Entrevista de Dom Fellay: “Só falta o selo”

Faz um tempo que eu parei de comentar sobre o caso da FSSPX. Sinceramente, já tenho o caso por perdido. Mas vou fazer mais um comentário que deve ser o último. Quem sabe algum inocente na FSSPX ainda escute e escape da armadilha.

Na entrevista de Dom Fellay à uma TV francesa (clique para assistir ao vídeo, em francês), depois de apontar com alegria as cooperações que já ocorrem na prática entre a FSSPX e a roma apóstata, ele admitiu que, para o reconhecimento, falta somente o selo.

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A ESTOCADA FINAL DO APÓSTATA FELLAY, E SUA JURISDIÇÃO INFERNAL

Palavras duras? Podem até ser. Mas, principalmente, são verdadeiras. Quem não quiser perder a alma tem a grave obrigação de não apoiar os traidores que aceitam “jurisdição” oferecida pelo usurpador Bergoglio, herege público que trabalha com afinco para destruir o Catolicismo.

Pro Roma Mariana

Giordano Bruno

Alberto Carlos Rosa Ferreira das Neves Cabral

Desde a morte de Monsenhor Lefebvre, que os novos dirigentes da Fraternidade QUE FOI DE SÃO PIO X, procederam a uma inversão radical de rumos, os quais passaram a consubstanciar o abandono do combate pela Fé Católica, em prol da plena e almejada integração da dita Fraternidade na apóstata seita conciliar.

Chegados à meia idade, incomodados com o desfavor social da sua condição, os novos dirigentes da Fraternidade resolveram MEDIR A FÉ CATÓLICA PELOS SEUS PRÓPRIOS INTERESSES HUMANOS E PESSOAIS; PELOS SEUS PENSAMENTOS HUMANOS; PROSTITUINDO-SE AO MUNDO E À SEITA CONCILIAR QUE DEVIAM COMBATER COM TODAS AS SUAS FORÇAS.

Porque a Fraternidade São Pio X, sobretudo após as Sagrações de 30 de Junho de 1988, foi constituída essencialmente como corpo de combate, teológico, filosófico, moral e social, cuja missão era não apenas manter viva a Doutrina Católica, o seu Magistério, o seu Santo…

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Apenas a ponta do Iceberg

Muito nos preocupamos quando as intenções acordistas da Neo-FSSPX se tornaram evidentes no início de 2012. As informações que Menzingen queria que permanecessem em segredo foram divulgadas quando vieram à luz as cartas trocadas entre o superior geral e os outros três bispos, a declaração doutrinal e outros documentos. Também houve as entrevistas de Dom Fellay, onde ele falou aquilo que agradava Roma. O fato é que, apesar de todo esforço, Dom Fellay não conseguiu o acordo prático. Pelo menos por enquanto.

Mas, de qualquer forma, a crise serviu para abrir os olhos de muita gente. Mesmo tendo fracassado a tentativa de acordo, ela foi muito reveladora. Como pode alguém perfeitamente católico sequer sonhar em fazer um acordo com os hereges modernistas? Dom Lefebvre foi mais longe do que deveria ter ido nas conversas com a Roma da década de 1980. Ele mesmo, humildemente, admitiu isto. E tanto aprendeu com seu erro que declarou diversas vezes, depois das sagrações, que jamais se poderia aceitar um acordo prático. As suas palavras, desde então e até sua morte, foram sempre no sentido de que somente a conversão de Roma poderia nos colocar em comunhão com eles novamente. A história da comissão Ecclesia Dei e de todos os peixes que ela fisgou, e que acabaram na frigideira, prova o quanto o grande arcebispo tinha razão. Então, retomemos a pergunta: depois de todas as lições aprendidas, como pode alguém ainda querer um acordo com a Roma que perdeu a Fé?

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Resposta de La Sapinière ao desafio de Dom Fellay

Não posso deixar de traduzir e publicar a resposta do site La Sapinière ao desafio lançado por Dom Fellay. Meus comentários estão no final do texto.

La Sapinière aceita o desafio de Dom Fellay!

No dia 12 de outubro de 2013, em Kansas City, Dom Fellay lançou um desafio: “Certas pessoas continuam insinuando que nós estamos decididos a obter um acordo com Roma. Pobre gente. Eu lhes desafio a provar. Eles insinuam que eu penso diferentemente de como eu ajo. Eles não estão dentro da minha cabeça. […] Todo tipo de tentativa por um reconhecimento teve fim quando as autoridade romanas me deram o documento para assinar no dia 13 de junho de 2012.” Ora, o dia 13 de junho de 2012 nunca foi, na cabeça de Dom Fellay, o fim do desejo de um acordo com a Roma oficial e modernista. Porque, em 17 de junho de 2012, ele escreveu a Bento XVI: “Tenho a intenção de continuar a fazer todos os meus esforços para seguir por este caminho…”. Porque, em 15 de fevereiro de 2013, Dom Fellay, por ocasião de uma entrevista a Nouvelles de France, declarou a respeito das tentativas de aproximação da FSSPX com Roma: Pergunta: “Monsenhor, o senhor apreciaria o fato de que o último grande ato do pontificado de Bento XVI pudesse ser a reintegração da Fraternidade São Pio X?” Resposta de Dom Fellay: “Por um breve instante, eu pensei que, ao anunciar sua renúncia, Bento XVI faria talvez um último gesto para conosco enquanto Papa. No entanto, vejo que dificilmente isto seria possível. Será necessário provavelmente esperar o próximo Papa[…] Nós somos bem conscientes que é muito difícil pedir às autoridades uma condenação da nova missa. Na realidade, se aquilo que deve ser corrigido o for, isto já seria um grande passo. […] haverá uma momento, em que a situação se tornará aceitável e nós poderemos estar de acordo, mesmo se hoje este não parece ser o caso.”

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Frases seleccionadas de Monseñor Fellay

Para ler este artigo em português, clique aqui.

A continuación, transcribimos una larga serie de frases absurdas seleccionadas de lo que Monseñor Fellay dijo en los últimos años. No se supone que este listado sea completo, pero es bastante largo para que uno pueda tener una buena noción de lo que realmente piensa el superior general de la FSSPX. Dos o tres de esas frases serían suficientes para causar escalofríos a qualquier persona capaz de entender mínimamente la crisis por la cual pasamos desde el Vaticano II. El conjunto de todas ellas son una prueba incontestable de traición de Mons. Fellay a los principios de Mons. Lefebvre, a la razón misma de la existencia de la FSSPX y a toda la resistencia católica contra los enemigos infiltrados en la Iglesia. El sentido de las frases es tan claro que no hace falta hacermos comentarios. Tan solo hemos destacados algunas palabras en los textos. A aquellos que tengan aliento, los invitamos a que nos acompañen en la lectura.

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