Frases de Bergoglio sobre o/el ecumenismo

Os neoconservadores gostam muito de minimizar os erros das autoridades da igreja conciliar. Quando um católico lhes apresenta um fato terrível da anti-igreja, logo sofre a acusação de estar exagerando. Por isto, são muito importantes os trabalhos de compilação de frases, os quais tornam impossível, mesmo para os mais hábeis e treinados sofistas, a enganosa defesa da inocência de certos modernistas. A insistência de alguém em dizer algo contrário à Fé Católica mostra que não foi um equívoco ou palavras mal empregadas em certo momento, mas sim que há a plena aceitação de tais ideias por aquela pessoa. Neste sentido, recomendo a leitura do artigo indicado no link abaixo, que contém uma longa lista de citações de Bergoglio. Palavras capazes tanto de causar inveja a qualquer modernista, quanto de destruir as teorias neoconservadoras. Lendo-as, ninguém pode dizer, honestamente, que Bergoglio não contradiz frontalmente a doutrina católica:

A los neoconservadores les gusta muchísimo disminuir los errores de las autoridades de la iglesia conciliar. Cuando un católico les presenta algún hecho terrible de la anti iglesia, pronto se le acusan de exageración. Por esto, son muy importantes los trabajos de compilación de frases, los cuales hacen imposible, aún a los más hábiles y entreinados sofistas, la engañosa defensa de la inocencia de ciertos modernistas. La insistencia de alguien en decir algo contrario a la Fe Católica muestra que no fue un equívoco o unas palabras mal empleadas en cierto momento, sino que existe la plena aceptación de tales ideas por aquella persona. En este sentido, recomiendo la lectura del artículo indicado a continuación, que contiene una larga lista de citas de Bergoglio. Palabras capaces tanto de causar envidia a cualquier modernista, cuanto de destruir las teorías neoconservadoras. Leyendolas, nadie puede honestamente decir que Bergoglio no contradice frontalmente la doctrina católica:

http://promariana.wordpress.com/2014/09/13/o-degrado-ecumenista-avanca-da-gaudium-et-spes-do-vaticano-2o-a-evangelii-gaudium-de-bergoglio/

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São Pio X “descanonizado” pelo Vaticano

Roma perderá a Fé e se tornará a sede do anticristo“. Por que será que existem tantos falsos católicos que não querem aceitar esta profecia de Nossa Senhora de La Salette?

As provas se acumulam dia após dia. É inegável que o Vaticano, há décadas, está tomado por hereges. E é exatamente no site de Internet do Vaticano que encontramos mais uma prova da implacável guerra movida por estes modernistas contra o Catolicismo. São Pio X, o grande papa que condenou o modernismo, não é apresentado como santo. Pelo contrário, os liberais Roncalli e Wojtyla, grandes destruidores da Fé Católica, recentemente “canonizados” por Bergoglio, são apresentados como santos, com direito a todas as datas de “beatificação” e “canonização”.

Hereges “canonizados” e santos “descanonizados”, é isto que a Roma sem fé nos proporciona. Tudo parte do plano de destruição da Igreja, do grande esforço de apagar a memória do que é católico e substituir pelo que é herético, realizado com a cumplicidade de grande número de pessoas que se declaram católicas. Ou alguém seria tolo o bastante para realmente acreditar que seja mero acaso que os apóstatas do atual Vaticano ocultem a santidade exatamente de São Pio X, o santo que condenou toda esta alcateia que invadiu a Igreja?

Cidade eterna, promessas passageiras.

Existem algumas pessoas que se encantam diante das promessas que estão sendo feitas atualmente à FSSPX. No entanto, o histórico das promessas feitas pelo Vaticano aos tradicionalistas e não cumpridas já é bastante longo.

