Que tipo de guerra está sendo movida contra nós?

Qualquer pessoa que não esteja desprovida do uso da razão é capaz de perceber que existe uma verdadeira guerra sendo travada contra os católicos tradicionais. Podemos nos perguntar, especificamente, que tipo de guerra é esta?

Os idólatras do concílio Vaticano II querem nos silenciar a todo custo. Os modernistas querem exterminar qualquer forma de reação contra os erros que eles espalham. O objetivo deles não é menos do que a aniquilação de toda a resistência católica contra a heresia.

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Sobre o mau uso da expressão “Tradição Viva”

Hoje em dia é necessário, mais do nunca, estarmos preparados para enfrentar os questionamentos daqueles que desconhecem a Tradição Católica, ou mesmo as furiosas investidas dos inimigos empedernidos que não suportam a restauração da Tradição.

Algumas questões, para quem conhece a Tradição, são muito claras. Mas, devido às maquinações modernistas, conceitos simples acabam por se tornar perigosas armadilhas para os incautos. Aparentemente, muitos repetem os slogans modernistas com ingenuidade pueril, sem serem capazes de distinguir como eles são opostos à doutrina católica. Estas pessoas são os famosos inocentes úteis que, apenas por terem ouvido tal ou qual expressão da boca de um clérigo, põem-se a repeti-la como se doutrina católica fosse. Se antes confrontassem o que dizem muitos clérigos atuais, inclusive os altos postos da anti-igreja, com o que a Igreja Católica sempre ensinou, verificariam a heterodoxia dos mesmos e não lhes auxiliariam na sua encarniçada luta, desde dentro, contra a Igreja Católica. Exemplo muito corrente desta manipulação é a expressão Tradição Viva, que é freqüentemente interpretada pelos modernistas de maneira a inverter seu significado católico. Continuar lendo

A história se repete? A “obstinação” dos católicos contra o Arianismo e o Modernismo

Hilaire Belloc continua sendo um autor atualíssimo. Mesmo falecido há mais de meio século, as perspectivas que ele traçou para o futuro chamam a atenção pela sua exatidão.

Em seu livro “As grandes heresias”, escrito em 1938, muito antes, portanto, da crise causada pelo Vaticano II e pela missa nova, e ainda mais distante de nossa época, ele descrevia a tentativa ariana de chegar a uma solução de compromisso. As semelhanças entre os fatos ocorridos no século IV e os que estão ocorrendo agora, em pleno século XXI, são imensas. Afinal de contas, o que mais pode querer o herege, o de ontem assim como o de hoje, do que ocultar a sua incoerência atrás de uma máscara de pacifismo e de soluções “de compromisso”? Vamos ao texto:

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Como rezar o terço em latim

Examinando as estatísticas de acesso ao blog, percebi que muitas pessoas chegaram aqui pesquisando sobre como se reza o terço em latim. Sendo assim, na intenção de tornar o blog cada vez mais útil àqueles que o visitam, estarei, neste artigo, escrevendo sobre o assunto. Este, aliás, que nos é muito caro, pois, somente quando se começa a rezar o terço diariamente e com devoção à Santíssima Mãe de Deus é que se passa a dar valor a esta arma poderosíssima no combate espiritual. Damo-nos conta do que perdíamos resistindo à graça e não rezando o terço quando percebemos o quanto ele aumenta a nossa espiritualidade e o quanto é eficaz para nos afastar dos pecados graves. E o digo por experiência própria.

Em primeiro lugar, para rezar o terço, devemos saber cada uma das orações básicas. Ei-las:

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Haja incoerência!

No último artigo eu disse que praticamente só tratava de assuntos óbvios neste blog. E o que vou tratar no presente é mais do que óbvio. Salta às vistas de qualquer um que leia.

Os textos abaixo foram extraídos de diversos números da revista “Mensageiro de Santo Antônio” e todos têm por autor o padre Zezinho. São um grande exemplo da mentalidade mais “progressista”. Eles igualam completamente a Fé Católica e as doutrinas das seitas. Mas o objetivo deste artigo não é desfazer os erros teológicos dos textos, isto fica para outra oportunidade, quando eu estiver com mais tempo. Peço apenas que leiam para que depois os comparemos com outro texto publicado pela mesma revista. Os destaques são meus.

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