Evolucionismo: muitas suposições, nenhum fato

A teoria da evolução das espécies é apresentada,  através de uma imensa máquina de propaganda, como fato cientificamente comprovado. Essa verdadeira lavagem cerebral é o único motivo pelo qual tantas pessoas ainda acreditam no evolucionismo.

No entanto, longe de haver fatos que o comprovem, o evolucionismo se baseia em  suposições e interpretações. Vejamos um comentário de sobre a falta de fatos comprovadores da teoria da evolução (os grifos são meus):

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Chegou a hora de dizer adeus a Darwin

Acabei de encontrar um excelente site anti-evolucionista:

Desafiando a Nomenklatura científica

O autor é um ex-evolucionista que abandonou a teoria evolutiva baseando-se na própria Ciência, que exige o abandono de teorias que não são suportadas pelos fatos. Com muita coragem, e usando argumentos científicos, o autor se levanta contra a verdadeira “ditadura”, existente no meio científico e midiático, que tenta empurrar o Darwinismo como se fosse verdade comprovada pela ciência, utilizando-se de uma imensa máquina propagandística.

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A impossibilidade da evolução

A teoria da evolução das espécies se baseia no princípio da sobrevivência do mais forte. Dentro de uma determinada espécie existem indivíduos mais adaptados para sobreviver do que outros. Esses mais adaptados ao meio sobreviveriam e transmitiriam seus caracteres para seus descendentes, enquanto que os inaptos seriam eliminados e não deixariam descendentes. Dessa forma, haveria como que uma seleção natural que eliminaria os caracteres indesejáveis das espécies, restando apenas aqueles mais adaptados à sobrevivência. O acúmulo de mutações genéticas causaria, ao longo de milhões de anos, o aparecimento de novos caracteres, que seriam sempre purificados pela seleção natural. Dessa forma, ao longo de milhões de anos, surgiriam novas espécies sempre mais adaptadas ao meio do que aquela original.

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A cegueira do evolucionismo

A figura abaixo foi retirada do Novo Atlas Universal, publicado pela editora DCL – Difusão Cultural do Livro. Ele representa o surgimento dos primeiros seres vivos. Nele podemos perceber claramente a assim chamada “explosão de vida do Cambriano”, que foi o surgimento de diversos seres vivos, muitíssimo complexos, sem que houvesse qualquer mudança gradual dos seres vivos extremamente simples que existiam anteriormente. Essa é uma das grandes provas do Criacionismo: a vida surgiu de repente na Terra. Não houve mudança gradual como exigiria a teoria da evolução, mas houve sim o aparecimento de seres vivos complexos, alguns dos quais existem até hoje.

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