Terceiro aniversário do blog e mensagem de Natal

No próximo dia 26 completam-se três anos da publicação do primeiro artigo deste blog. Em 2010, priorizamos a crítica dos textos do concílio Vaticano II, a fim de atacar o mal pela raiz. No fundo, o que fazemos é colocar lado a lado os textos conciliares e outros tradicionais para evidenciar a ruptura provocada pelo concílio. Outros trabalhos do gênero, muito bons e completos, já foram feitos por outras pessoas, mas a nossa esperança é que os artigos curtos e focados em um único assunto possam contribuir para tornar impossível uma pessoa de boa vontade negar que existem contradições entre o concílio e a Tradição. Pelo menos até agora nenhum defensor do concílio se aventurou contra-argumentar. É mais ou menos esta linha que pretendemos continuar a seguir em 2011, mas a má vontade de algumas pessoas exigem que escrevamos mais artigos para justificar a forma como trabalhamos. Pois, se os aguerridos defensores do concílio não entram no mérito da questão dos erros do concílio, eles não deixam de levantar críticas sobre assuntos periféricos para desmerecer nosso trabalho. Não ficarão sem resposta.

Existem muitas questões importantes que exigem serem esclarecidas, e para isto estamos estudando e acumulando argumentos para tratar estas questões com a seriedade que merecem. Agradecemos a compreensão dos leitores pelas escassas publicações destes últimos meses.

Aproveitamos a ocasião para desejar a todos um Feliz Natal e um santo Ano Novo passado todo na graça de Deus. Que mais e mais pessoas possam descobrir os tesouros da Tradição católica, escondida e perseguida pelos modernistas. Que mais e mais almas superem o árido deserto pós-conciliar para encontrar o oásis da Tradição. Que todos os que desejam a Santa Missa Tridentina possam obtê-la, por mais que bispos traidores tentem impedi-la. Que resplandeça a verdade católica e sejam exaltados todos os que por longos anos lutaram por ela e que, por amor à Igreja, foram injustamente perseguidos. E que a Igreja novamente esmague o erro, como sempre fez, para glória de Deus e salvação da almas.