Galatas 3:27 e etc. Gostaria de perguntar aqueles que acreditam em 2 batismos o seguinte:
    1 – É possível ir para o céu sem ter o Espírito Santo? Como citei acima, o Espirito nos é dado como penhor até a volta de Cristo. Se só recebemos o Espírito depois desse segundo batismo e se só vamos para o céu se temos o Espírito, que é o nosso penhor, qual a validade do primeiro batismo, o batismo nas aguás? A salvação não nos é dada pela graça quando cremos?
    2 – Imagine que situação interessante. Se para recebermos o Espírito Santo é necessário esse segundo batismo, como acontece a conversão? O Espírito é quem oonvence o homem do pecado. Então, como funciona isso? O Espírito Santo vem, convence o homem que ele é pecador e vai embora, deixando que o coitado recentemente convertido lute sozinho com a sua carne na busca por santificação, até que a pessoa consiga atingir um “nível” adequado para receber o Espírito Santo? Reflitam sobre isso…

  7. milton disse:

    quando os padre, bispos falam de heresias dos crentes, na verdade voces são os maiore hereicos da história da igreja começando pela a idolatria, fazendo santos milagroso por todo lado. essa e a verdadeira heresia.

  8. João Viana disse:

    Batismo ou Baptismo é a transliteração do grego “βαπτισμω” para o Latim, conforme se vê na Vulgata em Colossenses 2:12. Este substantivo também se apresenta como “βαπτισμα” e “βαπτισμός”, sendo derivado do verbo “βαπτίζω”, o qual pode ser traduzido por “batizar”, “imergir”, “banhar”, “lavar”, “derramar”, “cobrir” ou “tingir”, conforme utilizado no Novo Testamento e na Septuaginta.
    Vendo a palavra no seu original podemos concluir que o primeiro batismo ou seja o fisico se refere á submersão do corpo como acto simbólico de sermos sepultados com cristo deixando o velho homen para ressuscitar como uma nova criatura.
    O segundo batismo,o espiritual refere-se a um derramemento do Espirito Santo sobre aquele que aceitou Jesus e começa a viver uma vida com Cristo e a praticar os seus mandamentos.Sendo o batismo um deles.
    Mas as escituras também são claras quanto aos dois batismos(submersão e derramamento).Mateus 3:11 Marcos 1:8 e Lucas 3:16 citam Eu, em verdade, tenho-vos batizado com água; ele, porém, vos batizará com o Espírito Santo.Vou pôr isto por outras palavras.Eu vos faço submergir nas águas mas vem um maior que eu que vos háde derramar o espirito Santo.As escrituras são claras os homens é que tendem sempre puxar a brasa á sua sardinha.A Biblia é o unico livro que quando se lê o autor está presente atravez do Espirito Santo para quem crê.Fico triste quando vejo artigos desta natureza,crentes a insultarem-se a acusarem-se, onde estão os vossos frutos?Deus não acusa quem acusa é o diabo porque satan quer dizer acusador.O caro amigo defende a sua igreja mas temos é que defender a igreja cuja cabeça é Cristo.Gostaria imenso que o meu caro amigo pesquisa-se as escrituras para poder através delas me responder a certas práticas que o catolocismo pratica que eu não compreendo.
    1 Petições e adorações á srª de Fátima
    2 Ensinamentos sobre o Purgatório
    3 batismos de bebés pela aspersão e não submersão de adultos
    4 Missa do 7º dia
    5 outros mediadores como S João S Pedro etc etc
    6 caixa das emolas será Deus aleijado?
    7 proibição dos casamentos dos sacerdotes quando Deus foi o próprio a ver que não era bom o homen estar só e ser eunuco para Deus é dom de Deus e não imposto por homens.
    Não vou perguntar mais por agora porque penso que isto já lhe vai dar trabalho que chegue, peço perdão a Deus e a si se o ofendi não é esta a minha intenção o que pretendo é que o Senhor tenha uma mente mais virado para a verdade do evengelho porque Deus não é religião Ele é amor e Jesus morreria novamente por si se tal fosse necessário mas já sabemos que não é porque Ele disse ao morrer “está consumado” ou seja está feito.
    Que o Deus todo poderoso possa ilucidálo que o amor dEle se manifeste neste momento e que o Seu Espirito seja derramado de uma maneira especial para que a mesiricórdia que me alcançou o alcance também a si.
    Um grande abraço de um filho de Deus que ama a verdade e qua ama a humanidade(almas)
    Deus o abençoe.

  9. João Viana disse:

    Ainda estou á espera que o meu comentário anterior seja publicado e que ne consigam responder ás questões que coloquei

  10. jacques disse:

    Que a graça e a paz do Nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo abunde sobre todos nós.
    Jesus disse: Quero misericóridia não condenação.

  11. Márcio disse:

    Prezado João Viana,

    Salve Maria!

    As suas questões são extremamente básicas, e qualquer site de apologética católica já as respondeu de maneira mais do que suficiente. Mas já que você as endereçou para mim, irei respondê-las com minhas palavras.

    Para começa, você fez uma longa exposição para explicar a tese dos dois batismos, por submersão e por derramamento, mas ignorou a própria Bíblia que diz claramente existir apenas um único Batismo (Ef 4,5). A sua tese, portanto, é claramente desmentida pelas Sagradas Escrituras.

    Você diz estar bem intencionado, e eu acredito nisto. Mas o seu texto está cheio dos erros protestantes, e é necessário esclarecê-los antes de responder às suas perguntas. Primeiro você diz:

    “A Biblia é o unico livro que quando se lê o autor está presente atravez do Espirito Santo para quem crê.”

