Aniversário do Padre Cardozo / Cumpleaños del Padre Cardozo

Hoje é aniversário do Revdo. Padre Ernesto Cardozo, um dos valentes sacerdotes que não se entregaram à onda de liberalismo que invadiu a FSSPX. Expressamos aqui ao padre nossas felicitações por esta data e também nossos agradecimentos por seu valoroso apostolado.

Hoy es el cumpleaños del Revdo. Padre Ernesto Cardozo, uno de los valientes sacerdotes que no se entregaron a la ola de liberalismo que indavió la FSSPX. Expresamos aquí al padre nuestras felicitaciones por esta fecha y también nuestros agradecimientos por su valeroso apostolado.

E a Terra não parou

Tenha certeza o leitor de que ponderamos bastante antes de escrever este artigo, porque sabemos bem que a matéria é delicada e alguns procurarão levantar escândalo. No entanto, a culpa do escândalo é de quem o provoca. O que não podemos é permitir que tantas pessoas sejam levadas pela mentira. A verdadeira paz somente pode ser fruto da justiça (Is 32,17). Uma “paz” mantida às custas da mentira não pode ser duradoura. Quem quiser argumentar que é melhor ficar em silêncio para apaziguar Dom Fellay estaria assumindo que da mentira se poderia tirar proveito para a paz. Com isto jamais poderemos concordar.

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Quando um doutor erra

Muitas vezes nós nos perguntamos por que alguns sacerdotes piedosos, tradicionais, bem formados, com muito mais conhecimentos do que nós, leigos, não conseguem enxergar coisas que são tão óbvias. É certo que nós nos aplicamos nos estudos, lemos os documentos dos papas pré-conciliares, estudamos os catecismos tradicionais, obras tomistas ou mesmo tratados de teologia ou filosofia. Mas jamais poderíamos supor que tenhamos uma formação que sequer se assemelhe a de uma padre tradicional. Sem contar que eles, e não nós, possuem graça de estado para defender de maneira especial a Fé. E, no entanto, é para nosso espanto que vemos estes padres tão bem formados não conseguirem enxergar os desvios que os seus superiores estão tomando, mesmo quando estes desvios são claríssimos e enormes.

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Mentira tem perna curta

Mentira tem perna curta. Assim diz o ditado popular. Mas os acordistas não se deram conta deste fato tão óbvio. Em uma recente carta, o Pe. Bouchacourt, superior do distrito da América do Sul da FSSPX tentou, mais uma vez, enganar os fiéis. Não tardou a vir a merecida resposta desmascarando mais esta farsa:

http://farfalline.blogspot.com.br/2012/09/comunicado-de-pe-bouchacourt.html

Dom Tomás de Aquino também deu sua resposta às acusações do Pe. Bouchacourt: 

http://spessantotomas.blogspot.com.br/2012/09/declaracao-de-dom-tomas-de-aquino.html

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Algumas perguntas aos acordistas

Este artigo não deixa de ser uma continuação do anterior, em que expusemos alguns motivos para sermos contrários a um acordo. Vamos apenas mudar o método.

Os acordistas, há algum tempo, fizeram um série de dez perguntas provocativas endereçadas aos que são contrários ao suicídio, quer dizer, acordo prático. Estas já foram devidamente respondidas. Pois bem, agora é a nossa vez de fazermos dez perguntas aos acordistas. Não é que não existam outras, mas estas nos pareceram mais interessantes.

Com a finalidade de evitar respostas prontas, fáceis de se escaparem pela tangente, as perguntas vão acompanhadas de argumentação que fundamente os nossos questionamentos.

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Alguns motivos para ser contrário a um acordo

Este artigo não tem a menor pretensão de apresentar todas as razões para que se seja contra o acordo prático. Reúno aqui apenas aquelas que parecem mais relevantes e mais fáceis de serem compreendidas, deixando outras menos evidentes para serem tratadas em separado. De qualquer forma, espero que contribua para acordar algumas pessoas que estão em sono profundo enquanto dirigem na direção de uma ribanceira.

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E se acontecer Assis IV?

Bento XVI, no ano passado, convocou o III encontro de Assis, em comemoração dos vinte e cinco anos da primeira “edição” promovida por João Paulo II. Ainda que não tenham ocorrido, agora, todas as horríveis profanações daquela vez, não deixou de ser um evento promotor de grave indiferentismo religioso. Além disso, somente o fato de se estar comemorando algo tão deplorável como o primeiro encontro de Assis, já é gravíssimo, mesmo não o repetindo. Imaginem um governo alemão comemorar os genocídios da Segunda Guerra Mundial. Não seria necessário repetir os atos. A simples comemoração já seria digna dos mais veementes protestos.

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