A apostasia de Heinrich Himmler

Uma vez que o prosseguimento do processo de canonização de Pio XII têm feito ressurgirem as mais absurdas e infundadas acusações de omissão deste Papa em condenar o Nazismo, creio que seja interessante dedicar alguns artigos para demonstrar a agressividade sem limites com que esta ideologia neo-pagã perseguiu a Igreja Católica.

Para começar, gostaria de transcrever o trecho de um livro que narra a apostasia de Heinrich Himmler, Reichsführer SS, organização à qual estava confiada, entre outras atribuições, o comando dos campos de concentração, e a quem estava subordinada a terrível Gestapo:

Continuar lendo

Verdade e fato na História

A História é um ramo do conhecimento fascinante. Mas, uma das formas mais utilizadas para atacar a Igreja Católica é inventar as mais absurdas histórias, sem qualquer fundamento e sem qualquer prova. Quando estudamos sobre Filosofia crítica da História, percebemos que os caminhos percorridos pelo historiador são bastante complexos, exigindo paciência, inúmeras pesquisas, imparcialidade, honestidade. Do contrário, na melhor das hipóteses, a história perde sua credibilidade. Na pior, a “história” acaba sendo apenas uma propaganda ideológica.

Continuar lendo

A história sem “maquiagem”

Os textos de muitos livros de história de nossos dias estão repletos de preconceitos e mentiras contra a Igreja Católica e tudo o que se refira a Ela, como, por exemplo, a Idade Média, época do auge da Cristandade. No entanto, vez ou outra encontramos textos sem “maquiagem”, que nos mostram uma realidade bem diferente. Leiamos o texto a seguir, retirado de um curso de francês:

Dès le onzième siècle, Philippe-Auguste fait paver les rues de la capitale en prenant soin d’aménager une rigole pour l’évacuation des eaux usées. Vers 1370, le prévôt de Paris, Hugues Aubriot, décide la construction du premier égout voûté et maçonné, rue Montmartre. Le réseau qui se développe trop lentement est insuffisant, cinq siècles plus tard, pour traiter les cent mille mètres cubes d’eaux usées et rejetées quotidiennement par les Parisiens. Cette lacune dans l’assainissement aura une grande part de responsabilité dans l’épidémie de choléra de 1832. Vingt ans plus tard, le baron Haussmann et l’ingénieur Eugène Belgrand entreprennent la construction du réseau que nous connaissons aujourd’hui.
(fonte: http://french.about.com/library/listening/blce-egouts-transcript.htm)

Continuar lendo