Descargar libros católicos

A continuación sigue una lista de sítios donde hay buenos libros y audios católicos que se pueden descargar o leer/escuchar on-line.

Descarga de livros

Stat Veritas – libros y artículos en  PDF y conferencias en MP3 para descarga – en español.

Bibliotèque Saint Libère – descarga de libros católicos en francés, español, inglés, italiano, portugués y otras lenguas. Biblioteca diversificada, grande y bien seleccionada de libros, artículos y documentos católicos.

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A inculturação da liturgia promovida pelo Vaticano II

Mesmo com a toda a opressão modernista, com todo o silêncio a que a parte podre do clero reduziu a Tradição, grande parte dos católicos inocentes que estão nas mãos dos conciliares repudia as inovações litúrgicas mais abusivas. Muitas vezes, como já aconteceu mesmo comigo, os católicos buscam uma missa onde não haja barulho, músicas impróprias, danças, teatros e encenações. Quantos católicos, com um mínimo de noção de nossa santa religião, aprovam as missas inculturadas, isto é, aquelas profundamente modificadas para “refletir a cultura local”? Missas adaptadas às diversas culturas e regiões dividem a Igreja, abrem brechas para profanações, tiram o sentido do sagrado, pois demonstram que a sua preocupação é o homem, e não Deus.

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A reforma litúrgica imposta pelo conciliábulo Vaticano II

Começamos, com este artigo, a análise e a crítica da constituição Sacrossanctum Concilium, que dispôs sobre a Sagrada Liturgia, no Vaticano II. Concentraremos, no presente, as atenções apenas sobre a reforma litúrgica imposta pelo conciliábulo, deixando outros aspectos para serem tratados posteriormente. Como veremos, já é assunto para um artigo longo, e para muito mal-estar provocado pela forma como a letra do conciliábulo se dirigiu à Igreja e sua liturgia.

Em 1570, Sua Santidade o Papa Pio V, de venerabilíssima memória, escreveu a bula “Quo Primum Tempore“, na qual, de maneira clara, objetiva e inquestionável, definiu a forma do rito romano como ela deveria permanecer para sempre, sem jamais ser alterada (os destaques, nestas e em outras citações, são nossos):

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Nota de repúdio às ofensas proferidas contra a Igreja na televisão

A televisão nunca é recomendável mas, às vezes, eles conseguem superar qualquer expectativa. O vídeo a seguir é uma resposta às ofensas gratuitas proferidas contra a Igreja Católica por um apresentador de televisão:

Não vou nem argumentar, porque quem faz uma coisa dessas não age com o mínimo de boa vontade. A mídia não entende o que é qualidade, pois somente se deixam influenciar pela quantidade. Então, podemos deixar nossos comentários de repúdio no blog do Raul Gil para mostrar que não aceitamos tais ofensas.

A história se repete? A “obstinação” dos católicos contra o Arianismo e o Modernismo

Hilaire Belloc continua sendo um autor atualíssimo. Mesmo falecido há mais de meio século, as perspectivas que ele traçou para o futuro chamam a atenção pela sua exatidão.

Em seu livro “As grandes heresias”, escrito em 1938, muito antes, portanto, da crise causada pelo Vaticano II e pela missa nova, e ainda mais distante de nossa época, ele descrevia a tentativa ariana de chegar a uma solução de compromisso. As semelhanças entre os fatos ocorridos no século IV e os que estão ocorrendo agora, em pleno século XXI, são imensas. Afinal de contas, o que mais pode querer o herege, o de ontem assim como o de hoje, do que ocultar a sua incoerência atrás de uma máscara de pacifismo e de soluções “de compromisso”? Vamos ao texto:

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Respirar pelos dois pulmões?

João Paulo II costumava dizer que, por causa do cisma das igrejas orientais, a Igreja estaria respirando por um só pulmão e que, a fim de voltar a respirar pelos dois, seria mister a comunhão entre as igrejas do Ocidente e do Oriente (por exemplo, Ut unum sint, 54, e Redemptoris Mater, 34). Agora, nós nos perguntamos: tal comparação é justa?

A metáfora traz escondida um erro contra a Fé: como não há diferença entre os dois pulmões de um ser, dizer que a Igreja tem dois pulmões, um sendo a Igreja do Oriente e outro a Igreja do Ocidente, é igualar todas as Igrejas. Sabemos, pela sã doutrina, que a Igreja de Roma, por ser a Sé do Sumo Pontífice, sucessor de São Pedro e príncipe dos Apóstolos, é a cabeça de toda a Igreja Universal.

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Por que vocês se preocupam tanto com João Paulo II se Jesus também causava escândalos?

