Descargar libros católicos

A continuación sigue una lista de sítios donde hay buenos libros y audios católicos que se pueden descargar o leer/escuchar on-line.

Descarga de livros

Stat Veritas – libros y artículos en  PDF y conferencias en MP3 para descarga – en español.

Bibliotèque Saint Libère – descarga de libros católicos en francés, español, inglés, italiano, portugués y otras lenguas. Biblioteca diversificada, grande y bien seleccionada de libros, artículos y documentos católicos.

Grupo São Tomás de Aquino – descarga de libros católicos en portugués, español y inglés. Contiene el Denziger, en español.

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Por que tanto ódio no coração?

Apesar de considerá-las extremamente óbvias, vou começar com este artigo a escrever as respostas às principais questões que os nossos adversários levantam contra nós. Seria desnecessário dizer, se tratássemos apenas com pessoas sérias, que estas respostas são minhas e que, certamente, há outros católicos que dariam respostas muito melhores que estas. Mas estou tentando fazer minha parte em responder, de forma simples e direta, as questões que são levantadas contra nós a fim de justificarmos nossa atitude diante dos católicos inocentes que se encontram perdidos no meio da crise atual, para que não caiam nos argumentos doces e pacifistas dos que semeiam o erro teológico e atacam os que querem defender a fé católica. As respostas são bem simples e diretas  a fim de esclarecer porque existem pessoas como eu que não se rendem ao clima de ecumenismo reinante após o concílio. Estas respostas não têm a menor pretensão de esgotar o assunto. Para os espíritos mais sagazes, que exigem abundância de argumentos, haverá outro artigos muito mais críticos e documentados. Vamos, pois, começar a responder algumas questões.

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A presença de Deus nos justos

O presente artigo não tem por finalidade esgotar o tema da presença de Deus nos mundo criado. Limitar-nos-emos a demonstrar a doutrina católica da presença de Deus nos justos, e a denunciar um grave atentado feito contra essa doutrina.

Nas Sagradas Escrituras, podemos ler trechos em que fica bastante clara a doutrina de que a habitação da Santíssima Trindade em nós depende da nossa condição de justos:

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A reverência para com as Sagradas Escrituras e o segundo mandamento

É de conhecimento geral a forma irreverente com que o falecido padre (?) Léo tratava todos os assuntos. Tudo era motivo de piada, de risos. Nem  mesmo as Sagradas Escrituras eram poupadas. Os santos e dignos mistérios da história de nossa salvação, na boca desse padre (?) carismático, se transformavam em humor popular.

Na entrevista dada em um conhecido programa de televisão, por exemplo, foram contadas piadas em seqüência, todas baseadas em textos bíblicos. Nem mesmo a Paixão de Nosso Senhor escapou do “humor” do padre (?):

O que já nos parece uma falta de respeito com as Sagradas Escrituras, pelo simples julgamento leigo, revela uma perversidade muito maior quando nos apoiamos na autoridade do Catecismo Romano e do Sagrado Concílio de Trento. No capítulo do Catecismo que trata do segundo mandamento, honrar o Santo Nome de Deus, podemos ler que  uma  das formas de se desobedecer a esse mandamento é não ter a devida reverência para com as Sagradas Escrituras:

Há também uma indigna e vergonhosa conspurcação das Sagradas Escrituras, quando pessoas perversas tomam suas palavras e sentenças, que merecem toda a veneração, para as torcerem em sentido profano, como seja de chocarrices, basófias, sandices, lisonjas, difamações, adivinhações, sátiras e outras infâmias. É um pecado que o Sagrado Concílio de Trento manda coibir com penas canônicas.

Catecismo Romano, Terceira Parte, Capítulo III, pág. 413

Portanto, dentre os outros atos infames mencionados, torcer o sentido das Sagradas Escrituras, “que merecem toda a veneração”, a fim de transformá-las em sátiras (piadas) é uma “indigna e vergonhosa conspurcação” (mancha, mácula) feita por “pessoas perversas”.

No final deste terceiro capítulo da terceira parte do Catecismo Romano, lemos a seguinte advertência que nos dão uma noção da gravidade dos pecados contra o segundo mandamento da Lei de Deus, nos quais se inclui a irreverência para com as Sagradas Escrituras:

Por isso, deste pecado [contra o segundo mandamento] devem escarmentar-nos os vários flagelos que todos os dias nos torturam, pois não será fora de propósito presumir que, na violação deste Preceito, esteja o motivo de caírem os homens nas maiores desgraças. Se os homens tomarem a peito esta verdade, é provável que se tornem mais cautelosos para o futuro.

Catecismo Romano, Terceira Parte, Capítulo III, pág. 414

Rezemos para que o referido padre (?) possa ter se arrependido e ter alcançado o perdão de Deus, assim como todos nós precisaremos um dia. E rezemos também para que os católicos tomem conhecimento do quanto a RC”C” ensina uma doutrina totalmente incompatível com o catolicismo, desprezando os ensinamentos da Igreja, como se comprovou acima, e zombando até mesmo das Sagradas Escrituras.