    Vamos, por absurdo, utilizar as “regras do jogo” inventadas pelos protestantes. Uma delas é que somente se deve crer no que está na Bíblia. Então eu pergunto: Onde está escrito na Bíblia que ela é o único livro que, ao ser lido, o Espírito Santo faz com que o autor se faça presente para o leitor que crê? Se fosse assim, não deveria haver as milhares de seitas protestantes que existem hoje, cada uma com sua interpretação da Bíblia, pois o mesmo Espírito Santo não poderia inspirar interpretações diferentes e mesmo conflitantes. Logo, o que os protestantes chamam de “inspiração do Espírito Santo” não passa de devaneios pessoais. É o cúmulo da prepotência e do orgulho atribuir à sua própria opinião pessoal a ação direta do Espírito Santo.

    Aliás, a própria Bíblia nos demonstra a necessidade da Igreja para a interpretação da Bíblia, e como o crente é incapaz de, sozinho, interpretá-la. No capítulo 8 dos Atos dos Apóstolos, é narrada a história do ministro da rainha da Etiópia, que lia as Escrituras. O apóstolo Filipe pergunta-lhe se ele entendia o que estava lendo, ao que lhe responde o ministro: “Como é que posso, se não há quem mo explique?”. Filipe, então, pôs-se a lhe explicar as Escrituras. Essa passagem demonstra claramente que as Escrituras não são automaticamente explicadas para aquele que as lê.

    Também São Pedro, em sua segunda epístola (2 Pe 3,16), diz que há coisas difíceis de serem interpretadas nas cartas de São Paulo. Se fosse verdadeira a tese protestante de que o Espírito Santo faz com que os crentes interpretem automaticamente as Escrituras quando estes a lêem, tal dificuldade não deveria existir. Mas, como ela existe, devemos abandonar a tese protestante. Do contrário, se ainda se quisesse sustentar que o Espírito Santo é o responsável por fazer com que cada crente interprete a Bíblia enquanto a lê, estaríamos Lhe atribuindo uma incapacidade de superar tais dificuldades. Isto é uma blasfêmia! O Deus infinitamente poderoso seria capaz de fazer qualquer um compreender as passagens mais difíceis das Sagradas Escrituras no momento em que as lesse, CASO FOSSEM ESSES OS DESÍGNIOS DO ALTÍSSIMO. No entanto, não foi assim que se fez, mas sim aprouve a Deus estabelecer a Sua Única Igreja para que, através de seu magistério, ensinasse aos povos as Verdades do Evangelho.

    A resposta já vai longa e eu não cheguei nem perto das suas questões. Creio que seja melhor respondê-las uma a uma, para que não haja atropelos e para que fiquem bastante destacados todos os terríveis erros do protestantismo.

    In Corde Jesu et Mariae,

    Márcio

  12. João Viana disse:

    Obrigado pelo tempo que dispensou a responder ao meu comentário.Vejo que temos muitas divergências no que respeita ás Sagradas Escrituras.Gostaria que me visse como Cristão porque tento de todas as maneiras possíveis seguir a Cristo e não aos homens que protestam.Porque no tempo de Jesus quem protestava era quem mais conhecia a palavra e as leis de Deus.Foram esses que não o quiseram entender que o negaram e hoje muitos há que conhecem a palavra e continuam a negá-lo.Esse não é o meu caso porque testificarei dEle não só com palavras mas também com a minha vida,porque vivo por Ele e para Ele para honra e glória de Deus Pai.Que a graça e paz do nosso Senhor seja consigo ,Amen .

  13. Daniel disse:

    Meus Irmãos a Paz d Cristo!
    Na nossa caminhada muita coisa acontece, causando muitas duvidas, mas temos que tomar cuidado ao expor artigos como este,vindo do nosso humano, pois podem atrpalhar a fé e o desenvolvimento espiritual do proximo.
    É claro que a RCC é completamente católica, pois se não fosse, a nossa Igraja sabia comoé ja teria acabado com o movimento.Não pensem que a Igreja esta sendo enganada pela RCC, pois a maioria do pregadores carismaticos(se não todos) contem informações vindas de sacerdotes e que são bem visados no bem do crente.
    A RCC é querida pela Igreja, prova disso é que o Santo Padre João Paulo II era apoixonado pelo movimento, não so ele mais o Bento XIV e aqui no Brasil a CNBB, que a pouco tempo elogiou a RCC pela evangelização na juventude.
    A RCC não prega um segundo batismo, e sim os dons que nos foram dados no batismo, que muitos escondem.
    Na Igreja primitiva ja aconteciam a oração em linguas a repouso no espirito e tantos outras ações carismaticas que se perderam ao longo dos tempos.
    A RCC É DE DEUS, foi Ele quem o colocou na Igreja para retomar a adoração ao Santissimo, leitura a bíblia, devoção a Maria entre outros com muito mais fervor, uma força que todo cristão deve ter.

    Vmos procurar conhecimento gente, é preciso que nos falamos sim, mas com conhecimento.

    Que o Senhor Deus abençoe a cada um de nos!

  14. presentepravoce disse:

    Caro Márcio

    Onde estão os meus comentários e as minhas respostas corretas, as quais você sempre apaga ?

    Deveria ter vergonha de sua extrema ignorância e esconder a verdade dos Católicos inocentes que lêem seu blog cheio de inverdades e ambigüidades.

    Não digo mais nada, mas a minha única pergunta permanece para que você me responda se és capaz !

    Jesus acabou de ser Batizado nas águas por João Batista e ao sair da água São João Batista mandou que dois de seus discípulos o seguissem para receber outro Batismo, naquele instante, ele o chamou de Batismo no Espírito Santo.

