A apostasia de Heinrich Himmler

Uma vez que o prosseguimento do processo de canonização de Pio XII têm feito ressurgirem as mais absurdas e infundadas acusações de omissão deste Papa em condenar o Nazismo, creio que seja interessante dedicar alguns artigos para demonstrar a agressividade sem limites com que esta ideologia neo-pagã perseguiu a Igreja Católica.

Para começar, gostaria de transcrever o trecho de um livro que narra a apostasia de Heinrich Himmler, Reichsführer SS, organização à qual estava confiada, entre outras atribuições, o comando dos campos de concentração, e a quem estava subordinada a terrível Gestapo:

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Por que tanto ódio no coração?

Apesar de considerá-las extremamente óbvias, vou começar com este artigo a escrever as respostas às principais questões que os nossos adversários levantam contra nós. Obviamente, essas respostas são minhas e que, certamente, há outros católicos que dariam respostas muito melhores que essas. Mas estou tentando fazer minha parte em responder, de forma simples e direta, sem a menor pretensão de esgotar o assunto, as questões que são levantadas contra nós a fim de justificarmos nossa atitude diante dos católicos inocentes que se encontram perdidos no meio da crise atual, para que não caiam nos argumentos doces e pacifistas dos que semeiam o erro teológico e atacam os que querem defender a fé católica. As respostas são bem simples e diretas  a fim de esclarecer porque existem pessoas como eu que não se rendem ao clima de ecumenismo reinante após o conciliábulo Vaticano II. Vamos, pois, começar a responder algumas questões.

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É proibido prostrar-se?

O presente artigo visa responder à acusação que um pentecostal fez contra a Igreja com relação ao ato de prostrar-se. Os protestantes, dentre tantas outras acusações absurdas, gostam de atacar os católicos por se prostrarem. Segundo eles, todo ato de prostrar-se é adoração e, portanto, seria idolatria prostrar-se diante de um homem, de uma imagem, de um altar, etc. Eles gostam de citar dois trechos bíblicos, um quando Pedro repreende o centurião romano que se ajoelha diante dele (At 10,25), e o outro quando o anjo tem a mesma atitude diante de João (Ap 19,10).

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