Os auxílios marianos às nações devotas

O livro Fátima, Roma, Moscou, foi escrito pelo padre Gérard Mura a fim de provar que a consagração da Rússia ao Imaculado Coração de Maria não foi realizada nos termos pedidos nas aparições de Fátima. Apesar de não ter sido feita esta consagração, que traria a conversão da Rússia e um tempo de paz ao mundo, outras consagrações e devoções marianas salvaram nações de grandes perigos. Nos arquivos de áudio acessíveis pelo link abaixo, entre os capítulos 07 (Autenticidad y eficacia de su promesa) e 11 (Signos para los Papas), estão descritos vários destes casos.

http://www.audiocristiandad.com/biblioteca/frm/01.html

É consolador conhecer, neste momento, tantos fatos extraordinários que aconteceram no século passado em favor das nações devotas. Por outro lado, é necessário observar que houve grande empenho do clero e do povo católicos para merecer tais graças. Do “clero” da “igreja” oficial (leia-se seita conciliar) não podemos esperar nada, pois o mesmo está tomada por “progressistas” que trabalham não pelo bem da Igreja, mas sim para destruí-la. Por isso não conseguiremos a dimensão das devoções passadas. Mas ainda assim devemos fazer nossa parte oferecendo nossas orações.

De especial modo, devemos rezar em desagravo. Pois não são poucas as ofensas feitas a Deus neste país. Na década de 1930, Nossa Senhora, em aparição para a Irmã Lúcia, já condenava o carnaval daquela época. Que pensar do atual carnaval brasileiro? E quantos outros atos de provocação direta a Deus foram feitos nestas terras: “mostras de arte” em que figuras religiosas são insultadas, imagens religiosas quebradas em via pública e usadas para imoralidades, programas “humorísticos” em que Cristo é zombado, etc. E a atuação da anti-igreja, permitindo a maciça perda dos filhos da Igreja para as seitas, promovendo o indiferentismo religioso, realizando “missas” com os mais variados abusos litúrgicos, profanando tudo o que há de sagrado, perseguindo os católicos fiéis. E os neoconservadores que têm todos os meios de conhecer os erros do latrocínio Vaticano II e ainda assim mantêm uma acirrada defesa do mesmo, pisoteando a verdade conhecida e se passando pelos bons mocinhos junto às autoridades da seita conciliar. Pensem na gravidade da traição que fizeram contra Dom Antônio de Castro Mayer e agora estão fazendo contra Dom Marcel Lefebvre, laçando as obras de tantos sacrifícios nas mãos dos anticristos da roma neopagã. Nós mesmos, vivendo rodeado de liberais, quanto temos que nos esforçar para não sermos influenciados por eles e não cair, assim, no laxismo. Razões, portanto, não faltam para fazermos penitência e rezarmos. O que, aliás, é pedido em todas as aparições marianas.

É claro que devemos fazer nossa parte também fora da Igreja, utilizando corretamente os meios materiais à nossa disposição, buscando o mal menor quando necessário, etc. Mas estes são paliativos para uma crise que é, no fundo, religiosa e cuja solução, ou pelo menos amenização, somente pode se dar neste mesmo plano.