    Diga-me então, com sua imensa sabedoria e conhecimento de Trento, onde se enquadra este Batismo citado por João Batista e pelo qual seguiram Jesus aqueles discípulos, exatamente para receber este Batismo, sendo que já haviam sido Batizados antes por João nas águas do Jordão ?

    Se tens esta resposta, Divulgue-a, e não esconda uma verdade da Bíblia dizendo que não existem dois Batismos e somente Um ?

    Responda este enigma do Catecismo !

    Responda se és capaz, e depois eu farei o complemento, caso não digas a verdade !

    Que Batismo é este citado por João Batista, já que você diz que ele nunca existiu ?

    Estou aguardando !

    Este comentário está copiado em um pos’t, o qual será a entrada para refutar as sua mentiras em breve, caso não responda com sinceridade a minha pergunta.

  15. Márcio disse:

    Você escreve o que quiser no seu blog, mas eu não vou perder mais meu tempo com você. Quem deveria ter vergonha é você, por ensinar doutrina protestante como se fosse católica.

    Eu já respondi todos os questionamentos. Você é que não respondeu os meus, aliás, ignorou toda a minha argumentação.

    Se você tivesse o mínimo de boa vontade já teria percebido que o meu artigo trata deste assunto que você chama de “enigma”. O batismo de João era um símbolo do verdadeiro batismo, do sacramento que conhecemos através da Santa Igreja Católica. Está tudo escrito no meu artigo. Mas você ignora aqui que não lhe agrada.

    Leia novamente o meu artigo e veja o quanto a interpretação que a RC”C” faz do tal “batismo no Espírito” é absurda. Veja, por exemplo, as características citadas pelo papa Clemente XIII para discernir a verdadeira doutrina. O “batismo no Espírito” não satisfaz nenhuma delas.

    E não adianta dizer que o termo “batismo no Espírito” está escrito na Bíblia. Isso todos sabemos. Agora, a interpretação que a RC”C” dá para este termo é que está errada. Para vocês carismáticos, vale mais as opiniões protestantes do que a doutrina de 2000 anos da Igreja. Vocês consideram que a Santa Igreja Católica errou por tanto tempo por não batizar no Espírito, ao passo que os pentecostais no século XIX teriam descoberto o verdadeiro sentido do “batismo no Espírito”?

    Não vou mais perder meu tempo com os seus insultos e ofensas. Se você quiser escrever sobre o assunto, faça-o no seu blog. Aqui no meu você nunca mais terá comentários aprovados.

    Passar bem.

  16. Renato Lima disse:

    Marcio, você reparou como os ”católicos carismáticos” e os protestantes atacam os católicos tradicionais!

    A opinião de ambos (carismáticos e protestantes) são muito semelhantes.

  17. Márcio disse:

    Não somente as opiniões são semelhantes, como a própria doutrina. A RC”C” não passa de protestantismo infiltrado na Igreja Católica.

  18. altair disse:

    acho que a igreja catolica tem medo de entregar a igreja novamente a igreja na mao do Espirito Santo.
    O verdadeiro Vigario de Deus.
    JOÃO [14]
    12 Em verdade, em verdade vos digo: Aquele que crê em mim, esse também fará as obras que eu faço, e as fará maiores do que estas; porque eu vou para o Pai;
    13 e tudo quanto pedirdes em meu nome, eu o farei, para que o Pai seja glorificado no Filho.
    14 Se me pedirdes alguma coisa em meu nome, eu a farei.
    15 Se me amardes, guardareis os meus mandamentos.
    16 E eu rogarei ao Pai, e ele vos dará outro Ajudador, para que fique convosco para sempre.
    17 a saber, o Espírito da verdade, o qual o mundo não pode receber; porque não o vê nem o conhece; mas vós o conheceis, porque ele habita convosco, e estará em vós.
    18 Não vos deixarei órfãos; voltarei a vós.
    19 Ainda um pouco, e o mundo não me verá mais; mas vós me vereis, porque eu vivo, e vós vivereis.
    20 Naquele dia conhecereis que estou em meu Pai, e vós em mim, e eu em vós.
    21 Aquele que tem os meus mandamentos e os guarda, esse é o que me ama; e aquele que me ama será amado de meu Pai, e eu o amarei, e me manifestarei a ele.

  19. ANS3LMO disse:

    Apertem os cintos para a decida ao inferno. Pois so se arrependondo dos seus pecados, ” que não são poucos ” é que poderão ir para o paraiso.

    a mascara ja caiu faz tempo

    e só não ve que não quer ir para Deus…

    Que o julgamento caia sobre vós com toda a justiça de nosso CRIADOR ! ! !! ! ! ! ! ! !

  20. Para entender o significado do batismo na igreja primitiva visita… http://www.aigrejaprimitiva.com/dicionario/BATISMONAIGREJAPRIMITIVA.html

  21. Márcio disse:

    Caro amigo, Salve Maria!

    Obrigado pela indicação. Estarei visitando seu site.

    AMDG,

    Márcio

  22. Alexandre disse:

    Entao como se explica as passagens biblicas que falam do batismo no espirito santo? ex: mt 3,11 mc 1,8 lc 3,16

  23. Alexandre disse:

    Ainda estou á espera que o meu comentário anterior seja publicado e que ne consigam responder ás questões que coloquei

  24. Márcio disse:

    A moderação dos comentários depende de que eu entre no blog para aprová-los, o que pode não ser imediato.

    A resposta já está no texto do artigo, que você não deve ter lido como atenção. O fato de a expressão “batismo no Espírito” se encontrar nas Escrituras não implica que existe um outro batismo além daquele que a Igreja administra. Este batismo, de fato, faz com que o Espírito Santo habite a alma da pessoa. O batismo de João era apenas uma figura do batismo cristão e não produzia os seus efeitos. João estava preparando o caminho para Cristo, e foi neste momento histórico que a expressão foi usada, significando o que ainda haveria de vir, que é o batismo cristão. É muito fácil entender isso, se você ler os argumentos do artigo. Somente a malícia herética é que inventou um batismo diferente daquele que a Igreja sempre teve.

