Hereges, dentro e fora da Igreja

Antes de tudo, é bom esclarecer que não existe nenhum herege que esteja realmente dentro da Igreja porque, pela heresia formal, a pessoa deixa de ser membro da Igreja Católica. No entanto, nos tempos de liberalismo e de autoridades corrompidas em que vivemos, uma multidão de hereges não recebe as penas devidas por suas heresias, não sendo devidamente expulsos. Do ponto de vista dos legalistas, eles permanecem supostamente na Igreja. Na realidade, estão apenas dentro da “igreja” conciliar. E são estes os que mais fazem mal aos fiéis, pois os contaminam com suas heresias.

Vejamos dois exemplos bem recentes de atuação de hereges.

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O conciliábulo Vaticano II e o protestantismo – parte 1

O conciliábulo e o protestantismo

Parte 1 – A oração em comum com os hereges

Um dos erros mais evidentes ensinados pelo conciliábulo Vaticano II foi o conselho para nos unirmos aos hereges em oração. Isto está escrito com todas as letras no número 8 do documento sobre o ecumenismo, a Unitatis Redintegratio (os destaques são meus):

Em algumas circunstâncias peculiares, como por ocasião das orações prescritas «pro unitate» em reuniões ecuménicas, é lícito e até desejável que os católicos se associem aos irmãos separados na oração. Tais preces comuns são certamente um meio muito eficaz para impetrar a unidade. São uma genuína manifestação dos vínculos pelos quais ainda estão unidos os católicos com os irmãos separados: «Onde dois ou três estão congregados em meu nome, ali estou eu no meio deles» (Mt. 18,20). (Unitatis Redintegratio, n. 8)“

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Folheto de missa nega presença real de Cristo na Eucaristia

O protestantismo se levantou contra a maior parte das Verdades de Fé da Igreja. Lutero, entre outras heresias, negava o caráter de sacrifício da Santa Missa, bem como a presença real de Nosso Senhor Jesus Cristo em Corpo, Sangue, Alma e Divindade na Sagrada Eucaristia. A Santa Igreja, com energia, repeliu, no Concílio de Trento, essas heresias, reafirmando todos os dogmas ensinados por Nosso Senhor.


Hoje em dia, no entanto, esse bravo esforço em defesa da Verdadeira religião, que atravessou os séculos, é covardemente traído pelos membros corrompidos da nova igreja modernista. O erro é ensinado abertamente. As heresias protestantes são ensinadas por aqueles mesmos que se apresentam como membros da Igreja Católica e que teriam o maior dever de repeli-las e de ensinar a Verdadeira Fé.
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O ecumenismo modernista, a Virgem Maria e os hereges

Comprei, há pouco tempo, o famoso livro “Tratado da Verdadeira Devoção à Santíssima Virgem”, de São Luís Maria Grignon de Montfort. Sem dúvida, um dos maiores livros de piedade mariana que já foram escritos. No entanto, a edição que adquiri, de 1979, posterior ao Vaticano II, trazia uns pequenos comentários ao livro, “um pouco” destoantes do que o autor ensinava.

Logo na apresentação, lemos a seguinte advertência:

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A Gaudium et Spes contraria a Unam Sanctam

Antes de entrar no assunto principal deste artigo, gostaria de lembrar um fato bastante corriqueiro nos meios católicos pós-conciliares, relacionado ao tema. É bastante comum, entre os católicos modernos, ouvir comentários sobre o anti-Cristo e o governo mundial, dos quais se fala sempre com muito medo. Eu, pelo menos, já ouvi as mais absurdas teorias sobre o assunto, sempre conexo com o outro tema do “fim do mundo”. Sinceramente, muito pouco crédito pode ser dado a essas histórias sensacionalistas. Não tanto pela referência ao tal governo centralizado, que certamente seria mal, mas pelo seu tom apocalíptico e pretensão de prever a data do fim do mundo. Mas, o que estes católicos que ficam amedrontados com tal perspectiva não sabem, é que o concílio Vaticano II, defendido por muitos deles, escreveu com todas as letras a necessidade de criação de uma autoridade pública mundial! (leiam, depois, a citação abaixo). Ou seja, os católicos modernos têm medo de um governo mundial do anti-Cristo, mas defendem o conciliábulo que pregou a necessidade de uma autoridade mundial à qual todos devem se submeter. Haja contradição entre os pós-conciliares!

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Desmascarando o “batismo no Espírito”

Nos dias atuais, as dúvidas geradas pelas mais diversas heresias têm abalado a Fé de muitos. Uma das correntes que causa grandes males à Fé católica é a dita RC”C” – renovação carismática “católica” – que, na realidade, não é verdadeiro catolicismo.

Os católicos tradicionais têm, por meio de diversos artigos, demonstrado o quanto a RC”C” se afasta da doutrina e da moral católicas, chegando mesmo a lhes constituir verdadeira ameaça, pois infiltra erros protestantes na Igreja de Cristo.

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