“Liberdade de expressão”: contra a Igreja, tudo pode

A desgraçada “liberdade de expressão”, tão querida nas democracias “idiotizantes” modernas, deveria receber outro nome, que a qualifica melhor: liberdade de atacar a Igreja. Um grupo de defensoras do aborto, na Espanha, utilizou-se desta praga revolucionária que é a “liberdade” de contrariar a moral, a fim de atacar a Igreja Católica:

Feministas españolas invitan a quemar Iglesias católicas
http://santaiglesiamilitante.blogspot.com/2008/10/feministas-espaolas-invitan-quemar.html

Ah! Quando a Igreja utiliza de sua sabedoria bi-milenar e divina para ensinar aos homens qual a atitude correta… Os cínicos rasgam as vestes, chamam-na de retrógrada, preconceituosa, autoritária. Como sempre, os ensinamentos da Igreja, se fossem seguidos, livrariam os homens de cometer grandes pecados e grandes crimes, e evitariam tantos sofrimentos e tantas desgraças. Mas, por mais sábias que sejam as palavras da Igreja, os liberais não medem esforços para desqualificá-las.

Por outro lado, quando são os liberais que se utilizam da “liberdade de expressão” para ensinar o erro e a barbárie, aí eles são elogiados, são considerados modernos, evoluídos, livres. Este é um dos grandes males modernos: a “liberdade” é considerada tão ampla que abraça até o erro, até a imoralidade, até a injúria gratuita e irracional, até a agressão… Desde que seja contra a Igreja Católica, a Fé e a Moral, é claro.

A Igreja pode até ser, tão injustamente, chamada de obscurantista ao defender a vida desde sua concepção até a morte natural, defendendo os fracos, desde embriões até doentes terminais. Mas podemos ter a certeza de que nenhum liberal, com sua “democrática” “imparcialidade”, vai atentar para o fato de o quanto obscurantista foi a atitude dessas defensoras do aborto, ao incitar a violência contra a Igreja.

Os inimigos da Igreja continuam tendo contra Ela o mesmo ódio que sempre tiveram. Somente os óculos “mágicos” do ecumenismo pregado pelos hereges modernistas, antes, durante e depois do Concílio Vaticano II, conseguem fazer com que os incautos enxerguem o mundo em cor-de-rosa.