    Agora eu é que lhe faço uma pergunta: se as Sagradas Escrituras nos dizem que há um só batismo (Ef 4,5), por que é que os carismáticos dizem que há mais de um batismo?

  25. João Viana disse:

    Paz em nome de Jeová o Deus eterno.
    Caro Márcio, vejo que o Sr. acusa muitos intervenientes deste pequeno fórum de não conhecerem bem as escrituras. Eu mantive-me pacientemente á espera que o senhor estuda-se as escrituras para me poder responder às questões que lhe coloquei á mais de um ano e meio. Bem sei que qualquer site de apologética católica me responderá às questões colocadas assim como qualquer site musulmano me responderá às questões sobre o islamismo e o profeta humilde chamado Maomé. Eu quero é que me prove pelas sagradas escrituras que essas práticas estão de acordo com o plano de Deus para a salvação. As questões são estas
    1 Petições e adorações á srª de Fátima(Maria morreu e não ressuscitou e Deus diz especificamente para não invocarmos os mortos) Nem encantador, nem quem consulte a um espírito adivinhador, nem mágico, nem quem consulte os mortos; Deuteronômio 18:11
    2 Ensinamentos sobre o Purgatório(Em toda a bíblia não existe tal palavra o que existe sim é o seio de Abraão mas isso refere-se a todos os santos que morrem em Cristo e são colocados juntos de Abraão) E aconteceu que o mendigo morreu, e foi levado pelos anjos para o seio de Abraão; e morreu também o rico, e foi sepultado. Lucas 16:22
    3 batismos de bebés pela aspersão e não submersão de adultos(O batismo tem uma condição para o batismo a qual é, temos que crer e ser batizados se não crermos não podemos ser batizados ora um bébé não crê em nada porque não entende o que lhe está a ser administrado logo o batismo tem um efeito nulo nestes casos.) Quem crer e for baptizado será salvo; mas quem não crer será condenado. Marcos 16:16
    4 Missa do 7º dia (Jesus, porém, disse-lhe: Segue-me, e deixa os mortos sepultar os seus mortos.) Mateus 8:22 Não existem relatos dessa prática muito menos a serem pagas para comprar um lugar no céu.
    5 outros mediadores como S João S Pedro etc etc(Não ressuscitaram logo não os devemos consultar). Porque há um só Deus, e um só Mediador entre Deus e os homens, Jesus Cristo homem. 1 Timóteo 2:5
    6 caixa das emolas será Deus aleijado? A Bíblia fala de Dízimos ofertas alçadas e oferta voluntárias as esmolas eram para os pobres mas vós aplicais as esmolas para a casa de Deus?
    7 proibição dos casamentos dos sacerdotes.O casamento foi instituido por Deus, Paulo realmente disse que era bom que fossem como ele solteiro mas não fez disso uma obrigatoriedade mas o mesmo Paulo também diz em Timóteo 4:1-3 1Mas o Espírito expressamente diz que nos últimos tempos apostatarão alguns da fé, dando ouvidos a espíritos enganadores, e a doutrinas de demônios;2Pela hipocrisia de homens que falam mentiras, tendo cauterizada a sua própria consciência;3Proibindo o casamento, e ordenando a abstinência dos alimentos que Deus criou para os fiéis, e para os que conhecem a verdade, a fim de usarem deles com acções de graças;.
    Por favor responda-me para eu perceber porque é que a igreja verdadeira pratica tais mentiras.

  26. Márcio disse:

    Ao provocativo João Viana, Salve Maria!

    Você começa seu artigo falando em paz, mas que paz você pode pretender alcançar difamando a Igreja de Cristo?

    Quanto a eu não ter lhe respondido, não é por falta de conhecimento. Esta prática é comum entre os protestantes que vêm a este blog: insinuar que eu não conheço os argumentos contra o protestantismo. Eu conheço bem as falsas acusações que vocês fazem contra nós e conheço também as respostas que lhes desmascaram. Ora, existe vários sites de apologética católica que já deram as respostas a todas as acusações que vocês levantaram contra a Igreja. Não é necessário que eu repita aqui tudo o que já foi falado em outro lugar. O fato de eu não transcrever aqui as respostas não implica, de forma alguma, que eu não as conheça. Isto é falácia típica da baixeza a que vocês estão acostumados a utilizar nas suas injúrias contra a Igreja.

    Mas, já que vocês insistem tanto, vou escrever as repostas neste blog a fim de que nem este argumento falacioso vocês possam mais utilizar. Sem perder muito tempo, é claro, porque o objetivo principal do blog, por enquanto, é o de desmascarar os inimigos infiltrados na Igreja, aqueles que querem nos fazer crer que lobos como você são “irmãos separados”. Se estiver com pressa vai acessar algum dos muitos sites de apologética católica que existem na internet. Se não lhe faltasse boa vontade, você já teria conhecimento dos argumentos católicos e já teria se convertido à única Igreja de Cristo, fora da qual não há salvação.

    Vamos começar a responder pelas questões relativas ao purgatório. Que argumento rasteiro e sem importância você tem a coragem de trazer para o debate! O fato de não estar escrito o nome ‘purgatório’ não significa que o conceito não esteja expresso na Bíblia. De fato, lemos nas Sagradas Escrituras:

    “Se a obra de alguém se extinguir, sofrerá a perda. Ele mesmo, porém, será salvo, mas passando de qualquer maneira pelo fogo.” (1Cor 3,15)

    Precisa descrição mais clara do que esta do purgatório? Mesmo aqueles que não atingiram a perfeição, podem se salvar, porém terão de expiar suas penas no purgatório. Ou seja, aqueles que morrerem com pecado venial ou com penas a cumprir pelo pecado mortal já perdoado, será salvo, mas terá de se purificar, de pagar esta dívida que tem para com Deus.

