En vísperas de las falsas canonizaciones

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Recemos en desagravio, pues estamos en las vísperas de otro gran acto de traición a la Iglesia Católica: la “iglesia” conciliar va a “canonizar” dos hombres que tuvieron participación fundamental en la destruicción de la religión perpetrada en la última mitad de siglo. Uno de ellos, Juan XXIII, ha sido quien, despreciando el mensaje de Nuestra Señora de Fátima y llamando de “profetas de desgracia” a los que preveían el mal que se haría a la Iglesia, convocó el latrocinio Vaticano II. El otro, Juan Pablo II, ha sido quien más lejos ha llevado la aplicación del maldito conciliábulo, sea perseguiendo a los verdaderos católicos, sea practicando los más absurdos actos de sincretismo religioso, rebajando la única verdadera religión al nivel de las falsas.

¿Santos? ¿Cómo puede uno ser santo si ha passado su vida haciendo el mal y, por lo menos publicamente, jamás ha demostrado cualquier arrepentimiento? ¿Cómo puede ser santo, o sea amigo de Dios en la eternidad, alguien que ha pasado la vida siendo amigo de los enemigos de Dios? ¿Cómo puede ser santo, o sea modelo de acción para las gentes, alguien que ha dado ejemplos horribles de indiferentismo religioso? ¿Cómo puede ser santo, o sea seguidor irreprensible de la doctrina de Cristo, alguien que era hereje público, manifiesto y contumaz?

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Às vésperas das falsas canonizações

Rezemos em desagravo, pois estamos às vésperas de mais um grande ato de traição à Igreja Católica: a “igreja” conciliar irá “canonizar” dois homens que tiveram participação fundamental na destruição da religião perpetrada na última metade de século. Um deles, João XXIII, foi quem, desprezando a mensagem de Nossa Senhora de Fátima e chamando de “profetas de desgraças” aos que previam o mal que se faria à Igreja, convocou o latrocínio Vaticano II. O outro, João Paulo II, foi quem mais longe levou a aplicação do maldito conciliábulo, seja perseguindo os verdadeiros católicos, seja praticando os mais absurdos atos de sincretismo religioso, rebaixando a única verdadeira religião ao nível das falsas.

Santos? Como pode ser santo alguém que passou a vida fazendo o mal e, ao menos publicamente, jamais demonstrou qualquer arrependimento? Como pode ser santo, ou seja amigo de Deus na eternidade, alguém que passou a vida sendo amigos dos inimigos de Deus? Como pode ser santo, ou seja modelo de ação para os demais, alguém que deu exemplos horríveis de indiferentismo religioso? Como pode ser santo, ou seja seguidor irrepreensível da doutrina de Cristo, alguém que era herege público, manifesto e contumaz?

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É necessário haver liberdade de discussão em um concílio ecumênico?

É necessário haver liberdade de discussão em um concílio ecumênico? Quero com isso dizer: seria legítimo um concílio que negasse a um determinado grupo de bispos legítimos tomar parte nas discussões deste concílio?

Se um determinado grupo de bispos fosse proibido de participar de um concílio, certamente ele não seria ecumênico. E se em algum concílio, para o qual tenham sido convocados todos os bispos do mundo, passasse a ocorrer o silenciamento de um grupo de bispos, que não sejam hereges, continuaria ele sendo legítimo?

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A reforma litúrgica imposta pelo conciliábulo Vaticano II

Começamos, com este artigo, a análise e a crítica da constituição Sacrossanctum Concilium, que dispôs sobre a Sagrada Liturgia, no Vaticano II. Concentraremos, no presente, as atenções apenas sobre a reforma litúrgica imposta pelo conciliábulo, deixando outros aspectos para serem tratados posteriormente. Como veremos, já é assunto para um artigo longo, e para muito mal-estar provocado pela forma como a letra do conciliábulo se dirigiu à Igreja e sua liturgia.

Em 1570, Sua Santidade o Papa Pio V, de venerabilíssima memória, escreveu a bula “Quo Primum Tempore“, na qual, de maneira clara, objetiva e inquestionável, definiu a forma do rito romano como ela deveria permanecer para sempre, sem jamais ser alterada (os destaques, nestas e em outras citações, são nossos):

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A salvação universal nos textos do conciliábulo Vaticano II

Um dos dogmas da Igreja é a existência do inferno. E, desde os primórdios da revelação, é ensinado aos homens que os bons receberão o descanso eterno, enquanto que os maus sofrerão o castigo eterno. “Vinde benditos de meu Pai…”, “ide malditos para o fogo eterno…”, são palavras de Nosso Senhor. As parábolas sobre o inferno são claríssimas e não deixam margem para dúvidas a respeito desta terrível realidade. Também a lembrança dos nossos novíssimos foi prática piedosa não somente ao longo dos séculos da Igreja, mas muito antes da encarnação de Nosso Senhor. E que efeito salutar sempre teve sobre os cristãos a meditação do fim último do homem!

