Evolucionismo: muitas suposições, nenhum fato

A teoria da evolução das espécies é apresentada,  através de uma imensa máquina de propaganda, como fato cientificamente comprovado. Essa verdadeira lavagem cerebral é o único motivo pelo qual tantas pessoas ainda acreditam no evolucionismo.

No entanto, longe de haver fatos que o comprovem, o evolucionismo se baseia em  suposições e interpretações. Vejamos um comentário de sobre a falta de fatos comprovadores da teoria da evolução (os grifos são meus):

No número de dezembro de 1960 da revista Science pode-se ler, escritas pelo ex-presidente da Sociedade Para o Progresso da Ciência, dos EUA, as seguintes idéias: “Acompanhe-nos, agora, a uma excursão especulativa à pré-História. Faça de contra que está na era em que a espécie sapiens emerge do genus Homo”

“Avance velozmente através dos milênios, sobre os quais a informação depende, na maior parte, de conjetura e interpretação, até a era dos primeiros registros escritos, dos quais se podem colher alguns fatos”

Conjetura e interpretação… Que colossal distância para os “fatos provados” da mistificação criminosa ou do embuste irresponsável!

De resto, já o conhecido cientista britânico L. M. Davies, referindo-se à famosa obra de Darwin, “A Origem da Espécies”, afirmou: “Calcula-se que nada menos de 800 frases no modo subjuntivo (do tipo suponhamos, presumamos, etc.) podem ser encontradas em seu texto.”

Tais fatos, talvez, é que explicam a razão pela qual, menos comedido na linguagem, haja um fisiólogo da Comissão de Energia Nuclear dos EUA escrito: “Os cientistas que estão ensinando que a Evolução é um fato são grandes vigaristas, e a estória que contam talvez seja o maior logro que já houve. Não possuímos um único fato para explicar a Evolução“.

(BOAVENTURA, Jorge; Ocidente Traído; Bibliex; Rio de Janeiro; 1980; página 61)

É por isso que o evolucionismo não passa de uma teoria, ou seja, de uma suposição. Não existiam fatos que o pudessem comprovar na época de Darwin, de modo que ele acabou escrevendo um livro com mais de 800 suposições. E hoje, em pleno século XXI, continuamos sem fato algum que prove o evolucionismo. A ausência de fósseis intermediários entre uma espécie e outra, é uma das dificuldades que o próprio Darwin previu, mas que acreditava que os fósseis seriam encontrados. Até hoje não encontraram nada, mas os evolucionistas não perdem a “fé” na sua teoria, por mais distante que esteja da verdadeira ciência experimental, que exige provas, e não suposições.

Chegou a hora de dizer adeus a Darwin

Acabei de encontrar um excelente site anti-evolucionista:

Desafiando a Nomenklatura científica

O autor é um ex-evolucionista que abandonou a teoria evolutiva baseando-se na própria Ciência, que exige o abandono de teorias que não são suportadas pelos fatos. Com muita coragem, e usando argumentos científicos, o autor se levanta contra a verdadeira “ditadura”, existente no meio científico e midiático, que tenta empurrar o Darwinismo como se fosse verdade comprovada pela ciência, utilizando-se de uma imensa máquina propagandística.

Essa máquina de propaganda repete o “conto de fadas” do Darwinismo como se fosse ciência, embora não apresente nenhuma prova científica. Cria-se, dessa forma, um verdadeiro exército de zumbis que sabe apenas repetir a mesma estória (e não história) que vêm ouvindo desde os tempos de escola. Aliado à propaganda, existe a perseguição aos que não perderam a capacidade de questionar e se opõe ao evolucionismo. A mídia esquerdista e atéia “excomunga” qualquer um que não aceite os “dogmas” do evolucionismo. Assim, uma grande massa dos ignorantes repete os dogmas darwinistas com ares de intelectuais, e zombam dos criacionistas como se fossem religiosos “atrasados”.

Existem incontáveis argumentos, de ordem religiosa, filosófica e científica, que desmentem toda a falácia do evolucionismo. O site recomendado executa muito bem o trabalho a que se propôs, atuando no campo da própria ciência.

A impossibilidade da evolução

A teoria da evolução das espécies se baseia no princípio da sobrevivência do mais forte. Dentro de uma determinada espécie existem indivíduos mais adaptados para sobreviver do que outros. Esses mais adaptados ao meio sobreviveriam e transmitiriam seus caracteres para seus descendentes, enquanto que os inaptos seriam eliminados e não deixariam descendentes. Dessa forma, haveria como que uma seleção natural que eliminaria os caracteres indesejáveis das espécies, restando apenas aqueles mais adaptados à sobrevivência. O acúmulo de mutações genéticas causaria, ao longo de milhões de anos, o aparecimento de novos caracteres, que seriam sempre purificados pela seleção natural. Dessa forma, ao longo de milhões de anos, surgiriam novas espécies sempre mais adaptadas ao meio do que aquela original.

Se seguirmos esses princípios encontraremos uma grande contradição no evolucionismo. Se os novos indivíduos que sobreviveram à seleção natural são os mais aptos a sobreviver dentro de sua espécie, então sua descendência necessariamente teria de ser mais apta do que os antepassados, cujos indivíduos mais fracos foram sendo eliminados e, junto com eles, os caracteres defeituosos. Mas, segundo o evolucionismo, as mutações acumuladas seriam capazes de formar novas espécies. Então, se a prole é cada vez mais apta a sobreviver, e se essa prole, ao longo de milhões de anos, gera uma nova espécie, então a espécie gerada teria necessariamente de ser mais apta a sobreviver do que a espécie original. Sempre que disséssemos que B evoluiu a partir de A, então B teria necessariamente que ser mais apto a sobreviver do que A.

