Desagravo a Nossa Senhora Aparecida pelo que ocorrerá no carnaval

Provavelmente todos já sabem do que ocorrerá no carnaval de São Paulo, onde uma escola levará o tema de Nossa Senhora Aparecida a um lugar de nudez e pecado:

http://farfalline.blogspot.com.br/2017/02/carnaval-agravo-nossa-senhora.html

O clero da igreja conciliar está apenas acompanhando. Muitos fiéis perderam o senso do sagrado e não vêem mal no que vai acontecer. Poucos protestaram. Enfim, o que nos resta é desde já rezar em desagravo.

Blasfêmias contra Cristo cometidas no último domingo

O mundo moderno apostatou. Isto já se tornou bastante claro. Mas não somente abandonou a Fé, como também a combate com ferocidade. Cristãos são perseguidos com violência descomunal e, onde ainda não há violência física, há violência moral. Os Estados outrora católicos foram induzidos a deixar se serem confessionais pelos traidores que usurpam a Santa Sé há décadas. E o chamado “estado laico” faz vistas grossas tanto ao vilipêndio da Fé cristã em suas terras quanto aos mártires que são assassinados principalmente nas terras da África e da Ásia.

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Horrível sacrilégio ao qual ousam chamar de “arte”

É simplesmente hediondo, nojento, abjeto. Um museu de “arte” em São Paulo, Brasil, expõe peças blasfemas que zombam de Deus e da Virgem Maria:

Proteste! Aborto, Blasfêmia e Sacrilégio na 31ª Bienal de Artes de São Paulo

http://ipco.org.br/ipco/noticias/aborto-blasfemia-e-sacrilegio-na-31a-bienal-de-artes-de-sao-paulo#.VCn_3XVdW1I

O homem moderno perdeu totalmente o temor de Deus? Sim. Mas não somente isto. Uma afronta deste nível não pode ser resultado apenas de falta de temor. O nível de maldade, de perversidade a que se chegou é fruto de um ódio contra Deus, um ódio revolucionário, satânico. Se tal zombaria fosse feita contra qualquer ser humano já seria de todo detestável e reprovável. Mas é feita contra o próprio Deus! Blasfêmias que clamam não por um castigo humano, mas sim divino.

Os recentes massacres de cristãos

As imagens nos artigos indicados são fortes, mas este é um assunto sobre o qual não podemos nos omitir. Depois da Síria, onde cristãos foram até mesmo crucificados, agora é no Iraque que a perseguição maometana provoca novos massacres de cristãos. Ou eles fogem para o exílio, ou são martirizados. E estes são apenas alguns casos de perseguição aos cristãos, que ocorrem em diversas partes do mundo.

Rezemos por estes irmãos que passam por tais tormentos. Se nós sofremos a perseguição moral por parte da anti-igreja, eles sofrem muitíssimo mais, eles sofrem a perseguição física e enfrentam até a morte para não negar a Cristo.

E, no momento em que tantos cristãos são massacrados, Bergoglio continua a todo vapor com o falso ecumenismo irenista que destrói as defesas da Igreja. A proposta do latrocínio Vaticano II de nos conciliarmos com o “mundo” é totalmente falsa, pois o “mundo” nos odeia e sempre odiará. 

“Se o mundo vos odeia, sabei odiou a mim antes que a vós. Se fôsseis do mundo, o mundo vos amaria sendo seus. Como, porém, não sois do mundo, mas do mundo vos escolhi, por isso o mundo vos odeia.” (Jo 15, 18-19).

Reflexões sobre a perseguição ao Padre Paulo Ricardo

NOTA: Este artigo foi reescrito em 09 de Março, às 21:45 h.

Com toda sinceridade, eu não sou nenhum entusiasta seguidor do Pe. Paulo Ricardo, pois acho que todo católico tem que ser ainda mais rigoroso no combate aos males que se infiltraram na Igreja com o Vaticano II e a missa nova. Não podemos cair no relativismo de aceitar tudo o que ele, e discordamos mesmo de muitas de suas ideias.

No entanto, este sacerdote está sofrendo uma injusta perseguição por parte do clero liberal. Pe. Paulo Ricardo disse a verdade sobre esta parcela podre do clero, mundano, apóstata, destruidor da Fé. Os lobos se sentiram atingidos e saíram ao ataque, apelando ao bispo de Cuiabá, diocese do padre Paulo Ricardo, para que tomasse severas providências contra ele.

A covardia promovida pelo clero apóstata contra um sacerdote que disse algumas verdades é tanta que dá nojo ler a total inversão da realidade estampada na carta que eles escreveram ao bispo, e que pode ser lida no Fratres. O padre Paulo Ricardo, ao denunciar o mundanismo, a apostasia, o abandono da batina, acabaria se tornando o semeador de discórdia… A culpa já não seria mais de quem destrói a Igreja, e sim daquele que combate os erros…

O diabo mostra os chifres

Uma boa parcela dos católicos, mesmo desconhecendo as causas profundas da crise atual que estourou com o Vaticano II e a missa nova, é conservadora e desaprova a destruição promovida pelos liberais. Quantos de nós, antes de conhecer a Tradição, não peregrinaram muito para encontrar uma missa menos barulhenta, com menos abusos, onde o padre fizesse um sermão minimamente condizente com a doutrina católica?