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Tudo, menos latim!

Uma das desculpas sem sentido utilizadas pelos modernistas para não conceder aos fiéis o seu legítimo direito à Santa Missa no rito tridentino é exatamente o desconhecimento do latim. Mas, mesmo na missa nova, o idioma estrangeiro não somente é apresentado como barreira, mas às vezes até mesmo como incentivo para os fiéis. Sabem como? Através da “missa em inglês”:

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A “Communicatio in Sacris” e o conciliábulo Vaticano II

A Communicatio in Sacris, ou “comunicação no sagrado”, é a concelebração de sacramentos  ou de outros bens sagrados, como a oração, o culto, etc, entre católicos e acatólicos (não católicos).

Há um excelente artigo a este respeito no site Latin Mass (http://www.latinmassmagazine.com/articles/articles_2006_AC_Allan.html), que se baseia, principalmente, em resoluções do Santo Ofício tomadas entre os anos de 1622 e 1939, e contém nada menos que 62 citações. Por isso, vale a pena ser lido na íntegra.

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As discussões e as votações no Concílio Vaticano (I) e no conciliábulo Vaticano II

Lendo um dos excelentes livros do Pe Leonel Franca, encontrei a seguinte descrição das discussões e das votações no Concílio Vaticano (Primeiro e único):

A proposta da infalibilidade foi discutida de dois modos; em geral, na Constituição dogmática “De Ecclesia” de que fazia parte, e em particular separadamente dos outros capítulos da mesma constituição. O primeiro debate prolongou-se por 14 congregações, e nele falaram, além do relator, 64, oradores; só foi encerrado por votação da maioria. A discussão particular sobre o capítulo 4 (da infalibilidade) durou 11 dias inteiros, durante os quais usaram da palavra 57 Padres. Só quando todos os oradores inscritos terminaram as suas considerações e nenhum outro pediu a palavra, se pôs termo ao debate. Que assembléia permite maior liberdade de discussão?

FRANCA, Pe Leonel; A Igreja, a Reforma e a Civilização; Ed Civilização Brasileira; Rio de Janeiro; 4 edição; 1934; pag 178

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O conciliábulo Vaticano II e o protestantismo – parte 1

O conciliábulo e o protestantismo

Parte 1 – A oração em comum com os hereges

Um dos erros mais evidentes ensinados pelo conciliábulo Vaticano II foi o conselho para nos unirmos aos hereges em oração. Isto está escrito com todas as letras no número 8 do documento sobre o ecumenismo, a Unitatis Redintegratio (os destaques são meus):

Em algumas circunstâncias peculiares, como por ocasião das orações prescritas «pro unitate» em reuniões ecuménicas, é lícito e até desejável que os católicos se associem aos irmãos separados na oração. Tais preces comuns são certamente um meio muito eficaz para impetrar a unidade. São uma genuína manifestação dos vínculos pelos quais ainda estão unidos os católicos com os irmãos separados: «Onde dois ou três estão congregados em meu nome, ali estou eu no meio deles» (Mt. 18,20). (Unitatis Redintegratio, n. 8)“

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O conciliábulo Vaticano II foi intencionalmente ambíguo e responsável pela crise atual

A simples inteligência já seria capaz de denunciar as ambiguidades do conciliábulo Vaticano II, de tão evidentes que elas são. Bastaria comparar os textos confusos e ambíguos, para não mencionar os realmente errôneos, do Vaticano II com os textos claros e inequívocos dos verdadeiros concílios para se perceber que há “algo estranho” no conciliábulo. Mas, teria sido esta ambiguidade mero acidente? Teria sido apenas descuido ou incompetência? Não, foi bem pior do que isso. A ambiguidade dos textos conciliares foi a tática utilizada para fazer com que os bispos conservadores não suspeitassem, ou não antevissem as consequências, das heresias defendidas pelos modernistas. E muito mais do que os bispos conservadores, os leigos inocentes deveriam ser confundidos pela ambiguidade dos textos conciliares.

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