    Também o Santo Evangelho, faz referência a uma prisão, da qual não se sai antes de se ter pago até o último centavo (Mt 5,25-26). Tal prisão não pode ser o inferno, uma vez que deste não há saída. Esta é uma clara referência ao purgatório: um local onde pagaremos todas as dívidas que tivermos para com Deus antes de que possamos vê-lo face a face nos Céu. É um lugar de expiação, de purgação, de onde veio o nome purgatório. Ainda que este nome não esteja na Bíblia, o conceito está perfeitamente descrito. Reclamar da falta do nome escrito na Bíblia é uma falácia muito fácil de se desmascarar e que, se contássemos com um pouco de boa vontade de vocês, não seria sequer proposta.

    Em 2Mc12,42-46 o purgatório também está bem definido, pois Judas Macabeu ofereceu um sacrifício pelos pecados dos que morreram na batalha. E isto responde também a sua pergunta sobre Missa de sétimo dia. Este trecho, aliás, é tão evidente que Lutero se viu obrigado a arrancá-lo da sua Bíblia.

    E vocês, protestantes, ainda vêm dizer que o purgatório não existe? Ora, se o nome não se encontra lá, a descrição sim. Com o mínimo de boa vontade, pode-se encontrar facilmente as respostas para todas as falsas acusações que vocês fazem contra a Igreja Católica. Se você tivesse realmente interessado em saber a verdade, você não ficaria esperando um ano meio para que eu lhe respondesse. A internet está cheia de respostas que você poderia encontrar. Você não precisaria da minha resposta.

    O que pode leva vocês a quererem provocar quem está quieto? Por que vocês fazem tanta questão de uma resposta minha? Uma das conclusões que eu cheguei é que, ao menos alguns de vocês, querem me fazer perder tempo. Outros, talvez, tenham esperança de que eu não saiba responder e, assim, prejudicar este humilde apostolado. Seja qual for a intenção de vocês, cairam do cavalo.

    As outras respostas eu vou escrevendo depois, quando me sobrar tempo. Pois não vou cair na armadilha de vocês, de perder tempo repetindo tudo o que já está escrito, em detrimento de outros escritos mais úteis.

    Antes de terminar, posso dizer que é muito sugestivo o nome do seu blog “Indo para o inferno”. É justamente isto o que você está fazendo e ensinando os outros a fazer. Mas, você ainda poder mudar de rumo e se converter à Igreja Católica, que é o único caminho para o Céu.

    In cordibus Jesu et Mariae, semper,

    Márcio

  27. João Viana disse:

    Glória ao Deus todo-poderoso o grande “El Shadai”Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará. Como pode você dizer que a igreja católica é a verdadeira igreja quando ela mesma se prostitui com tanta idolatria, mentira e blasfema contra o Espírito Santo. O único caminho para o céu não é pela igreja católica nem nenhuma outra igreja mas sim por Cristo Jesus. Na verdade há um povo sedento de Deus que caiu nas mãos de “lobos e carneiros” não só da igreja católica mas também de várias denominações. A verdadeira igreja é aquele corpo de homens ou mulheres que estão em Cristo Jesus. Mas muitos foram atrás de fábulas ouvindo doutrinas de demónios tendo posto de parte a sã doutrina de Jesus o único a quem foi dado todo o poder na terra e nos céus. Chegou a hora de desmascarar os falsos mestres e profetas que devoram as ovelhas de Deus com mentiras. Caro Márcio para sua informação se o senhor não abdicar da idolatria, de falar com a Maria morta, e de não reconhecer o Espírito Santo como único representante de Deus na terra toda essa sua literatura e sabedoria será em vão. Porque Deus usa os simples para confundir os sábios. Arrependa-se enquanto está a tempo. Não me responda a nenhuma questão porque todas essas práticas que eu questionei são diabólicas. Só perguntei para ver se o senhor pesquisava a verdade mas creio que é mais fácil seguir uma mentira. O homem que não vê o buraco e cai nele é cego mas o homem vê o buraco e mesmo assim cai nele é teimoso. Qual dos dois é o senhor? Agora não direi que o senhor vai para o inferno porque quem julga é Deus e quem sou eu para o julgar mas rogarei ao meu Pai por si.
    Deus é fiel

  28. Salvo disse:

    Igrejas não deveriam existir, já que na biblia pode-se ler “mas o Altíssimo não habita em templos feitos por mãos de homens, como diz o profeta:”
    Atos Cap. 7 Vers. 48

  29. Márcio disse:

    “Salvo” !?!?

    Você tem a prepotência de todos os hereges de se auto-declararem salvos desde já. Que desgraça a de vocês, caso só se dêem conta da perversidade desta presunção quando já estiverem no inferno. Que vocês possam, antes disto, se converter à única Igreja que Nosso Senhor Jesus Cristo fundou, a Igreja Católica. Aliás, foi Ele quem disse “tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha Igreja“. Se não devesse existir a Igreja, como você blasfemou, Nosso Senhor teria errado ao fundá-la?

