O caminho da paz não passa por Assis, passa por Fátima

Infelizmente, Assis III teve início e está se desenrolando como já temíamos que fosse, um desastre ecumênico. Provalmente não ocorrerão as aberrações e profanações que se deram sob a complacência do “beato” João Paulo II. Mas o clima de indiferentismo não deixa de estar presente.

Este encontro é um enorme equívoco. De onde o Vaticano tirou a absurda idéia de que a reunião das religiões seria o caminho para a paz? Por acaso alguém se lembra qual foi a promessa de paz feita por Deus através da Santíssima Virgem Maria em Fátima?

Aquilo que a Santa Mãe de Deus mandou fazer foi consagrar a Rússia ao Seu Imaculado Coração. Se fosse cumprido o pedido do Céu, a Rússia converter-se-ia e teríamos paz. E esta promessa foi selada com um dos maiores milagres que este mundo já viu, o milagre do sol, testemunhado por dezenas de milhares de pessoas.

A Rússia não se converteu ao Catolicismo, o mundo não encontrou a paz, mas a obstinação dos altos prelados do Vaticano continua a mesma em não cumprir a vontade de Deus. Aí ficam inventando estes encontros cinematográficos para encontrar uma “paz” maçônica.

Reiteramos aqui a indicação da leitura do livro intitulado “O Derradeiro Combate do Demônio”, do Pe. Paul Kramer, que prova, com admirável riqueza de documentos e de maneira incontestável, que o pedido de Nossa Senhor de Fátima foi e continua sendo rejeitado pelo Vaticano.

Aliás, por tocarmos neste assunto, uma conclusão certa nós podemos tirar deste encontro de Assis: o pedido de Nossa Senhora de Fátima não foi atendido. Sem dúvida, porque a promessa de Nossa Senhora foi a de um tempo de paz para o mundo, o que não aconteceu. O próprio Vaticano, ao realizar o encontro de Assis com a finalidade de encontrar a paz, acaba por corroborar, contra seu gosto, esta conclusão óbvia.

Vamos escrever o silogismo por extenso:

Se a Rússia for consagrada, ela converter-se-á e o mundo terá paz.

O mundo ainda não teve paz.

Logo, a consagração da Rússia ainda não ocorreu.

Contra sua vontade, portanto, o Vaticano acaba por demonstrar que o pedido de Nossa Senhora não foi atendido.

E então? Vamos aplaudir, feitos macacas de auditório, a encenação ecumênica de Assis III ou vamos nos dirigir ao Vaticano, filial porém resolutamente, como convém a católicos, pedindo que eles cumpram a vontade dos Céus?

Fátima! Fátima é o caminho da paz. A paz que vem do Alto, que vem da promessa do Deus Altíssimo, transmitida por ninguém menos que a Santíssima Virgem Maria.

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PS: Algumas das palavras de Bento XVI no discurso de abertura foram muito equívocas. Vou comentá-las em um próximo artigo.