Essa é a conclusão lógica dos princípios da teoria da evolução. Entretanto, o evolucionismo afirma que o cachorro descende do lobo. Nós, que ainda não viramos zumbis manipulados pela mídia, podemos (e devemos) nos fazer uma pergunta simples: será que o cachorro pode ser considerado mais apto a sobreviver num ambiente selvagem do que o lobo? Não devemos considerar o ambiente urbano, pois a existência do homem sobre a Terra é muito recente, e a teoria da evolução exige milhões e milhões de anos para que uma espécie se transforme em outra através do acúmulo de pequenas mutações. E quando falamos em cachorro, devemos pensar em todas as raças, até mesmo nas mais indefesas, naqueles cãesinhos de estimação que não fazem mal a uma criança. Todos eles seriam descendentes dos lobos e, pela lógica evolucionista, deveriam ser mais aptos a sobreviver num ambiente selvagem, caso contrário os caracteres introduzidos pelas mutações seriam eliminados pela seleção natural e a nova espécie não se formaria. Chegando a este ponto, até o mais fanático defensor do evolucionismo percebe a contradição.

Esse é um raciocínio simples que demonstra a impossibilidade da evolução do cachorro a partir do lobo. Quantas vezes já não ouvimos um evolucionista estufar o peito para afirmar tal evolução? Aqueles que não suportam a verdade, a Verdade que é Deus, criador do mundo, preferem sacrificar tudo, até a lógica, em defesa do seu dogma ateu. A Verdade vos fará livres. O ódio ao Criador vos fará escravos de uma teoria pseudo-científica. De que lado nós estamos?

A cegueira do evolucionismo

O evolucionismo se tornou um dos maiores “dogmas” do ateísmo moderno. Não podendo contestar os argumentos criacionistas, os evolucionistas se concentram em uma propaganda intensa das suas idéias, realizando uma verdadeira lavagem cerebral. Desde os bancos escolares, as crianças são ensinadas a repetir que o homem veio do macaco. A mídia também repete a mesma estória “ad nauseam”, formando um verdadeiro exécito de zumbis, que sabem apenas repetir as mesmas fórmulas prontas que ouviram tantas vezes antes. E como se não bastasse a propaganda, sempre que se tenta debater o assunto com um evolucionista, este logo apela para a crítica do criacionismo como sendo “idéias religiosas ultrapassadas” e que “não estão de acordo com a ciência”. No entanto, a verdade passa bem longe disso, pois o evolucionismo também é uma crença religiosa, porém pagã, e a ciência está do lado do criacionismo.

A figura abaixo foi retirda do Novo Atlas Universal, publicado pela DCL – Difusão Cultural do Livro. Ele representa o surgimento dos primeiros seres vivos. Nele podemos perceber claramente a assim chamada “explosão de vida do Cambriano”, que foi o surgimento de diversos seres vivos, muitíssimo complexos, sem que houvesse qualquer mudança gradual dos seres vivos extremamente simples que existiam anteriormente. Essa é uma das maiores provas do Criacionismo: a vida surgiu de repente na Terra. Não houve mudança gradual como exigiria a teoria da evolução, mas houve sim o aparecimento de seres vivos complexos, alguns dos quais existem até hoje.

Origem da vida

Apesar de ter exibido esse gráfico que ilustra a verdade, o texto abaixo do mesmo conta a mesma mentira evolucionista de sempre.

A vida não se iniciou na Terra, de repente, no começo da Era Paleozóica. Porém, em virtude da escassez de fósseis, os cientistas sabem muito menos a respeito da vida nos períodos que precederam a Era Paleozóica.

O leitor que ainda não virou zumbi e tem capacidade de questionar vai se perguntar: o quadro não foi feito a partir dos fósseis encontrados? E ele não demonstra claramente que a vida surgiu de repente na Terra? Por que o texto diz o contrário? Claramente estamos diante de mais uma tentativa frustrada de se defender o evolucionismo. O texto tenta argumentar que há poucos fósseis nas eras anteriores à Paleozóica, por isso pouco se sabe da vida nas mesmas. Mas, se são exatamente através dos fósseis que nós sabemos existiu vida no passado, como podemos garantir que havia vida antes do Palezóico se não encontramos os fósseis? Na realidade o que havia eram apenas fósseis de seres vivos muito simples, e não se encontrou nenhuma transição gradual para os seres complexos do Cambriano.

O gráfico representa o testemunho dos fósseis e, portanto, a verdade científica. O texto, infelizmente, representa a doutrinação evolucionista, contrária à ciência e ao bom senso. O evolucionismo zomba da incapacidade de raciocinar à qual as pessoas foram levadas desdes os primeiros anos de escola. Tudo isso por ódio a Deus, porque não querem admitir que houve uma criação e, portanto, um Criador. Por isso, doentes de um ateísmo profundo, os “defensores da ciência” acabam por destruí-la, impondo uma interpretração que não está de acordo com os fatos observados.