    AMDG,

    Márcio

  30. […] e sim no protestantismo. Passemos a demonstrar que o “batismo no Espírito” não é uma doutrina católica, mas tão somente uma interpretação abusiva de um trecho da Sagrada Escr…. É provável que o carismático tente defender o “batismo no Espírito”, talvez […]

  31. […] Católica, e sim no protestantismo. Passemos a demonstrar que o “batismo no Espírito” não é uma doutrina católica, mas tão somente uma interpretação abusiva de um trecho da Sagrada Escr…. É provável que o carismático tente defender o “batismo no Espírito”, talvez tentando […]

  32. Böcklin disse:

    Vcs aqui,aproveitam-se da situacao para atacarem um unico homem.
    Ataquem-me pois a mim se for esse vosso desejo.

    As escrituras não são de particular interpretação!!Disse-nos S.Pedro
    Por isso todos vcs estao em erro,porque cada um de vcs as interpreta como o desejam.
    Todos se querem salvar!Mas vosso salvamento por mim ja é conhecido…

    Sr.João Viana para ja vc em nome de Deus cale-se e seja humilde.O Santo Nome de Deus nao deve ser proclamado em vão.

    Para todos os protestantes e toda a religiao nova aparecida:
    Onde estao os vossos frutos destes ultimos 2000 anos passados?
    Nao vos mandou o Senhor espalhar a Sua palavra por todo o canto do mundo?
    Mostrai-me pois os vosso talentos!Que usos lhes fizestes?

  33. Márcio disse:

    Caro Böcklin, Salve Maria!

    Obrigado pelo apoio.

    A livre interpretação das Escrituras é provocada pelo orgulho destes hereges, que se julgam maiores que a Igreja instituída por Deus. São fanáticos que não aceitam correção, e correm para sua própria perdição. Como resultado deste orgulho, não possuem bons frutos, e seu sucesso é efémero. Infelizes que jogaram fora seus talentos.

    AMDG,

    Márcio

  34. Böcklin disse:

    Amigo Márcio,

    Vivo no Pais onde nasceu o protestantismo.Conheco-os muito bem e conheco melhor as “tolerancias”por eles praticadas.
    Tolerancias que sao expressamente proibidas por Nosso Pai na Biblia.
    O pensamento de livre arbitrio deste mundo esta cheio de malicia enganadora.Apenas o consegue ver quem de facto vive dentro da Igreja Universal Catolica,pois o Santo Espirito nos abre a mente se o formos merecedores e amarmos a Deus acima de tudo.
    Antes de mais,nao se deixe abater,porque vc nao esta sozinho.A Santa Igreja de Nosso Senhor Jesus Cristo ainda esta bem viva.Nao me refiro apenas á Igreja construida de pedra,mas sim á Igreja Espiritual.
    Estamos vivos graças a Deus!

    Mas mais vivos estaremos quando nossas Almas deixarem o corpo impuro,para se dirigirem a Deus.Nos veremos,nos conheceremos e nos amaremos junto de Deus.Amém!
    E quando toda a crianca do Senhor estiver reunida,entao o mundo O verá!
    E nossos corpos pelo poder divino de Deus nos serao de novo entregues e resplandeceremos com Cristo nosso Senhor Deus.

    Abraço de um amigo leigo

  35. Márcio disse:

    Caro Böcklin, Salve Maria!

    Por aqui as “tolerâncias” deles também são enormes… Principalmente daqueles a quem Jonas Abib chamou de “lindos e santos”.

    O importante é não nos deixarmos abater pelas adversidades e, muito pelo contrário, trabalhar para a conversão dos que estão fora da Igreja. E também não nos esquecermos da espiritualidade, que é a parte mais doce da religião, enquanto que a apologética é a mais dura, mas muito necessária.

    AMDG,

    Márcio

    PS:Também sou leigo.

  36. Paulo Cezar TonácioJúnior disse:

    Márcio,
    Salve Maria.
    Venho aqui, não para tentar desmentir seu argumento, mas lhe trazendo algumas explicações sobre “Batismo no Espírito Santo”, que lhe podem esclarecer um pouco essa prática da RCC:
    1. O termo “Batismo no Espírito Santo”(BES), conforme consta em documentos do ICCRS (orgão no vaticano que “regulamenta” a ação da RCC pelos países), diz que esse termo pode gerar confusão, exatamente por argumentos que você levantou no presente artigo, por isso, pede-se para não mais usar BES, mas “Efusão no Espírito Santo” (EES), pois esse termo melhor define tal fenômeno
    2. Realmente os sacramentos são completos, e a RCC não inventou um novo sacramento, o batismo é único. Logo, ter ou não recebido a “EES”, não constitui caminho obrigatório para salvação, a qual a igreja dispensa-a através dos sacramentos
    3. Essa efusão não representa algo novo na igreja, apenas ela aparece de formas diferentes, tais quais nas descrições de vários Santos, que eram acometidos de visões ou tendo experiências místicas. São Pedro, após ter recebido o Espírito Santo, repetiu a passagem de Joel, que explica bem tal efusão:
    “Acontecerá nos últimos dias – é Deus quem fala – Derramarei o meu Espírito sobre todo ser vivo: profetizarão os vossos filhos e vossas filhas. Os vossos jovens terão visões, e os vossos anciãos sonharão. Sobre os meus servos e minhas servas deramarei naqueles dias do meu Espírito e profetizarão. Farei aparecer prodígios em cima no céu e milagres ambaixo na terra: sangue, fogo e vapor de fumaça. O sol se converterá em trevas e a lua em sangue, antes que venha o grande e glorioso dia do Senhor. E então, todo o que invocar o nome do Senhor será salvo.” (At.2,16-21)
    4. Como já disse, a EES, é uma graça especial vinda da parte de Deus de tal maneira que é um mistério. Nosso primeiro Papa, Pedro, também não compreendeu muito bem de que forma e ordem essa graça acontece. Porém, apesar desse mistério, visto que o Espírito sopra onde e quando quer, afirmo que existe e não é psicologismo ou indução. Se assim fosse, creio que essa prática seria proibida pela Igreja. Transcrevo aqui outro trecho de Atos, que esclarece bem essa situação:
    “Estando Pedro ainda a falar, O Espírito Santo desceu sobre todos que ouviam a (santa)palavra. Os fiéis da circuncisão, que tinham vindo com Pedro, profundamente se admiraram vendo que o dom do Espírito Santo era derramado também sobre os pagãos; pois eles os ouviam falar em outras linguas e glorificar a Deus. Então Pedro tomou a palavra: “Porventura pode-se negar a água do batismo a estes que receberam o Espírito Santo como nós? E mandou que fossem batizados em nome de Jesus Cristo.”(At.10,44-48)
    O mais intrigante dessa passagem é que as pessoas descritas como as Que receberam a EES, nem eram batizadas.
    Por fim, deixo meu testemunho, desde que pela primeira vez recebi a EES, minha vida na Igreja passou por um profundo processo de experiência dos sacramentos. Se fosse algo não proveniente de Deus, hoje não estaria visitando o sacrário, frequentando as Santas Eucaristias, vivendo o Sacramento da Reconciliação com constancia…
    Enfim, na RCC, frequento principalmente Grupos de Oraçao e atendimentos de Cura interior, e sempre peço quando possível que haja uma imposição de mãos sobre mim clamando o derramamento no Espírito Santo. Mais uma vez, se fosse algo demoníaco estaria agora por outros caminhos fora da Igreja.
    Não espero que as minhas palavras te convençam, mas o próprio Espírito. Por isso ore um pouco sobre essa problemático. Te sugiro para isso a passagem de João 3: “Conversa de Jesus com Nicodemos.”
    Deus te abençoe!