No já distante ano de 2001, Dom Lourenço Fleichman, testemunha de todos estes fatos, escreveu com detalhes a história da queda da Fraternidade Sacerdotal São Pedro (FSSP) e de outros grupos menores esmagados pela ditadura dos defensores do concílio. Para quem ainda não conhece a história de tropeços e quedas daqueles que se entregaram à Ecclesia Dei, aconselho vivamente a leitura do relato de Dom Lourenço:

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Que tipo de guerra está sendo movida contra nós?

Qualquer pessoa que não esteja desprovida do uso da razão é capaz de perceber que existe uma verdadeira guerra sendo travada contra os católicos tradicionais. Podemos nos perguntar, especificamente, que tipo de guerra é esta?

Os idólatras do concílio Vaticano II querem nos silenciar a todo custo. Os modernistas querem exterminar qualquer forma de reação contra os erros que eles espalham. O objetivo deles não é menos do que a aniquilação de toda a resistência católica contra a heresia.

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Sobre o mau uso da expressão “Tradição Viva”

Hoje em dia é necessário, mais do nunca, estarmos preparados para enfrentar os questionamentos daqueles que desconhecem a Tradição Católica, ou mesmo as furiosas investidas dos inimigos empedernidos que não suportam a restauração da Tradição.

Algumas questões, para quem conhece a Tradição, são muito claras. Mas, devido às maquinações modernistas, conceitos simples acabam por se tornar perigosas armadilhas para os incautos. Aparentemente, muitos repetem os slogans modernistas com ingenuidade pueril, sem serem capazes de distinguir como eles são opostos à doutrina católica. Estas pessoas são os famosos inocentes úteis que, apenas por terem ouvido tal ou qual expressão da boca de um clérigo, põem-se a repeti-la como se doutrina católica fosse. Se antes confrontassem o que dizem muitos clérigos atuais, inclusive os altos postos da anti-igreja, com o que a Igreja Católica sempre ensinou, verificariam a heterodoxia dos mesmos e não lhes auxiliariam na sua encarniçada luta, desde dentro, contra a Igreja Católica. Exemplo muito corrente desta manipulação é a expressão Tradição Viva, que é freqüentemente interpretada pelos modernistas de maneira a inverter seu significado católico. Continuar lendo

A história se repete? A “obstinação” dos católicos contra o Arianismo e o Modernismo

Hilaire Belloc continua sendo um autor atualíssimo. Mesmo falecido há mais de meio século, as perspectivas que ele traçou para o futuro chamam a atenção pela sua exatidão.

Em seu livro “As grandes heresias”, escrito em 1938, muito antes, portanto, da crise causada pelo Vaticano II e pela missa nova, e ainda mais distante de nossa época, ele descrevia a tentativa ariana de chegar a uma solução de compromisso. As semelhanças entre os fatos ocorridos no século IV e os que estão ocorrendo agora, em pleno século XXI, são imensas. Afinal de contas, o que mais pode querer o herege, o de ontem assim como o de hoje, do que ocultar a sua incoerência atrás de uma máscara de pacifismo e de soluções “de compromisso”? Vamos ao texto:

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Respirar pelos dois pulmões?

João Paulo II costumava dizer que, por causa do cisma das igrejas orientais, a Igreja estaria respirando por um só pulmão e que, a fim de voltar a respirar pelos dois, seria mister a comunhão entre as igrejas do Ocidente e do Oriente (por exemplo, Ut unum sint, 54, e Redemptoris Mater, 34). Agora, nós nos perguntamos: tal comparação é justa?

A metáfora traz escondida um erro contra a Fé: como não há diferença entre os dois pulmões de um ser, dizer que a Igreja tem dois pulmões, um sendo a Igreja do Oriente e outro a Igreja do Ocidente, é igualar todas as Igrejas. Sabemos, pela sã doutrina, que a Igreja de Roma, por ser a Sé do Sumo Pontífice, sucessor de São Pedro e príncipe dos Apóstolos, é a cabeça de toda a Igreja Universal.

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