O conciliábulo Vaticano II e o protestantismo – parte 1

O conciliábulo e o protestantismo

Parte 1 – A oração em comum com os hereges

Um dos erros mais evidentes ensinados pelo conciliábulo Vaticano II foi o conselho para nos unirmos aos hereges em oração. Isto está escrito com todas as letras no número 8 do documento sobre o ecumenismo, a Unitatis Redintegratio (os destaques são meus):

Em algumas circunstâncias peculiares, como por ocasião das orações prescritas «pro unitate» em reuniões ecuménicas, é lícito e até desejável que os católicos se associem aos irmãos separados na oração. Tais preces comuns são certamente um meio muito eficaz para impetrar a unidade. São uma genuína manifestação dos vínculos pelos quais ainda estão unidos os católicos com os irmãos separados: «Onde dois ou três estão congregados em meu nome, ali estou eu no meio deles» (Mt. 18,20). (Unitatis Redintegratio, n. 8)“

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O ecumenismo modernista, a Virgem Maria e os hereges

Comprei, há pouco tempo, o famoso livro “Tratado da Verdadeira Devoção à Santíssima Virgem”, de São Luís Maria Grignon de Montfort. Sem dúvida, um dos maiores livros de piedade mariana que já foram escritos. No entanto, a edição que adquiri, de 1979, posterior ao Vaticano II, trazia uns pequenos comentários ao livro, “um pouco” destoantes do que o autor ensinava.

Logo na apresentação, lemos a seguinte advertência:

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“Pro multis”, e a desobediência dos que se dizem obedientes

Um dos frutos mais danosos do Conciliábulo Vaticano II foi a teoria da salvação universal. Essa interpretação absurda foi facilitada por um dos textos mais ambíguos e desastrosos do malfadado Concílio:

“Por isso proclamamos a vocação altíssima do homem e afirmamos existir nele uma semente divina, o Sacrossanto Concílio oferece ao gênero humano a colaboração sincera da Igreja para o estabelecimento de uma fraternidade universal que corresponda a essa vocação.” (Gaudium et Spes, n. 3)

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Teria o Cardeal Ottaviani aceitado a missa nova?

Alguns defensores da missa nova têm utilizado o argumento de que o cardeal Ottaviani teria se retratado de sua carta escrita ao papa Paulo VI que apontava os erros da missa nova. Foi isso o que escreveu o Alessandro Lima, na data de hoje. O mesmo argumento já havia sido apresentado pelo bispo Dom Rifan, aquele que abandonou a obra de Dom Castro Mayer.

Segundo essa hipótese, o cardeal Ottaviani teria escrito uma carta a Dom Lafond, da ordem dos cavaleiros de Notre-Dame, dizendo que estava satisfeito com as correções feitas pelo [anti]papa Paulo VI na nova versão do novo Ordo Missae. Assim, depois da carta do cardeal, o [anti]papa teria eliminado os defeitos do novo ordo, e a sua nova versão seria plenamente aceitável.

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Imagens de um aborto

O vídeo abaixo contém imagens fortes. É a filmagem de um ultra-som enquanto se realiza o aborto de um feto de 12 semanas. O narrador descreve, em italiano, todas as características do bebê, seus batimentos cardíacos, seus olhos, suas mãos, sua boca, suas reações à agressão sofrida. Mesmo quem não entender o áudio, pode perceber a agitação do bebê ao ser atacado covardemente no abrigo onde até então ele estava tão seguro. Impressionante a hora em que ele mostra a boca do bebê totalmente aberta (aos oito minutos de vídeo, aproximadamente) – si tratta di un grido non ascoltato di un bambino minacciato di morte (trata-se de um grito não escutado de um menino ameaçado de morte) – nas palavras do narrador.

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