“Pro multis”, e a desobediência dos que se dizem obedientes

Um dos frutos mais danosos do Conciliábulo Vaticano II foi a teoria da salvação universal. Essa interpretação absurda foi facilitada por um dos textos mais ambíguos e desastrosos do malfadado Concílio:

“Por isso proclamamos a vocação altíssima do homem e afirmamos existir nele uma semente divina, o Sacrossanto Concílio oferece ao gênero humano a colaboração sincera da Igreja para o estabelecimento de uma fraternidade universal que corresponda a essa vocação.” (Gaudium et Spes, n. 3)

Se o homem possuísse realmente uma “semente divina” dentro dele, ele seria uma parte de Deus. E como uma parte de Deus não pode ir para o inferno, nenhum homem para lá iria. Grosso modo, seria essa a teoria. Mas o tema da presença de Deus na alma do justo, em oposição à semente divina presente em todos os homens, é bem mais complexo e merece um artigo exclusivo.

Neste artigo, quero chamar a atenção apenas para a tradução da Missa Nova. Como se já não bastassem os seus defeitos denunciados pelo Cardeal Ottaviani, a sua tradução para o vernáculo ampliou muitíssimo a ambiguidade e as contradições do texto em relação à doutrina que a Igreja sempre professou. Por exemplo, durante a consagração do vinho, o termo “pro multis“, do original em latim, foi traduzido como “por todos”, em vez de “por muitos”. Assim, tem-se a impressão de que o Sacrifício de Cristo é aproveitado para a salvação de todos os homens. Em potencial, realmente ele é. Mas, de fato, nem todos os homens o aproveitam, porque Deus não obriga os homens a aceitá-Lo compulsoriamente, mas deixa aos homens a liberdade de colher ou não os frutos do Santo Sacrifício do Calvário.

O Catecismo Romano expressa a doutrina católica de forma tão clara e inequívoca, que parece até ter sido escrita para desfazer a confusão provocada pelos ímpios tradutores da missa. Na realidade, o Catecismo Romano foi escrito quatro séculos antes, e os tradutores, se tivessem a mínima intenção de se manterem fiéis à doutrina católica, não teriam desculpa alguma para cometer o erro gravíssimo que cometeram. Eis o que nos diz o maior Catecismo da Igreja (os destaques são meus::

De fato, se considerarmos sua virtude, devemos reconhecer que o Salvador derramou Seu Sangue pela salvação de todos os homens. Se atendermos, porém, ao fruto real que os homens dele auferem, não nos custa compreender que sua eficácia se não estende a todos, mas só a “muitos” homens.

Dizendo, pois, “por vós”, Nosso Senhor tinha em vista, quer as pessoas presentes, quer os eleitos dentre os Judeus, como o eram os Discípulos a quem falava, com exceção de Judas.

No entanto, ao acrescentar “por muitos”, queria aludir aos outros eleitos, fossem eles Judeus ou gentios. Houve, pois, muito acerto em não se dizer “por todos”, visto que o texto só alude aos frutos da Paixão, e esta sortiu efeito salutar unicamente para os escolhidos.

Tal é o sentido a que se referem aquelas palavras do Apóstolo: “Cristo imolou-Se uma só vez, para remover totalmente os pecados de muitos” (Hb 9,28); e as que disse Nosso Senhor no Evangelho de São João: “Eu rogo por eles; não rogo pelo mundo, mas por estes que Vós Me destes, porque eles são Vossos.” (Jo 17,9)

Catecismo Romano, Parte II, Capítulo IV, pag. 269-270

Apesar da clareza da doutrina católica a esse respeito, os tradutores da missa introduziram um sentido que não existe no original, que afronta os ensinamentos da Igreja, como se pode constatar acima, e que induz ao erro da salvação universal.

O erro de tradução é tão grave que até o liberal padre apóstata Ratzinger, antipapa Bento XVI determinou que fossem alteradas, no mundo todo, as palavras da consagração, em todas as traduções vernáculas, para que elas correspondessem ao “pro multis” do original em latim.

Os modernistas, que acusam os católicos de desobediência, por que não obedecem Ratzinger, a quem eles chamam de papa?

Download de livros católicos

Segue uma lista de sites que disponibilizam bons livros, áudios e vídeos católicos para download ou para leitura on-line.

Download de livros

Site São Miguel Arcanjo – uma extensa biblioteca de livros católicos, sobre religião e filosofia, para download, contemplando grandes obras e grandes autores. A maior parte está português, mas há também livros em espanhol, inglês, francês e outras.

Grupo São Tomás de Aquino – download de livro católicos em português, inglês e espanhol. Contém o Denziger em espanhol.

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