  37. Márcio disse:

    Caro Paulo Cezar, Salve Maria!

    O “batismo no Espírito” surgiu a partir de uma interpretação errada de uma passagem bíblica. E surgiu em um ambiente protestante, portanto, fora da Igreja Católica. Da mesma forma que toda a RC”C”, o tal “batismo” foi transportado para a Igreja por meio de leigos que tomaram contato com os protestantes. Daí surge a primeira pergunta: o Espírito Santo teria dado um dom a hereges e negado o mesmo à Igreja Católica, sendo esta obrigada a recorrer às seitas?

    Depois, todos os grandes elementos da RC”C” insistem no termo “batismo”, e se apóiam exatamente no trecho bíblico onde João Batista diz: “eu vos batizo com água, mas virá Aquele que vos batizará com o Espírito Santo”. Sendo assim, o termo “efusão” não tem sentido nenhum de ser utilizado tendo como apoio este trecho tão repetido pelos carismáticos. Se você perder um tempinho para ler o que escrevem os carismáticos, vai perceber o quanto eles insistem sobre este trecho, que seria, segundo eles, a prova bíblica da existência do “batismo no Espírito”. O termo “efusão” teve ter sido inventado depois, como uma forma de mascarar o problema, uma vez que a doutrina católica ensina a existência de um único batismo. Seria apenas mais um contorcionismo para fugir da heresia evidente.

    Além disso, cada carismático dá para o problema a explicação que quer, bem ao estilo das seitas. Um deles, aqui mesmo no meu blog, veio dizer que o “batismo no Espírito” seria o sacramento da Crisma!!!

    Não adianta tentar confundir experiência mística com a tal heresia promovida pela RC”C”. Estas experiências são regidas por Deus, e apenas algumas almas privilegiadas as recebem. O tal “batismo no Espírito” (ou “efusão”, como queira) são praticados no atacado pela RC”C”. Multidões recebem o tal “bastimo” ao comando de algum sectário da RC”C”. A diferença é enorme.

    Leia, no meu artigo, as palavras do heresiarca Jonas Abib, e veja como ele defende a necessidade do tal “batismo” para todos os cristãos. As experiências místicas não são necessárias para todos os cristãos. Pelo contrário, muitos poucos são contemplados por Deus com tais experiências. Fica fácil perceber que se tratam de coisas muito distintas.

    Também no meu artigo está citada a regrar para se saber se um doutrina é católica ou não: aquilo que foi crido em todas as épocas da Igreja, em todos os lugares e por todos os fiéis. O tal “batismo” nunca foi crido, em lugar nenhum. Logo, não faz parte da doutrina católica. Ou seja, é heresia importada dos pentecostais, como, aliás, a história da RC”C” prova sem sombra de dúvidas.

    Se o tal movimento da RC”C” é mesmo obra do Espírito Santo, por que é que seria necessário uma comissão do Vaticano ensiná-los que não se deve falar em “batismo no Espírito”, mas sim “efusão”? Mais uma contradição de que tem a pretensão de ser movido diretamente pelo Espírito Santo.

    Quem me convence é sim o Espírito Santo. Mas Ele nos ensina através da Igreja Católica, não de seitas infiltradas.

    Estude mais a RC”C”, sua história e suas heresias, para entender que este “movimento” não é legitimamente católico.