Estarei, com este artigo, dando continuidade às respostas sobre algumas questões levantadas sobre o trabalho deste blog, especialmente aquelas trazidas por muitas pessoas ou que tenham grande relevância. Não sei se são úteis aos leitores (até gostaria de opiniões), mas para mim facilita bastante quando alguns leitores fazem as mesmas perguntas através de comentários em diversos artigos, sendo que eu somente preciso colocar os links para as respostas. Aliás, nas últimas semanas eu perdi muito tempo apenas respondendo comentários de vários leitores.

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P. Por que vocês se preocupam tanto por João Paulo II ter provocado alguns escândalos? Por acaso as atitudes de Jesus também não escandalizavam os fariseus?

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Sagrada Comunhão e a modéstia ao vestir

Eu bem que pretendia, durante esta quaresma, manter-me um pouco afastado da apologética, a fim de preparar-me melhor para a Páscoa. Estava até pensando em escrever algo sobre espiritualidade. Mas, parece que a nossa fortuna nesta vida é mesmo o combate, e a urgência do tempo presente não nos permite ficar calados diante das ocasiões de escândalo. Então lancemo-nos mais uma vez à luta, mesmo sabendo que podemos ser muito mal interpretados e atacados por aqueles que, de má fé, esforçam-se para não entender o que é, de verdade, defender a integridade da Fé Católica, sem a qual ninguém pode se salvar.

Ao católico que compreende minimamente (e todos temos a obrigação de fazê-lo) a grandeza incomensurável do Santíssimo Sacramento, é evidente a necessidade de nos aproximarmos de tão sublime realidade com todo o pudor e modéstia. Não necessitaria, para uma pessoa de boa vontade, nenhuma exortação explícita a este respeito.

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A “Communicatio in Sacris” e o conciliábulo Vaticano II

A Communicatio in Sacris, ou “comunicação no sagrado”, é a concelebração de sacramentos  ou de outros bens sagrados, como a oração, o culto, etc, entre católicos e acatólicos (não católicos).

Há um excelente artigo a este respeito no site Latin Mass (http://www.latinmassmagazine.com/articles/articles_2006_AC_Allan.html), que se baseia, principalmente, em resoluções do Santo Ofício tomadas entre os anos de 1622 e 1939, e contém nada menos que 62 citações. Por isso, vale a pena ser lido na íntegra.

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As discussões e as votações no Concílio Vaticano (I) e no conciliábulo Vaticano II

Lendo um dos excelentes livros do Pe Leonel Franca, encontrei a seguinte descrição das discussões e das votações no Concílio Vaticano (Primeiro e único):

A proposta da infalibilidade foi discutida de dois modos; em geral, na Constituição dogmática “De Ecclesia” de que fazia parte, e em particular separadamente dos outros capítulos da mesma constituição. O primeiro debate prolongou-se por 14 congregações, e nele falaram, além do relator, 64, oradores; só foi encerrado por votação da maioria. A discussão particular sobre o capítulo 4 (da infalibilidade) durou 11 dias inteiros, durante os quais usaram da palavra 57 Padres. Só quando todos os oradores inscritos terminaram as suas considerações e nenhum outro pediu a palavra, se pôs termo ao debate. Que assembléia permite maior liberdade de discussão?

FRANCA, Pe Leonel; A Igreja, a Reforma e a Civilização; Ed Civilização Brasileira; Rio de Janeiro; 4 edição; 1934; pag 178

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A apostasia de Heinrich Himmler

Uma vez que o prosseguimento do processo de canonização de Pio XII têm feito ressurgirem as mais absurdas e infundadas acusações de omissão deste Papa em condenar o Nazismo, creio que seja interessante dedicar alguns artigos para demonstrar a agressividade sem limites com que esta ideologia neo-pagã perseguiu a Igreja Católica.

Para começar, gostaria de transcrever o trecho de um livro que narra a apostasia de Heinrich Himmler, Reichsführer SS, organização à qual estava confiada, entre outras atribuições, o comando dos campos de concentração, e a quem estava subordinada a terrível Gestapo:

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Por que tanto ódio no coração?

Apesar de considerá-las extremamente óbvias, vou começar com este artigo a escrever as respostas às principais questões que os nossos adversários levantam contra nós. Obviamente, essas respostas são minhas e que, certamente, há outros católicos que dariam respostas muito melhores que essas. Mas estou tentando fazer minha parte em responder, de forma simples e direta, sem a menor pretensão de esgotar o assunto, as questões que são levantadas contra nós a fim de justificarmos nossa atitude diante dos católicos inocentes que se encontram perdidos no meio da crise atual, para que não caiam nos argumentos doces e pacifistas dos que semeiam o erro teológico e atacam os que querem defender a fé católica. As respostas são bem simples e diretas  a fim de esclarecer porque existem pessoas como eu que não se rendem ao clima de ecumenismo reinante após o conciliábulo Vaticano II. Vamos, pois, começar a responder algumas questões.

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