Aos poucos a gente vai percebendo que o problema não é pontual e que a crise é muito mais grave do que imaginávamos. Além do somatório de absurdos, pequenos e grandes, que vemos com frequência na igreja pós-conciliar, existem as grandes traições promovidas pelo clero apóstata que causam grande consternação aos católicos sinceros. No meu caso, aquela maldita campanha do desarmamento apoiada pela desgraçada CNBB em 2005, foi a gota d’água com a seita conciliar.

Quem sabe este caso infeliz não seja motivo de muitos católicos abrirem os olhos para a dimensão da crise atual? Muitos do que ainda pensam que o problema é com este ou aquele padre, ou bispo, podem enxergar a gravidade da situação. Pois o ocorrido é de fazer qualquer pessoa, por mais desinformada que esteja, refletir muito. Um padre fala a verdade sobre o mundanismo, a apostasia, a dessacralização, etc promovidas pelo clero liberal e estes partem com toda agressividade contra o conservador. Escrevem um texto repleto de mentiras, invertendo toda a realidade, invertendo todos os valores da Igreja, e ainda querem silenciar o padre e afastá-lo. Ora, isto é suficiente para fazer os mais ingênuos católicos parar para refletir: como pode haver uma atitude tão ofensiva por parte de alguns padres contra outro? Quem sabe não seja esta a ocasião de muitos católicos estudarem mais a fundo sobre a crise atual. E que, aos poucos, cheguem a descobrir o golpe de estado que foi o Vaticano II.

O perigo dos acordos

Para finalizar, quero apenas fazer uma observação. Vejamos bem o quanto um sacerdote que está em “plena comunhão” é perseguido pelos liberais. Isto sempre foi assim, desde que os modernistas tomaram o poder com o Vaticano II, e sempre será enquanto eles tiverem “autoridades” eclesiásticas que os protejam. Qualquer sacerdote que tente defender a Igreja vai ser vítima de perseguição por parte destes lobos que, do ponto de vista “legalista”, estariam dentro da Igreja. Daí, qualquer pessoa com o mínimo de boa vontade entende o estado de necessidade que nos obriga a não nos submetermos a uma “autoridade” pervertida que propaga o liberalismo.

Muito interessante e oportuno seria ler o artigo de Dom Tomás de Aquino, OSB, sobre as duas correntes na Igreja, derrubando qualquer pretensão dos acordistas em querer nos convencer da necessidade de um acordo a qualquer custo. Um acordo que atasse as nossas mãos e nos obrigasse a não combater mais os erros do Vaticano II e da missa nova seria o sonho de todo inimigo da Igreja. O padre Paulo Ricardo está sendo perseguido por muito menos daquilo que nós, como católicos tradicionais, defendemos. Muitas das suas ideias sobre a crise atual são muito menos radicais que as nossas, e mesmo assim ele é perseguido. Ele reconhece que há erros no Vaticano II, mas incoerentemente aceita a visão de Bento XVI sobre a hermenêutica da continuidade. Imaginem nós que não aceitamos nem o modernismo moderado de Bento XVI. Os modernistas radicais não nos deixariam em paz se estivéssemos debaixo de suas “autoridades”. A “plena comunhão” com esta gente é uma ilusão perigosa. Não estando sob a “autoridade” dos modernistas, nós podemos levar uma vida realmente católica. Subordinados a eles, seríamos destruídos na primeira oportunidade. Haja vista o que fizeram a Fraternidade São Pedro lá pelo ano 2000. Trocaram o superior da FSSP por outro liberal. Para quem eles puderam reclamar? Para ninguém, eles escolheram este caminho.

Por isso continuamos o combate pela Tradição, apesar da gritaria contrária. Deixemos os propagandistas da “plena comunhão” gritarem o que quiserem contra nós. Tudo não passa de propaganda vazia.

Nota de repúdio às ofensas proferidas contra a Igreja na televisão

A televisão nunca é recomendável mas, às vezes, eles conseguem superar qualquer expectativa. O vídeo a seguir é uma resposta às ofensas gratuitas proferidas contra a Igreja Católica por um apresentador de televisão:

Não vou nem argumentar, porque quem faz uma coisa dessas não age com o mínimo de boa vontade. A mídia não entende o que é qualidade, pois somente se deixam influenciar pela quantidade. Então, podemos deixar nossos comentários de repúdio no blog do Raul Gil para mostrar que não aceitamos tais ofensas.

Haja incoerência!

No último artigo eu disse que praticamente só tratava de assuntos óbvios neste blog. E o que vou tratar no presente é mais do que óbvio. Salta às vistas de qualquer um que leia.

Os textos abaixo foram extraídos de diversos números da revista “Mensageiro de Santo Antônio” e todos têm por autor o padre Zezinho. São um grande exemplo da mentalidade mais “progressista”. Eles igualam completamente a Fé Católica e as doutrinas das seitas. Mas o objetivo deste artigo não é desfazer os erros teológicos dos textos, isto fica para outra oportunidade, quando eu estiver com mais tempo. Peço apenas que leiam para que depois os comparemos com outro texto publicado pela mesma revista. Os destaques são meus.

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