    ADMG,

    Márcio

  38. marcos roberto disse:

    boa noite meu nome é marcos roberto e li seu artigo so que descordo do que vc postou, pois fui resgatado por Deus atraves da Rcc que vc esta criticando com boms argumentos, so que vc esquece que a rcc surgiu de um pedido do papa paulo II ,em oração a Deus ! prucure conhecer mais a rcc pode ser que algums “grupos” da rcc tenha ezagerado em algo mais vou deixar aqui esta passagem na palavra de Deus.Q
    ue diz assim ,
    Leitura dos Atos dos Apóstolos 5,34-42

    Naqueles dias, 34um fariseu chamado Gamaliel, levantou-se no Sinédrio. Era mestre da Lei e todo o povo o estimava. Gamaliel mandou que os acusados saíssem por um instante.
    35Depois disse: “Homens de Israel, vede bem o que estais para fazer contra esses homens. 36Algum tempo atrás apareceu Teudas, que se fazia passar por uma pessoa importante, e a ele se juntaram cerca de quatrocentos homens. Depois ele foi morto e todos os que o seguiam debandaram, e nada restou.
    37Depois dele, no tempo do recenseamento, apareceu Judas, o galileu, que arrastou o povo atrás de si. Contudo, também ele morreu e todos os seus seguidores se dispersaram. 38Quanto ao que está acontecendo agora, dou-vos um conselho: não vos preocupeis com esses homens e deixai-os ir embora. Porque, se este projeto ou esta atividade é de origem humana será destruído. 39Mas, se vem de Deus, vós não conseguireis eliminá-los. Cuidado para não vos pordes em luta contra Deus!” E os membros do Sinédrio aceitaram o parecer de Gamaliel.
    40Chamaram então os apóstolos, mandaram açoitá-los, proibiram que eles falassem em nome de Jesus, e depois os soltaram. 41Os apóstolos saíram do Conselho muito contentes por terem sido considerados dignos de injúrias, por causa do nome de Jesus. 42E cada dia, no Templo e pelas casas, não cessavam de ensinar e anunciar o evangelho de Jesus Cristo.

    – Palavra do Senhor.
    – Graças a Deus.

    me desculpe mas procure ver e ajudar a refazer e não destruir o que esta feito,
    temos que ser na igreja como são francisco e não ser um martinho lutero que foi um grande homem mas dividio a igreja.fica com Deus!

  39. Márcio disse:

    Prezado Marcos, Salve Maria!

    A situação está tão ruim depois do Vaticano II, que até um antro de heresias como a RC”C” pode parecer bom para quem não conhece realmente a Igreja Católica.

    A RC”C” não surgiu da oração do “beato” (o que em si mesmo seria um ultraje e não motivo de glória). Ela surgiu no meio do protestantismo pentecostal e foi implantada na Igreja por leigos que tinham autoridade para nada.

    Temos que fazer parte da Igreja como São Francisco, sim, crendo na verdadeira doutrina, celebrando dignamente segundo os ritos tradicionais da Igreja. E não devemos ser como Lutero, que deturpou a doutrina, a moral, os ritos e a autoridade da Igreja. E por isto mesmo não temos o direito de participar de um “movimento”, como a RC”C”, que deve sua origem ao protestantismo, obra de Lutero.

    AMDG,

    Márcio

    PS: precisei editar sua mensagem para que seu e-mail não ficasse disponível para qualquer um que lesse o comentário. Já existe no formulário um campo especial para se colocar o e-mail justamente para que ele não visível.

  40. Thayane Rocha disse:

    Sempre achei estranho a pregação ser tão exaustiva na RCC, leio muitos artigos e visto muitas pregações que sim, me ajudam a ter mais fé. Mas não participo desse movimento… Fui uma vez a uma Missa da RCC e não me senti nada legal lá, e o tanto que o mal parece se manifestar nestas ocasiões não me parece ser uma coisa muito “Divina”… Mas no quesito obras eu fico confusa, porque Jesus disse que o mal não pode combater o mal, então como pode uma coisa má expulsar demônios e coisas do tipo?

    Realmente não confio de receber o Espírito Santo de mãos humanas não-ordenadas, e de fato, se assim surgiu a tal Efusão, não estariam todos recebendo o Espírito Santo vindo daqueles Pentecostais que os Católicos insatisfeitos foram procurar? Como pode um Católico não estar satisfeito? Nem crismada sou e espero do fundo do meu coração ser este ano, e mesmo assim já vivo uma vida Católica muito satisfatória, não consigo assimilar como pode um verdadeiro católico não viver plenamente por Deus, com Deus e em Deus.

  41. Márcio disse:

    Prezada Thatyane, Salve Maria!

    Não tem como se sentir bem com a RC”C”, porque ela é herética. Você faz muito bem em não aceitar estes erros e em procurar o que realmente é católico.

    Sobre os tais “milagres”, eles não são mais do que aquilo que se faz nas seitas protestantes. São apenas os famosos “testemunhos”. Ora, a Igreja Católica, com sua seriedade de sempre, somente reconhece um milagre depois de ter provas suficientes de que tal fato realmente ocorreu e que não poderia se dar por meios naturais. Esta febre de milagres, anunciados mas não provados, somente serve de propaganda para as seitas, estejam elas infiltradas ou não na Igreja.

    AMDG,

    Márcio

  42. […] Igreja Católica, e sim no protestantismo. Passemos a demonstrar que o “batismo no Espírito” não é uma doutrina católica, mas tão somente uma interpretação abusiva de um trecho da Sagrada…. É provável que o carismático tente defender o “batismo no Espírito”, talvez tentando […]

  43. Quem não tem o Espirito de Deus, não tem como afirmar que Jesus é o Senhor, e não pode entender as coisas espirituais, e infelizmente é isso o que falta no meio católico, e essa coisa de movimento carismático, é uma enganação também, pois as pessoas continuam numa cegueira espiritual. Oremos para que o Espirito da Verdade, venha a invadir as igrejas e as casas dos católicos, espiritas, e outras religiões criadas pelo homem, ou pelo diabo.

  44. ana disse:

    nada contra os católico,mas se vc quiser crescer espiritualmente deve ter o batismo no espírito santa.Quando se diz que exiiste um sô batismo quer dizer que vc se batiza nas aguas e no espírito pois anbos sao um so batismo.Nao se pode batizar uma crianca pois a mesma nao tem pecado algum!!

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